Esoterismo, Lendas, Mitos, Parapsicologia, Auto-Ajuda. kiber-sitherc@sapo.pt

11
Nov 10

 

            Por mais incrível que pareça, este mito urbano tem ainda muitos adeptos em todo o mundo!

 

            No dia 16 de Agosto de 1977 morria em Graceland, na cidade de Memphis, Tennessee, Estados Unidos, o cantor e intérprete Elvis Aron Presley, considerado o "Rei do Rock'n'Roll" (inclusive a marca "King of Rock'n'Roll" é registada e só pode ser utilizada em referência a ele). A morte se deu, segundo o atestado de óbito, por arritmia cardíaca e ingestão de vários tipos de drogas diferentes (overdose). Um gigantesco aparato se deu nas cerimonias antes, durante e após o seu enterro, comovendo todo o país. Com fãs em todo mundo, houve um grande lamento geral.

 

            Apesar disso, há uma corrente de pessoas que acreditam que ele não morreu. O slogan "Elvis não Morreu!" é muito conhecido e bastante utilizado, tanto pelos que com sinceridade acreditam nisto, como com fins comerciais pelos detectores dos direitos sobre a imagem e a obra do artista.

 

            O cineasta norte-americano Adam Muskiewicz oferece três milhões de dólares a quem lhe mostrar Elvis Presley vivo e em pessoa. A oferta está registada e foi integrar o filme do realizador, «The truth about Elvis», que foi lançado em Agosto de 2007, precisamente no mês em que passaram 30 anos sobre a morte do cantor. O filme baseia-se em depoimentos de amigos, parentes e fãs que afirmam ter visto Elvis depois de 16 de Agosto de 1977.

 

            O mito de Elvis Presley, alimentado por dezenas de vozes e suposições sobre uma segunda vida em qualquer lugar do mundo, foi retomado devido à proximidade do aniversário de 30 anos de sua morte, em 16 de Agosto. E agora há quem jure que o rei do rock n'roll esteja vivendo com um falso nome na Argentina.

 

            A última edição da versão latino-americana da revista "Rolling Stone" reabriu o caso, alegando que há em Buenos Aires anúncios pelas ruas, colados nos postes de luz no estilo "Procura-se", com foto da estrela do rock como estaria hoje, com 72 anos. O cartaz convida qualquer um que tenha informações sobre ele para registá-las em um site na Internet.

 

            O argentino Jorge Daniel Garcia, que em 1977 era soldado, conta que na base militar de Palomar, na Província de Buenos Aires, chegou de Memphis, nos Estados Unidos, um Boeing 747, o primeiro avião daquele tipo que aterrava no país, e que havia uma limusine à espera de um homem.

 

            A história contada pela revista é a de que após a morte oficial de Elvis, um homem chamado John Burrows, com uma extraordinária semelhança com o cantor norte-americano, foi notado enquanto adquiria um bilhete aéreo para Buenos Aires. Elvis, dizem, usava aquele pseudónimo para viajar, e teria usado para uma viagem ao Departamento Federal de Investigação (FBI) de Washington.

 

            Foi naquela ocasião que, de acordo com diversas testemunhas, Presley encontrou em segredo o presidente dos Estados Unidos, Richard Nixon, informando-o a respeito da conduta ilegal de outras celebridades da época e oferecendo os próprios serviços na luta contra as drogas.

 

            Após anos de colaboração com os serviços secretos, e devido à importância de sua contribuição para eliminar bandas mafiosas, Elvis foi "desaparecido" para salvar sua vida e transferido para a Argentina, "em uma zona a oeste na Província de Buenos Aires", onde moraria hoje em dia com uma nova identidade.

 

            Segundo os que acreditam nessa tese, Elvis não estaria enterrado nos jardins de Graceland, sua casa em Memphis que se tornou um verdadeiro santuário do rock, como declarado oficialmente, mas seria o protagonista de um dos planos para a protecção de testemunhas mais elaborados de todos os tempos.

            Acredite quem quiser!

 

PROF. KIBER SITHERC

 

 

kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 21:49


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