Esoterismo, Lendas, Mitos, Parapsicologia, Auto-Ajuda. kiber-sitherc@sapo.pt

14
Jan 11

 

            A radiestesia é eficaz em caso de pessoas desaparecidas com a ajuda do pêndulo.  

 

            Para procurar um desaparecido, de quem não se possua qualquer dado quanto ao local onde se encontra, convirá começar as investigações sobre um planisfério em pequena escala, para depois se aumentar progressivamente a escala do mapa.

 

            Para a busca de seres desaparecidos é prudente comprovar o resultado do trabalho, recorrendo ao local encontrado quer o plano de vibrações do indivíduo procurado, quer as suas iniciais, quer qualquer outra característica que se tenha revelado previamente sobre um testemunho.

 

            Também é preciso comprovar as grutas, cavidade, cavernas abandonadas e outros locais ocos que, se encontram em mapas e planos, assim como as emanações nocivas.

 

            Normalmente utiliza-se a ponta do ponteiro ou do lápis, e em caso de necessidade, pode-se pegar num testemunho, para se distinguir de que classe de gruta ou de onda nociva se trata.

            É preciso não esquecer, o desvio que pode ocasionar erros de muitos quilómetros no terreno. Há que eliminá-lo por um acto de vontade, exercitando-nos a aumentar a rapidez dos reflexos.

 

            Quando se conhecem perfeitamente os lugares a explorar, pode-se prescindir dos mapas ou dos planos, desenhando-se mentalmente. Isso prova que nos encontramos diante de fenómenos metapsíquicos.

 

            Um tele-radiestesista com certa experiencia pode encontrar sobre a fotografia de uma pessoa, ou de qualquer ser, tudo o que se encontraria se eles estivessem presentes. A fotografia pode até ser substituída por um testemunho, desde que este seja impregnado de emanações da pessoa ou do ser a examinar. Os referidos testemunhos podem ser cabelos, unhas, lenços, roupa interior usada, ou qualquer escrito da pessoa em questão.

 

            Deve-se ter presente que o nome de uma pessoa escrito por alguém que a conheça a fundo pode bastar como testemunho para a investigação. E, se conhece bem a pessoa a investigar, isto é, o seu aspecto exterior, não é preciso testemunho algum; poder-se-ão efectuar as investigações pensando nela e formando nela a sua imagem.

 

            Para saber se uma pessoa está viva ou não, o professor Mertens recomenda o seguinte procedimento: Pega-se na sua fotografia, regula-se o pêndulo sobre ela, deixando-o girar como um movimento para a direita, de preferência. Ao mesmo tempo, toma-se mentalmente aquilo em que radiestesia se chama a sua radiação geral.

 

            Passa-se em seguida o indicador da mão esquerda por cima do coração, quer sobre a placa anatómica, quer, se conhecer bem a anatomia humana, sobre uma lâmina mental em que esteja o coração da pessoa em questão (o dedo pode ser substituído, se desejar, por um ponteiro orientador, um lápis ou qualquer outro objecto de ponta).

 

            Procuram-se então mentalmente os latejos do coração. O pêndulo segue exactamente esses latejos. Em caso de morte, o pêndulo detém-se bruscamente e recusa todo e qualquer movimento. Se gira ao contrário ou persiste no movimento inicial, há insuficiência cardíaca. Deve-se sempre proceder como nas investigações sobre planos, anteriormente descritos. Do mesmo modo se podem descobrir feridas e outras anomalias, para o que a lâmina anatómica servirá de guia.

 

            Deve-se passar o pêndulo sobre os diversos órgãos: coração, fígado, pulmão, etc. A persistência da rotação inicial é indicadora de um órgão em bom estado. Em contrapartida a oscilação do pêndulo indicará que o órgão sofre de uma anomalia, e a inversão do sentido de rotação, que está gravemente afectado.

 

            O hábito ajuda muito. Por outro lado, a lâmina anatómica não é indispensável a quem conhece bem a anatomia humana ou animal.

 

            Advertimos, por outro lado, que tudo o que aqui se aplica às investigações humanas é válido igualmente em relação aos animais.

 

            A natureza e o género da enfermidade só podem ser encontrados por pessoas que possuam suficientes conhecimentos médicos, quer por meio de testemunhos adequados, quer mentalmente, imaginando-se as características principais das enfermidades. Em qualquer caso, é preciso agir com prudência.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

 

kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 21:01


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