Esoterismo, Lendas, Mitos, Parapsicologia, Auto-Ajuda. kiber-sitherc@sapo.pt

31
Jan 11

 

            Se estiver em movimento significa que está a viver a vida plenamente, apaixonadamente, sem perder nenhum pormenor da viagem da sua existência, sempre disposto a participar em qualquer aventura.

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            Embora o futuro não seja o mais importante para si, constrói o seu presente passo a passo para saborear plenamente cada instante.

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            Se perde o comboio, está a ser avisado de que deve prestar mais atenção aos sinais, pois algo pode estar a correr mal e deve descobrir de que se trata antes de perder uma boa oportunidade.

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            Se o comboio se atrasa, significa também que está a reduzir a sua velocidade de cruzeiro, não aprende com os erros e ignora qualquer advertência.

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            Se o comboio pára, a mensagem é um convite para descobrir a paisagem da sua própria vida, para que a viva com mais tranquilidade: a vida oferece-lhe inúmeras oportunidades que deve saber aproveitar.

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            Caso contrário, o comboio da felicidade passará à frente dos seus olhos sem se deter.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

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publicado por professorkibersitherc às 14:13

30
Jan 11

 

            Sonhar com alimentos tem um significado semelhante ao de cozinhar (ver sonhar com: cozinha), à excepção de quando sonhamos que empanturramos a comer.

 

            Neste caso, a comida indica que estamos saturados de informação e que devemos procurar esvaziar o nosso interior comunicando mais com os que nos rodeiam.

 

            Este sonho é um convite à ingestão de “alimentos” mais sublimes, a nutrirmo-nos com valores menos efémeros e materialistas, a alimentarmos mais o nosso espírito e não tanto o nosso corpo.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

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publicado por professorkibersitherc às 23:17

27
Jan 11

 

            Se durante o sonho vai às compras e acaba por comprar tudo o que vê, simboliza a necessidade de adquirir conhecimentos.

 

            Está aberto a muitas propostas, mas no entanto ainda não se decidiu relativamente a um assunto que preocupa neste momento.

 

            Tenha cuidado e não se precipite. Pese muito bem todos os prós e os contras com muita calma, e peça conselho a pessoas que lhe são próximas, mas velhas ou com mais experiência.

 

PROF. KIBER SITHERC 

 

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publicado por professorkibersitherc às 22:08

 

            Resumo: “A premissa consta de um macabro assassino em série, que na verdade não mata directamente as suas vítimas, mas obriga-as a matarem-se a si mesmas através de jogos mortais e perfeitamente hediondos. Os seus dois últimos peões são aprisionados numa casa de banho fétida, atados a canos longe um do outro e com um cadáver no chão, resultado de um desesperado suicídio. Os companheiros da brincadeira do intitulado Jigsaw Killer têm então de juntar as peças que o captor lhes vai dando, começando lentamente a perceber o papel de cada um naquele enigma.”

 

            Titulo Original: Saw
            Titulo Português: Saw - Enigma mortal
            Titulo Brasileiro: Jogos Mortais

 

            Ano: 2004
            Realização: James Wan
            Argumento: James Wan, Leigh Whannell
            Actores: Leigh Whannell, Cary Elwes, Danny Glover, Ken Leung, Tobin Bell, Monica Potter
            Géneros adicionais do filme: Crime, Mistério, Thriller 

            Trailer do filme Saw - Enigma mortal:

 

PROF. KIBER SITHERC

 

 

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publicado por professorkibersitherc às 20:37

26
Jan 11

 

            A Quirologia tem que ser aplicada metodicamente. As linhas, os sinais e as configurações da mão não podem ser estudadas isoladamente e de uma forma desordenada.

 

            Este sistema é baseado no M. Arpentigny.

            Analisamos primeiro o polegar. Feito isto, examinamos a extremidade dos dedos: quadrados, pontiagudos, cónicos, espatulados e etc. Estudaremos cuidadosamente a sua forma, seja ela lisa ou modificada pelos nós filosóficos ou de ordem material. Observando a sua base, verificaremos se os gostos materiais são mais longos que a palma da mão, ou se esta é maior que os dedos ou se são ambos de igual tamanho.

 

            Estudaremos as unhas, a sua configuração: compridos, estreitos, moles, frágeis e etc. a sua cor e se é quirologicamente normal.

 

            Depois estudaremos a configuração da mão, se ela é comprida ou curta, dura ou demasiado mole e macia, se é fria ou quente.

 

            Então, entraremos propriamente dito na Quirologia; a Quirologia (antiga quiromancia) estuda o interior da mão, enquanto a quirognomonia ocupa-se com o exterior da mão.

            Examinamos os montes a fim de ver qual o que se salienta pelo seu relativo desenvolvimento. Ficamos a saber se a paixão dominante é a imaginação, o amor, a ambição, a arte, a ciência ou o comércio.

 

            A fim de saber se este gosto principal é energicamente protegido interrogamos as linhas principais: da Vida, da Cabeça, do Coração, e linha do Destino. Depois estudaremos as linhas menores: do Sol, Mercúrio, etc.

 

            Para terminar o nosso trabalho, examinaremos os pontos, as estrelas, os quadrados, os círculos, as ramificações, as ilhas, as cadeias e os triângulos. Tendo sempre o cuidado de os modificar consoante o sítio aonde se encontram, sobre o monte Marte, Júpiter, Sol, etc.

 

            Procederemos, em seguida, a um resumo do conjunto; os instintos mais bem secundados dominam os demais, devorando-os; o bem domina o mal e o mal domina o bem; calculamos a força de acção e a resistência, e comparamos; e, segundo os instintos gerais, mais ou menos nobres, classificamos os mundos: o primeiro mundo do Sol, por exemplo, será a glória baseada na inspiração dirigida à beleza; o segundo, a celebridade baseada na ambição; o terceiro, a fortuna a assim sucessivamente.

 

            Terminado o trabalho, fazemos os nossos cálculos e dizemos, aquilo que nos dita a consciência.

            Este trabalho, moroso e difícil nos primeiros tempos, faz-se depois com grande rapidez, tal como sucede quando se aprende a ler. É necessário balbuciar o abecedário, pronunciar as letras, e em seguida saber-se ler.

 

            Síntese do modo de aplicar a Quirologia:

 

            1) - Estudo do polegar e dos outros quatro dedos.

           

            2) – Estudo das unhas.

 

            3) – Estudo quirognómico da mão.

 

            4) – Estudo dos montes.

 

            5) – Exame das quatro linhas principais.

 

            6) – Estudo das quatro linhas menores.

 

            7) – Por último resumo de todos os sinais que se encontram na mão.

 

PROF. KIBER SITHERC 

 

 

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publicado por professorkibersitherc às 22:29

 

            A Festa das Fogaceiras teve origem num voto ao mártir S. Sebastião, em 1505, altura em que a região de Santa Maria da Feira, foi assolada por um surto de peste que dizimou parte da população. Em troca de protecção, o povo prometeu ao santo a oferta de um pão doce chamado fogaça.

 

            S. Sebastião, que segundo a lenda padeceu de todos os sofrimentos aquando do seu martírio em nome da fé cristã, tornou-se, assim, o santo padroeiro de todo o condado da Feira.

 

            No cumprimento do voto, os ofertantes incorporavam-se numa procissão que saía do Paço dos Condes e seguia pela Igreja do Convento do Espírito Santo (Lóios), onde eram benzidas as fogaças, divididas em fatias, posteriormente repartidas pelo povo. Assim nasceu a Festa das Fogaceiras.

 

            Mas, muito mais tarde entre 1749 e 1753, deixou de se cumprir o voto. E a peste voltou e com ela voltou a cumprir a tradição a realizar a Festa em Louvor do Mártir S. Sebastião.  

            A partir de 1753, até hoje, a Câmara realiza esta festa e cumpre o voto ininterruptamente.

 

            Cumprida em cada dia 20 de Janeiro, esta promessa constitui uma referência histórica e cultural para as Terras de Santa Maria.

 

            A Festa das Fogaceiras chegou até aos nossos dias com dois traços essenciais: a realização da missa solene, com sermão, precedida da bênção das fogaças, celebrada na Igreja Matriz, e a procissão, que sai da Igreja Matriz, percorrendo algumas ruas da cidade.

 

            Com a proclamação da República, acrescentou-se um novo ritual: a formação de um cortejo cívico, a partir dos Paços do Concelho rumo à Igreja Matriz, antes da missa solene, que integra as meninas “fogaceiras”, que levam as fogaças à cabeça, bem como as autoridades políticas, administrativas, judiciais e militares e personalidades de relevo na vida municipal.

 

            A procissão festiva realiza-se a meio da tarde e congrega símbolos religiosos, com destaque para o mártir S. Sebastião, bem como uma representação civil, com símbolos autárquicos, económicos, sociais e culturais de cada uma das 31 freguesias do concelho, numa curiosa mistura entre o civil e o religioso.

 

            No cortejo e procissão as atenções recaem, naturalmente, sobre as fogaceiras, segundo a tradição “crianças impúberes”, provenientes de todo o concelho, vestidas e calçadas de branco, cintadas com faixas coloridas, que levam à cabeça as fogaças do voto, coroadas de papel de prata de diferentes cores, recortado com perfis do castelo.

 

            Inicialmente, as “fogaças do voto” eram distribuídas pela população em geral, depois pelos pobres e mais tarde pelos presos, pobres e personalidades concelhias, em fatias chamadas “mandados”. Actualmente, são entregues às autoridades religiosas, políticas e militares que têm jurisdição sobre o município de Santa Maria da Feira.

 

            Tal como outrora, hoje as gentes do concelho da Feira têm a oportunidade de manifestar o culto a S. Sebastião numa festa que é, acima de tudo, símbolo de união e de identidade colectiva. Manda a tradição que, por ocasião da Festa das Fogaceiras, os feirenses enviem fogaças aos familiares e amigos que se encontram longe.

 

            A fogaça é um pão doce tradicional de Santa Maria da Feira, cujas primeiras referências conhecidas aparecem nas inquirições de D. Afonso III, no século XIII (1254/1284) e que era usada como pagamento de foros. O seu formato estiliza a torre de menagem do castelo com os seus quatro coruchéus.

 

            A fogaça é cozida diariamente em várias casas de fabrico do concelho e distingue-se por tradicionais aprestos, quer no preparo, quer na forma como vai ao forno. Os ingredientes base utilizados na confecção desta iguaria são água, fermento, farinha, ovos, manteiga, açúcar e sal.

 

            A fogaça é comercializada durante todo o ano e utilizada como voto na Festa das Fogaceiras.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

 

 

 

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publicado por professorkibersitherc às 19:10

25
Jan 11

 

            Se alguém o convida para participar num acontecimento importante ou numa festa, entenda-o como um sonho de grande conteúdo.

 

            Pode ser prenúncio de um compromisso ou associação importante ou que está numa fase de assimilação de valores elevados.

            É um sonho muito positivo.

 

             Por outro lado, se na sua vida consciente não lhe apetece muito ir como convidado a um evento ou participar em algo, é possível que lhe peçam para ser mais participativo, mesmo na vida familiar.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 22:40

24
Jan 11

 

            O tratamento do tabagismo apresenta aspectos psicológicos muito semelhantes aos de alcoolismo, embora, geralmente de forma muito mais branda. Muitas pessoas conseguem deixar de fumar sem nenhuma ajuda alheia. Muitos dos fumadores recorrem à terapêutica substitutiva, chupando rebuçados (balas) em vez de mamar charutos ou cigarros. A hipnose, em todo o caso pode suavizar, apressar e facilitar esse desmame em muitos fumadores inveterados.

 

            O condicionamento repulsivo no caso do vício do tabaco pode ser à base de gasolina. Há hipnotistas que se servem de condicionamentos mais extravagantes, desnecessários. O gosto de gasolina basta para incompatibilizar um fumador com o seu vício.

 

            Certa senhora, tendo recebido um condicionamento repulsivo desse tipo, justificou a associação do gosto do cigarro ao cheiro de gasolina, declarando que sentia o cheiro da benzina de isqueiro, sempre que levava um cigarro à boca.

 

            Eis um exemplo dessa sugestão: “Preste atenção às minhas palavras. Obedecerá a todas as minhas sugestões na ordem em que foram apresentadas. De agora em diante sentirá uma profunda repulsa pelo cigarro, pois todo o cigarro que levar à boca, não importa a marca, terá gosto de gasolina. Acontece que, independentemente desse gosto de gasolina, você não quererá mais saber de fumar. Não sentirá mais necessidade do fumo. Se, porventura, no princípio, se impacientar por falta de cigarro, poderá chupar uma bala (rebuçado) e ficar perfeitamente calmo e apaziguado. Muito em breve, também os rebuçados tornar-se-ão perfeitamente dispensáveis. Você passará muito bem sem fumar. A sua saúde e os seus nervos beneficiarão com isso extraordinariamente. Você sentir-se-á plenamente compensado. Nunca mais tornará a fumar, etc.”

 

            Antes de acordar o paciente, repete-se-lhe a sugestão da memória pós-hipnótica. Ao paciente acordado oferece-lhe em seguida um cigarro.

 

            Provavelmente não se mostrará muito inclinado a fumar. E se levar o cigarro à boca sentirá o gosto sugerido. Nos casos em que o tabagismo tem as suas raízes numa oralidade de tipo primário e incorporação voraz do objecto odiado, fazendo um jogo de auto-destrutivo, o condicionamento repulsivo não somente não resolve o problema, como ainda pode estimular as determinantes masoquistas orais do vício. Aconteceu uma declaração de um enfisemático, inconscientemente empenhado na auto-destruição. “Não é preciso sugerir-me repulsa pelo cigarro… Não existe nada mais repugnante para mim… O fumo dá-me nojo… Mas esse nojo não consegue afastar-me do vício. Diria, que ao contrário, ainda o alimenta mais”. O recurso terapêutico em tais casos é a psicanálise de duração indeterminada.

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            O mais importante da hipnoterapia sugestiva, como de qualquer outra, é a reeducação do inconsciente do paciente. E reeducar significa ajustar ou reajustar o indivíduo à realidade da vida. A psicanálise facilita substancialmente os expedientes da reeducação. Todavia, mesmo sem o concurso especificamente analítico, com hipnoterapia funcional sugestiva, já se conseguem resultados extraordinários.

 

            O êxito hipnoterapêutico exige por parte do hipnotista, além da capacidade psicológica e técnica, uma decidida dedicação à causa do paciente e uma firme resolução de curá-lo pela hipnose, ainda que as extensas e repetidas sessões. A lei do menor esforço e o comodismo neutralizam as melhores chances terapêuticas nesse sentido.

 

            Por esse lado, o hipnotista de palco leva a vantagem do êxito compulsório. Um fracasso em público pode significar, além do transtorno comercial e teatral momentâneo, o fim de uma carreira. O hipnotizador de palco, ao contrário do seu colega de gabinete, não pode dar-se ao luxo de fracassar. E nem sequer aludir à possibilidade de um insucesso ao apresentar-se em público. A mesma táctica tem de ser usada pelo hipnoterapeuta. Ele tem de retribuir e confirmar a fé que nele deposita. Equivale a dizer que não unicamente o hipnotista tem de estar convencido da possibilidade da cura, mas também o paciente.

           

            Diz Sadler a propósito: “O paciente tem de estar convencido de que vai ficar bom. Ideia essa que lhe é inculcada na mente até que se lhe transforme numa convicção, a qual, por sua vez, é a base da sua cura”.

 

            Referindo-se à cura por acção sugestiva, Alexis Carrel alude aquela “sensação súbita de cura em segundos, em minutos ou, mais extensa das hipóteses, em poucas horas: cicatrizam-se feridas, desaparecem, como por encanto, sintomas patológicos, restauram-se apetites… são curas que se caracterizam sobretudo por uma extraordinária rapidez da restauração orgânica”.

 

            Sabemos que as curas hipnóticas se caracterizam notoriamente pela sua acção aceleradora sobre os processos orgânicos da restauração física.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

 

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publicado por professorkibersitherc às 21:39

 

            Voltaire chegou a escrever uma longa entrada sobre vampiros no seu Dicionário Filosófico. Dessa obra faz parte a seguinte definição de vampiro: "Estes vampiros eram corpos que saem das suas campas de noite para sugar o sangue dos vivos, nos seus pescoços ou estômagos, regressando depois aos seus cemitérios." Será que carece de fontes?

 

            Rousseau escreveu também em uma carta ao Arcebispo de Paris: ‘Se alguma vez existiu no mundo uma história provada e digna de crédito, é a dos Vampiros. (…) Não falta nada: autos, certificados de homens notáveis, de cirurgiões, clérigos e juízes. A prova jurídica abarca tudo. Com tudo isto, quem acredita, pois, nos Vampiros?’

 

            Karl Marx compara o capitalista com o vampiro: "o capital é trabalho morto que, como um vampiro, vive somente de sugar o trabalho vivo e, quanto mais vive, mais trabalho suga (…) o prolongamento do dia de trabalho além dos limites do dia natural, pela noite, serve apenas como paliativo. Mal sacia a sede do vampiro por trabalho vivo (…) o contrato pelo qual o trabalhador vendeu ao capitalista sua força de trabalho prova preto no branco, por assim dizer, de que dispôs livremente de si mesmo. Concluído o negócio, descobre-se que ele não era um 'agente livre', que o momento no qual vendeu sua força de trabalho foi o momento no qual foi forçado a vendê-la, que de fato o vampiro não largará a presa 'enquanto houver um músculo, um nervo, uma gota de sangue a ser explorada' (citação de um texto de 1845 de Friedrich Engels).

 

            Os vampiros mais famosos, no campo da literatura e das Artes são: Drácula de Bram Stoker; Lestat de Lioncourt de Anne Rice e o filme Nosferatu, de Phanton der Natch.

 

            A partir de 2000 houve uma nova explosão da literatura vampira, e suas consequentes adaptações para o cinema e televisão, como por exemplo, a série The Vampire Diaries, da autora Lisa Jane Smith, onde os irmão protagonistas são interpretados por Ian somerhalder e Paul Wesley, e os Cullens e os Volturis da Saga Crepusculo, onde o principal se chama Edward Cullen interpretado por Robert Pattinson.

 

            No Brasil, os mais famoso são: Zé Vampir (de Mauricio de Sousa), Bento Carneiro o vampiro brasileiro (personificado por Chico Anysio), o Conde Vlad, personagem da novela Vamp interpretado pelo cómico actor Ney Latorraca, Natasha, a vampira roqueira vivida por Cláudia Ohana, a Liz Vamp filha do Zé do Caixão com uma Vampira cigana inglesa chamada de Elizabeth Hart (Segundo a Liz, o pai não gosta de Vampiros, mas o convenceu a deixar que ela fosse vampira, criando a história que o Zé do Caixão havia tido uma filha com uma vampira) e o Bóris Vladescu o vampiro da época medieval (personificado por Tarcísio Meira).

 

            Em 2000, o escritor brasileiro André Vianco ganhou visibilidade através de seus livros baseados em histórias de vampiros, como Os Sete, Sétimo, O Vampiro Rei, e outros. Os Livros, todos ambientados no Brasil começam a trama tratando dos Vampiros do rio d'ouro, vampiros medievais portugueses acordados de seu sono vampírico em nossos dias e vai até um futuro "pós-apocalipse vampiro", ganharam um público considerável.

 

            Em 2010, mais um lançamento brasileiro agitou o mercado de livros de vampiros nacionais. Trata-se de Lázarus, de Georgette Silen. A história faz um paralelo entre os mitos clássicos dos vampiros e os modernos, misturando Brasil e Inglaterra nesse percurso narrativo e trabalhando com a temática inovadora sobre uma possível "cura" para o vampirismo, com romance, humor, drama, tecnologia e muito sangue. O livro tem ganhado seguidores fiéis e continuações para a trama.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

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publicado por professorkibersitherc às 17:16

23
Jan 11

 

            Um copo serve geralmente para conter água, e esta está associado às emoções, aos sentimentos.

 

            Se sonha com um copo cheio de água deve interpretar este sonho como algo positivo, o anúncio de um período sentimental próspero e feliz.

 

            Pelo contrário, se o copo está vazio, é porque não consegue exprimir as suas emoções.

 

            Indica também sentimentos que não são correspondidos.

 

             Se o copo se parte é sinal de um conflito de interesses; pretendem fazer-lhe mal ou tirar proveito de alguma situação em concreto.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 21:43


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