Esoterismo, Lendas, Mitos, Parapsicologia, Auto-Ajuda. kiber-sitherc@sapo.pt

01
Mar 14

Se tiver frio acenda uma fogueira; se fizer vento abrigue-se em casa; se chover espere que passe. Não esconjure o tempo, desfrute da beleza da noite, do vento e da chuva. Mais vale acender uma chama do que amaldiçoar a escuridão! Se estiver só, nunca estará sozinho. Esta é a mente tranquila! 

 

 

     Muitos de nós gostariam de sentir uma tranquilidade e felicidade sem limites. Todos já experimentaram momentâneos de prazer, (pequenas faíscas) de bem-estar, por vezes devido à companhia de amigos, de alguém que nos eram queridos. Outras vezes devido ao uso de substâncias alcoólicas, derivados de cafeína, estupefacientes, etc.

 

     Na verdade todo o ser humano aspira à felicidade sem limites, mas procura esse caminho por atalhos, julgando que assim chega mais depressa. Mas essa via não é a segura, por vezes é a rota da desgraça e da morte.

 

     A lembrança do Éden, dum lugar paradisíaco e tranquilo, não é nada mais, que a lembrança inconsciente da nossa vida uterina, com o nascimento fomos expulsos do Paraíso. Nascer e crescer tornou-se o sofrimento segundo o Budismo. 

 

     Muitas pessoas procuram fora de si a felicidade e a tranquilidade, aspiram por um paraíso que nunca encontrarão, porque não mudam interiormente, carregam um fardo pesadíssimo, de angústias, ressentimentos, fobias, e lamentações. Para onde nós formos levamos a nossa mente, o nosso espírito, o nosso fardo mental, as preocupações e as angústias. Esteja onde estiver, você está sempre se encontrando, por isso não adianta procurar a paz quando ela não está dentro de si. 

 

     Uma mente perturbada, ansiosa, e amargurada jamais encontrará a tranquilidade onde quer que esteja. Como vimos num número anterior, não é possível realizar os nossos desejos se estivermos exaustos, obcecados e usando o esforço mental, a nossa mente terá que estar tranquila, calma e descontraída. 

 

     Agir como se fosse... trás milagres. Não se esqueça dessa expressão, porque vai ser usada nos próximos números. Agir como se fosse calmo, agir como se fosse feliz, agir como se fosse tranquilo, enfim, deverá agir como se fosse aquilo que mais deseja.

 

     Quebre o gelo. Olhe para o espelho e sorria. Medite nas seguintes palavras: “Paz – Harmonia – Tranquilidade”. Não as engula, mastigue-as, sinta-as, pronuncie devagar. Repita-as até adormecer. Use o verbo ter e ser. Exemplos: Tenho harmonia, tenho tranquilidade, sou tranquilo.

 

     Procure uma fotografia panorâmica, de uma paisagem calma e tranquila, poderá ser um bosque, uma praia deserta, um rio com árvores nas suas margens, etc. Relaxe o seu corpo, deixe-se transportar e experimente entrar nessa paisagem panorâmica, visualize com toda a nitidez que está dentro dela, oiça o som do vento, das árvores, das aves, das ondas, etc.  Sinta a  aragem do vento, a areia da praia, o calor do sol, a água do rio, etc. Use o sentido da gustação, sinta o sabor da água do mar, o sabor das coisas em que está inserido. Use o olfacto, sinta o cheiro das árvores, do mar, etc.

     Se gostar de fotografar, poderá tirar fotos a várias paisagens tranquilizantes. Ficará surpreendido, como é possível encontrar a paz e a tranquilidade com este sistema, o que confirma que para onde for levará os seus problemas. 

 

     Respire profundamente e medite nas palavras anteriormente citadas: Paz... e visualize pombas brancas ao seu encontro. Harmonia... e visualize o equilíbrio de dois pratos de uma balança. Tranquilidade.. e visualize uma paisagem que se sinta feliz.

 

Kiber Sitherc

 

 

kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 19:12

Muito lindas essas palavras de sabedoria
Inês sarmento a 1 de Maio de 2014 às 12:54


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