Esoterismo, Lendas, Mitos, Parapsicologia, Auto-Ajuda. kiber-sitherc@sapo.pt

30
Jun 10

 

                Certa feita, um carroceiro gritava  com os seus bois, fatigados pela carga excessiva de toras de peroba. Era ajudado por seu filho, que chicoteava grosseiramente os animais, não avaliando que era impossível os bois saírem do local, num lamacento buraco. Os bois respiravam aos sufocos, largando uma saliva espumosa pela boca, enquanto o homem esbracejava.

 

            Aos urros e berros escoantes, com blasfémias de todas as espécies e contra as divindades, os animais se contorciam de um lado para outro, sem o efeito esperado que o carro pudesse ser removido dali. O homem recorreu a todos os santos e demónios; por fim, gritou: “talvez quem pudesse nos ajudar, só mesmo o diabo!”. E o seu santo, naquela hora, passou a ser o demónio, já que não resolveram nada os demais santificados.

            Que surgisse, então, o demónio. Para resolver uma situação que se encontrava sem remédio.

 

            Repentinamente, ouviu-se um barulho, com grande claridade e um pouco de fumaça. Lá estava “ele” sobre as toras amarradas na carroça atolada, lançava pela boca e olhos uma lasciva chama avermelhada e observava o carroceiro atónito.

 

             O carroceiro pôs as suas mãos no bolso à procura de um rosário e encontrou somente fumo de rolo. Tentou se lembrar dos seus santos e recitava até orações nunca ouvidas! Mas nada resolvera. Ele, o diabo, continuava ali, sentado e indiferente ao homem que tentava agora se lembrar dos santos e dos desafios que fizera anteriormente contra a divina providência.

 

            Enquanto isso, como por encanto os bois lentamente saíram da lama e caminhavam com o peso, como que ajudados por alguma força diferente, invisível.

 

            Essa história se espalhou pelo lugar. E o Diabo de Capanema permaneceu no folclore do lugar. Até hoje, alguns fazem troça, outros ignoram, os demais comentam com dedicação e curioso interesse. E foi assim que aconteceu; a figura ilusória e persistente na imaginação de muitos ficou, vagando por longos tempos.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

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publicado por professorkibersitherc às 16:58

 

                A figura do pai é símbolo de energias espirituais; por trás de cada pai físico oculta-se um pai eterno, e as opiniões e conselhos que vêm do primeiro não são mais do que emanações da grande figura espiritual que se oculta por trás.

 

            O pai guarda pois a chave do nosso destino, um destino talvez incómodo, mesmo perigoso, mas que é o que a nossa alma precisa para se fazer engrandecer.

  

            Se em sonhos aparece o pai, é porque o sonhador necessita de uma direcção, um norte, e o pai dos sonhos indicar-lhe-á que sentido deve tomar a sua vida.

 

            Esse encontro onírico com o pai prefigurará uma nova etapa da sua vida. Em geral, o sonho significa mudança de orientação.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

 

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publicado por professorkibersitherc às 13:02

 

            É um sinal de riqueza, de ostentação e de poder. Se no seu sonho habitar num palácio, essa imagem reflecte a sua ambição, demonstra que se vê a si próprio como o centro da sua existência e que crê merecer o mais alto destino.

 

            Se sonhar com um palácio habitado por uma multidão de cortesãos no qual irrompem a pobreza ou a morte, existe uma luta de interesses na sua consciência.

 

            Por um lado está o seu desejo de melhorar posições, de subir degraus na escala social até alcançar o lugar por que anseia e, por dentro, a sua consciência, que lhe dita o dever de atender a outro tipo de valores mais humanitários.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

 

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publicado por professorkibersitherc às 11:43

29
Jun 10

            Conta-se que na região de Matinhos, do estado do Paraná, existiam muitos índios carijós e que havia muito ouro nas montanhas. Das histórias dos primeiros colonizadores, destaca-se a figura de um “homem de branco” que, à época, começou a fazer contacto com os índios e ficou amigo deles.

 

            Os índios perceberam que o homem queria o ouro deles e tentaram logo se proteger. Cada vez que este homem os procurava, eles se afastavam, porque constataram que o ouro estava desaparecendo.

  

            Na verdade os brancos queriam a região, o Bairro Tabuleiro, morro do Cabaraquara, onde existem, ainda, muitos sambaquis entre as matas.

 

            Um dia o “homem de branco” começou a ficar doente, com muitas dores. Acredita-se que o motivo tenha sido por envenenamento, causado pelos próprios indígenas, através de bebidas que foram oferecidas ao homem.

 

            Até hoje, alguns moradores do antigo local, relatam que o “homem de branco” ainda assombra a região e a quem mora ali.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

 

kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 23:48


            Conta-se que por volta de 1850 o tráfico de escravos negros, embora proibido, era praticado vergonhosamente. Com a emancipação política do Paraná, em 1853, iniciou-se a marcha para o progresso do Estado. Entre os anos de 1856 a 1858, o toldo dos índios Kaingang, no vale do Piquiri, foi cruelmente atacado e destruído. A partir dessa data, tropeiros paranaenses começaram as suas passagens pelos campos de Guarapuava e, bem mais tarde, pelo picadão que unia Guarapuava ao Mato Grosso do Sul, sendo Campo Mourão o local de repouso para os peões e as tropas.


            Contam os moradores da região de Guarapuava, Pitanga e Campo Mourão, que naquela época prevalecia a lei do mais forte; havia muitas chacinas e emboscadas, pois a ganância era muito grande. Pela região sempre aparecia um senhor idoso, longas barbas brancas, sandálias de couro nos pés, um lenço na cabeça, roupas maltrapilhas, um autêntico andarilho. Homem de poucas palavras, porém de sábias acções, era apenas conhecido como João Maria de Agostinho, “o profeta”. Chamavam-no de São João Maria, o santo profeta que curava pestes, doenças e até domesticava animais ferozes e cobras venenosas.


            O incrível é que ele sempre aparecia na hora e no lugar onde estavam precisando. Nada se sabia dele. Só que realizava milagres. Dizem que passou por um olho d’água do Jordão, em Guarapuava, e que até hoje aquela água tem poder de cura para os que têm fé.


            Todo mundo queria encontrar e falar com o tal profeta. A fonte virou um verdadeiro local de romeiros que ficavam de molho nas águas e no próprio barro e afirmavam que eram curados. Por onde o monge passava, falava de Jesus e plantava uma cruz. Ensinava sobre o amor, a fé e a caridade para com o próximo. Também ensinava a utilizar ervas caseiras e dizia que até a água pura curava, se a pessoa tivesse fé em Deus, não nele. Sempre ressaltava isso.


            Também passou por Campo Mourão e dizem que aqui havia muitas cobras venenosas. Quando aparecia alguma cobra na propriedade era só pensar no profeta e ele aparecia. Ele ia até o local e conversava com a cobra, ordenando que ela e toda a sua prole sumissem dali. Em seguida a essa ordem, fazia uma oração e nunca mais aparecia cobras naquele local.


            Em uma ocasião apareceu uma velha beata que começou a tirar vantagens em nome do profeta. Fazia bolinhas de barro e as vendia como pílulas milagrosas de São João Maria, dizendo que curavam todos os males.

 

            Era só engolir com um pouco de água e se livrar dos vermes, febres e outras doenças. Um dia, essa senhora adoeceu gravemente, porém nem médicos, nem as pílulas milagrosas conseguiam curá-la. No leito de morte, gritava:


            - Perdoe-me profeta, a minha ganância foi maior que minha fé.


            Ao anoitecer, ela faleceu. Dizem que o profeta passou a noite sentado num tosco banquinho, próximo à tarimba onde a morta era velada. Cabeça baixa, pernas cruzadas, sem pronunciar uma só palavra.


            Quando o cortejo saiu para o sepultamento, ele gritou:


            - O amor, a fé e a caridade não têm preço. Jesus Cristo foi exemplo disso. Deu sua vida por nós. Vão em paz. Quando precisarem, basta invocá-lo, que ele está sempre perto de vocês.


            A partir daquele dia, nunca mais ninguém viu, ou ouviu falar sobre o profeta, que era sempre o mesmo, com as mesmas roupas e sandálias.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 23:23

 

            Tal como o bobo, representa o extremo oposto da autoridade: ele recebe bofetadas, o que faz rir com o seu próprio ridículo, não é tomado a sério, nem por ele próprio nem pelos outros.

palhaco 

            Se sonharmos com um palhaço anónimo, a imagem adverte-nos contra a indignidade e a falsa camaradagem de outra pessoa; se o palhaço tiver os traços reconhecíveis de alguém com quem contactamos na vida real, é essa pessoa contra a qual o sonho nos previne.

 

            Mas se formos nós próprios que actuamos como palhaços, o sonho diz-nos que devemos vigiar a nossa aparência e atitude, pois as pessoas não nos tomam a sério e pensam que tanto fingimos a alegria como a tristeza.

 

             É possível que nos surjam problemas de todos os lados, pois há pessoas sem escrúpulos que se aproveitam da nossa falta de tino para nos fazerem arcar com responsabilidades que lhes pertencem.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 22:23

 

            A vida familiar, o lar ou até o desejo de constituir família costumam manifestar-se através de sonhos em que aparecem púcaros, caçarolas, conchas, frigideiras e outros utensílios de cozinha.

 

            Se for casado, o mais provável é que estes sonhos lhe augurem desavenças no seio da família.

 

            Por outro lado, se não a tiver podem reflectir o temor ou a incerteza que o seu futuro sentimental lhe provoca.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 21:16

            Michel de Nostradame (1503-1566), que latinizou o seu nome para Nostradamus, Foi um médico francês e vidente que publicou as suas colecções de profecias que desde então se tornaram mundialmente famosas. Ele é mais conhecido pelo seu livro “As Centúrias”, a primeira edição, que apareceu em 1555. Nostradamus tem atraído um público que, juntamente com a imprensa popular, deu crédito a ele com previsão de muitos grandes eventos mundiais

 

            A maioria das fontes académicas alegam que as associações feitas entre os eventos mundiais e de Nostradamus quadras são em grande parte o resultado de interpretações equivocadas ou erros de tradução (às vezes deliberada) ou então são tão ténue a torná-las inúteis como evidência de um verdadeiro poder de previsão. Além disso, nenhuma das fontes listadas oferece qualquer evidência de que alguém já tenha interpretado qualquer quadra de Nostradamus, especificamente o suficiente para permitir uma identificação clara de todo o evento com antecedência.

 

            Uma das profecias muito controvérsias é a sua aplicação a Adolf Hitler.

 

A liberdade não será recuperada.

O negrito, o homem, negro e orgulhoso perverso ocupar.

Quando o material da ponte for concluída,

A República de Veneza será incomodada por Hister.

 

            A palavra Hister, de acordo com as leis do anagrama (letras adaptados nome, muito popular no tempo de Nostradamus), É na verdade Hitler, com uma letra alterada. Hister também é um nome antigo do Danúbio, e é em última análise, uma referência à histeria, característica famosa do homem negro e ousado, que ocuparia o poder alemão. O objectivo triplo da palavra Hister é facilmente explicado, já que a 21 Fevereiro de 1941, o New York Herald Tribune "publicou: De Sófia, na Bulgária, informa-nos da ponte sobre o Danúbio nazista.

 

            Um mês após a ponte foi concluída, as forças de Hitler infiltrada Itália.

 

            Veja aqui algumas profecias que se concretizaram e que devem ser estudadas nesses momentos turbulentos de ataques e atentados. Nostradamus previu desde o nascimento e morte de Hitler até a criação do Nazismo e dos campos de concentração.

 

            Nascimento de Hitler

III, 35

Da região mais a leste da Europa ocidental,

uma criança nascerá de pais pobres.

Ela seduzirá grandes multidões e fará muito barulho

no caminho do poder em direção ao leste

 

            Hitler poderia ter sido detido na juventude

I, 36

Tarde demais o monarca se verá arrependido

De não haver matado seu adversário

Mas virá bem mais alto consentir

Que todo seu sangue por morte fará abrir

 

            O Terceiro Reich e os campos de concentração

IX, 17

O terceiro primeiramente faz pior do que Nero

Vai, faz derramar o valente sangue humano

A fornalha será reconstruída, um século de ouro

Então a morte, um novo rei e grande escândalo

 

            A tentativa de Hitler de invadir a Rússia

IX, 99

Vento Aquilão fará partir a sede

Por muros lançar cinzas, cal e poeira

Por chuva após que se mostrará ardil

Último socorro combate em sua fronteira

 

            Os campos de concentração (Hitler estava longe deles).A morde dos Judeus e as facções alemãs que tentavam destruí-lo.

IX, 53

Em três chaminés o jovem Nero

Fará com que se atirem as páginas vivas para queimar

Está feliz por quem esteja longe de tais acontecimentos

Três de sua família o emboscarão para a morte

 

            O suicídio de Hitler

"Mãos devoradas"- a perda do seu poder

A condenação pelo seu povo por impor uma ditadura

III, 36

Enterrado, com lesão cerebral mas não morto

Será encontrado com as mãos devoradas

Quando a cidade condenar o herege

Que julgaram ter mudado suas leis

 

Centúria 2, Quadra 24

Hitler e Mussolini, em 1945

 

Original em francês moderno:

 

Bêtes farouches de faim fleuves tranner;

Plus part du champ encontre Hister sera,

En cage de fer le grand fera treisner,

Quand rien enfant de Germain observera.

 

Tradução para o português:

 

Bestas ferozes e famintos rios atravessam

A maior parte da região será contra Hister

O grande fará arrastar em gaiola de ferro

Quando nenhum filho da Alemanha notará

 

PROF. KIBER SITHERC

 

 

 

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publicado por professorkibersitherc às 20:20
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                Vénus, pela sua presença no signo do Caranguejo, suscita uma vaga sentimental; é a sensibilidade, a ternura, a doçura, a bondade, a graça, o encanto, que vão exprimir-se e manifestar-se; tendências líricas, mas, no plano privado, unicamente num círculo muito restrito.

 

            Com aspectos positivos revela carácter maternal, afectuoso, terno, romântico. Uma necessidade de amor muito forte e feminina, embora também possa caracterizar o homem.

 

            São sensíveis a toda a reacção positiva, mas envergonham-se de exprimir aquilo que sentem, bem como o seu amor.

 

             Sentido e apego à família e ao lar em geral, atribuem grande importância à felicidade doméstica.

 

            Com aspectos negativos revela um carácter sugestionável, hipersensível e apaixonado no amor. Tendência a voltar-se para as vivências passadas. Gosto de coleccionar. Casamento tardio.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 13:57

 

                É um alimento essencial e, como símbolo, faz alusão à própria força ou segurança, ao próprio corpo, pelo que as condições em que esse alimento aparecer revelarão o nosso estado interior.

 

            Sonhar que damos pão a alguém representa a nossa capacidade de perdão.

 

            Se só tivermos pão para comer é porque nos sentimos pobres interiormente.

 

            Quando metemos o pão no forno, o significado do sonho dependerá do resultado: se sai no ponto certo, é um excelente presságio.

 

            Pelo contrário, um pão queimado ou excessivamente mal cozido revela, respectivamente, tensões e imprudências.

 

            Amassar o pão, anuncia que irá participar em actividades lucrativas.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

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publicado por professorkibersitherc às 01:03


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