Esoterismo, Lendas, Mitos, Parapsicologia, Auto-Ajuda. kiber-sitherc@sapo.pt

26
Jan 14

Tecnicas de filmagem - Guião - Captura - Edição - Pré-produção - Yourmachinima Community

  Muitas pessoas aparecem-me confusas,  desorientadas   e  frustradas. Quando lhes pergunto o que pretendem fazer respondem que não sabem, outras que não conseguem atingir os seus objectivos. Será que essas pessoas não têm o seu guião de vida?!

      Numa peça teatral, o actor recebe o seu papel para desempenhar o seu personagem: como deve sentir, o que deve representar, como se deve movimentar, como se deve sentar e como entrar e sair de cena.
      O guião de vida também chamado de argumento é inconscientemente transmitido dos pais aos filhos. São mensagens de vários tipos de êxito e de fracasso, que nós representamos bem ou mal conforme as nossas aptidões e habilidades. Eis alguns exemplos dessas mensagens: “A vida é uma tragédia”. “Os filhos são um problema”. “Deves seguir o meu exemplo, porque eu o segui também dos meus pais”. “Os homens não choram”. Várias normas, restrições, permissões e condutas sobre o que se supõe passam dos pais para os filhos, assim criamos o nosso padrão mental, o nosso guião que nos orienta na estrada da vida, muitas vezes confuso (devido às mensagens recebidas na infância), com muitas encruzilhadas, dúvidas e incertezas.
     Quer queira quer não, todos representamos os nossos papéis no palco da vida: de bobos da corte, de gladiadores, de gatas borralheiras, bonecas de vitrina, outros de vítimas, de triunfadores, de perseguidores, de salvadores, etc. Cada papel nos foi dado de uma maneira inconsciente, pelos nossos progenitores e familiares e nós interpretamos inconscientemente a nosso belo prazer. Temos uma assistência a quem agradar, que nos aplaudem, ou a quem tememos, porque nos critica, que nos deseja ver fora da cena da vida.
     Será que teremos que obedecer aos mandatos do guião? Seguir todas as normas que nos foram impregnadas na infância, seguir esse mandato no itinerário da vida, mesmo sabendo que é uma adversidade. Sim, poderemos mudar o argumento vital e sermos nós os autores do nosso guião.
     Uma jovem que decide mudar os seus comportamentos e hábitos. Planeia contra as normas familiares, escolher o seu curso, sair de casa, casar numa determinada idade, ter dois filhos, escolher o homem da sua vida, e o lugar para onde irá morar. Essa jovem está criando o guião da sua vida. É possível que haja algumas alterações nesse guião mas ela determinou o seu próprio destino.
     Para modificar-mos o nosso guião é necessário quebrar todo esse padrão mental, entrar no trajecto da mudança e atingir metas.
     1º - Faça uma lista dos seus desejos, dos seus sonhos, de tudo aquilo que quer ter. Use todos os seus sentidos, sensações e emoções. Calmamente pegue num papel e escreva, escreva sem parar todos os desejos que lhe vierem à mente.
      2º - Agora seleccione. Como se usasse uma espécie de “peneira” da qual escoará o que poderá ser mais real às suas necessidades. Verá que muitas coisas poderão ficar de lado, talvez por achá-las demasiado frívolas ou utópicas.
       3º - Aí temos o seu guião escolhido por si. Agora só terá que o seguir, usando toda a sua capacidade criativa e positiva para que tenha sucesso. Mas o seu guião não deverá ser demasiado rígido, você deverá ser flexível adaptar-se conforme as situações, não esquecendo o seu objectivo final.
       4º - Só falta datar os acontecimentos. Há coisas que lhe poderão surgir nos próximos tempos, outros eventos estarão mais distantes, por isso seleccione as datas.
 
PROF. KIBER SITHERC
 
 
 
kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 22:36

14
Jan 14

   

 

     “Bem-vindos a Beirais» é uma série do Canal 1 da RTP que diariamente é visto por uma média de 340 mil espetadores e que está entre os 10 programas mais vistos. Resultados que fizeram a RTP alargar os 80 episódios inicialmente previstos para 100. Vêm aí a segunda série, que volta a ter o Carvalhal como cenário. Sim, a freguesia do Carvalhal, concelho do Bombarral, é a verdadeira Beirais, aquela que muitos pensam ser uma aldeia qualquer no Minho. As paisagens envolventes foram filmadas na Lousã e as quedas de água, nas “Fisgas do Ermelo”, essas sim localizadas em de Mondim de Basto.

 

     A história do Santuário do Senhor Jesus do Carvalhal está intimamente ligada a uma lenda. Temos de olhar para a lenda, que começa em Peniche. Peniche tem um costume, ainda hoje, que se chama ‘correr a praia’, ou seja, percorrer a praia e ir à maré vazia ver o que o mar deixou! A tradição e a lenda dizem que alguém, no século XIII ou XIV, ia a ‘correr a praia’ e encontrou um caixote, com a imagem do Senhor Jesus.

 

     Na altura, recorde-se, o povo escondia as imagens por causa da perseguição, no período iconoclasta, muitas vezes deitando-as ao mar. Por respeito, deitavam as imagens ao mar dentro de qualquer caixa ou caixote. Essa pessoa que encontrou a imagem ouviu então uma voz que dizia: ‘Leva-me daqui’. Ele foi buscar um carro de bois e começa a levar a imagem, até que chegando ao Carvalhal ouve novamente a voz: ‘Deixa-me aqui’. Foi precisamente neste local onde hoje está o santuário!

 

     Outra versão da lenda diz que o caixote tornou-se tão pesado que, não podendo mais com ele, o homem foi chamar o prior que o abriu deparando com a imagem. Esta foi então recolhida e exposta à veneração pública e assim começaram os círios. O certo é que a partir desse século, em 1762, a paróquia de São Pedro passa a ser do Bom Jesus e São Pedro. A devoção rapidamente se começa a espalhar e hoje o Santuário do Senhor Jesus do Carvalhal “tem uma incidência regional muito grande, acolhendo sobretudo gente de Torres Vedras, Mafra, Lourinhã, Bombarral, Nazaré e Peniche”.

 

Santuário  Senhor do Bom Jesus do Carvalhal

kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 23:07


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