Esoterismo, Lendas, Mitos, Parapsicologia, Auto-Ajuda. kiber-sitherc@sapo.pt

13
Abr 10

 

                Antigamente, em Mem Martins não existia sítio para casar, até porque a actual freguesia de Algueirão - Mem Martins pertencia à freguesia de São Pedro de Penaferim, e deste modo, a igreja correspondentes aos habitantes da terra, era a igreja de São Pedro.

 

            Desta maneira, os noivos e os convidados concentravam-se numa zona de Mem Martins, e seguiam o percurso entre Ranholas e Ramalhão, até ao local da cerimónia.

            Uma viagem que os habitantes da terra já conheciam, pelo facto de se deslocarem com frequência à Feira de São Pedro.

 

            No entanto, existia uma lenda antiga e popular, e hoje praticamente desconhecida de todos, que dizia que quando passasse por debaixo do Arco do Ramalhão uma noiva, donzela, pura e virgem: o arco caía.

 

            Os casamentos sucediam-se, e o arco lá se mantinha, tal como hoje ainda lá está.

            Era normal, que quando os noivos e os convidados regressavam a Mem Martins, fosse feita a pergunta: foi desta vez que caiu o arco?

            Havia quem respondesse: Não caiu, mas estremeceu...

 

PROF. KIBER SITHERC

 

 

O arco do Ramalhão: Não caiu, mas estremeceu...

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publicado por professorkibersitherc às 22:15

 

            Segundo a lenda, Rio de Mouro tem a sua origem na conquista da bacia do Tejo, em 1147. O ataque de D. Afonso Henriques ao Castelo de Sintra, nessa data, pôs em fuga os habitantes da cidade, entre eles o governador do castelo, chamado Albarraque, que significa “O Brilhante”.

 

            Cercado junto a um rio, lutou como um valente antes de morrer e o seu sangue tornou vermelhas as águas do rio, que ficou conhecido como o Rio de Mouro, tal como o povoado que mais tarde aí se formou. Tornou-se uma zona rural e um ponto de passagem no trajecto Sintra – Lisboa.     

 

            Não se sabe ao certo como e quando nasceu a povoação de Rio de Mouro. Há notícias desta terra na Idade Média; documentos do século XV dão-nos conta de contratos de arrendamento de terrenos agrícolas propriedade de residentes em Rio de Mouro.

            No século XVI foi mandada erigir, pelo Cardeal D: Henrique, a Igreja Matriz que ostenta na sua frontaria a data de 1563.

 

            A primeira indústria em Rio de Mouro foi a fábrica de tinturaria e estamparia, fundada no século XVIII. Os seus maiores clientes eram os armazéns de Lisboa.

            A falta de transportes dificultou o desenvolvimento da fábrica. A grande solução seria a criação dos caminhos-de-ferro...

 

            No final do século XIX nasce a primeira colectividade - a velhinha Sociedade 1.º de Dezembro com a sua, então famosa, filarmónica; no início do século XX, mesmo ainda antes da implantação da República um grupo de aguerridos republicanos, através de subscrição pública, constrói o Cemitério paroquial.

 

            Na primeira metade do século XX, Rio de Mouro era uma pacata povoação do Concelho de Sintra conhecida como terra de boas águas e óptimos ares. Aqui vinham os Lisboetas fazer curas, descansar das fadigas da semana, ou passar umas merecidas férias.

 

            Homens de letras, consagradas artistas de teatro, do cinema, da canção, artistas plásticos e até políticos aqui tiveram as casas de veraneio. De entre as figuras ilustres que aqui habitaram destacamos o Arquitecto Adães Bermudes, Escultor Francisco dos Santos, Mestre Leal da Câmara, Actriz Maria das Neves, José Gomes Ferreira, Actriz Ivone Silva.

 

            Na primeira metade do século XX Rio de Mouro podia ainda caracterizar-se como uma Freguesia rural com as suas quintas, as suas hortas, vinhas, olivais e pomares.

            A Feira das Mercês reunia anualmente os lavradores da região que tinham a oportunidade de fazer os seus negócios que consistiam na compra ou venda de gado, compra de alfaias agrícolas e venda dos produtos da terra.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

 

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publicado por professorkibersitherc às 20:44

09
Abr 10

 

                A Freguesia de Belas situa-se a onze quilómetros de Sintra e a quinze de Lisboa, sendo uma das freguesias mais conhecidas do Concelho de Sintra. O surgir de novos empreendimentos turísticos e habitacionais permitem a publicitação do nome da povoação em todo o país e dando fama a Belas.

 

             A área da freguesia de Belas é actualmente de dois mil trezentos e sessenta e nove hectares, sendo delimitada pelas freguesias de Almargem do Bispo, a norte; Queluz, Massamá e Monte Abraão, a sul; Mina e Casal de São Braz, a nascente; e Agualva-Cacém, a poente.


            É esta uma das freguesias mais antigas de Sintra e uma daquelas em que os vestígios arqueológicos mais abundam. Dos tempos do megalitismo, existe na freguesia um impressionante conjunto de antas, geralmente conhecidas como antas de Belas. Identificadas em meados do século XIX, faz parte deste conjunto a anta da Estria, a anta do Senhor da Serra e Anta do Monte Abraão. Todos estes monumentos megalíticos de grandes dimensões encontram-se nos limites com a freguesia de Monte Abraão.


            A barragem romana de Belas, ao quilómetro 16423 da Estrada nacional n.º 250, é um dos mais importantes e imponentes vestígios romanos em toda a Península Ibérica. Reconhecida e estudada desde o século XVI, é uma contrafortada construção maciça em pedra, a mais alta de todo o Império Romano, que data do século III d. C.

 

            Este monumento engloba todo um conjunto de engenharia hidráulica que pressupõe a detecção e a escolha de várias nascentes próximas, cuja grande qualidade e abundância dos caudais terá permitido a execução de uma barragem de pedra e cantarias que, articuladas de forma harmoniosa, tornam possível o acesso às águas que se acumulam no seu interior. Este vai encimado por uma cantaria gótica, cujo parapeito reaproveita um fragmento de uma antiga lápide romana moldurada. A estrutura é coroada por uma abóbada nervada interiormente, sobre a qual assenta, no exterior, uma cúpula maciça. Trata-se, afinal, de uma fonte tardo medieval, do gótico final, ou seja, de finais do século XV.

 

            A lenda que segundo a tradição deu o nome à freguesia de Belas é a seguinte:

            Em terras distantes vivia um nobre cavaleiro com sua esposa e duas Formosas filhas. Um dia um rei mouro tentou raptá-las.


            Assustado, o nobre cavaleiro partiu com a sua família e haveres e veio instalar-se no cimo da Serra. Aí construíram a sua casa e uma pequena capela. Ninguém sabia quem era, nem de onde vinha, e no povoado, começaram-lhe a chamar-lhe o Senhor da Serra.


            Abraão (conta a lenda que era esse o seu nome) e sua mulher Maria, recomendaram às filhas que nada dissessem sobre a sua identidade e origem. Elas assim o fizeram.


            Um dia passou por aquelas terras um belo cavaleiro cristão que, ao ver as belas donzelas, ficou encantado com os belos cabelos de Branca e com os lindos olhos de Lídia.
            Passou a visitá-las e tornaram-se amigos. Conversavam longamente, até que um dia lhe confiaram o seu segredo…mas, sem que disso se tivessem apercebido, a conversa foi ouvida por Sara, uma rapariga do povoado, que veio divulgar o que ouviu.


            Depressa a notícia chegou aos ouvidos do rei mouro que acompanhado dos seus soldados veio para levar as belas meninas. Lucílio juntou-se a Abraão e lutaram contra os mouros. No meio de tão tremenda luta, Abraão e Lucílio morreram


            As donzelas, desesperadas, suicidaram-se com a adaga do mouro. Praguejando rei mouro partiu. Apenas ficou Maria que durante longos anos chorou a morte dos seus.

            Esta terra, onde se diz terem vivido, passou a chamar-se: “ Terra das Belas” e mais tarde apenas Belas.

 

PROF. KIBER SITHERC 

 

 

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publicado por professorkibersitherc às 00:19

08
Abr 10

 

                Um príncipe caçava na zona de Queluz, quando terminou a caçada olhou para o lado e viu uma mata muito densa, perguntou ao nobre que o acompanhava:

            - O que é aquilo?

             Apontando para a mata, logo lhe respondeu o nobre:

            - É Maçã Má.

            Segundo a lenda esta expressão deu origem ao nome de Massamá.

 

            O nome da freguesia tem origem no termo árabe “Mactamã”, que significa “lugar onde se toma boa água”, ou “fonte”.

 

            Situado a meio caminho das praças-fortes de Lisboa e de Sintra, era aqui que os antigos guerreiros, caçadores e viajantes costumavam parar, durante as sua viagens, para descansar e para se refrescarem a si e às suas montadas.

 

            Região muito fértil, chegou a ser considerada uma das melhoras zonas de produção de trigo do país, onde chegaram a existir seis eiras: Casal da Barota, Casal do Olival, Casal Gouveia, Casal do Josézito, Quinta de Pêro Longo e Quinta do Porto.

 

            O seu subsolo, rico em extensas reservas de água, serviu em dada altura para abastecer a Fábrica da Pólvora de Barcarena. O actual Chafariz de Massamá, considerado o ex-líbris da freguesia, é alimentado por uma mina localizada no interior da escola Básica Nº1 de Massamá e que faz parte das muitas minas que existiram antigamente.

 

PROF. KIBER SITHERC 

 

 

 

 

          

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publicado por professorkibersitherc às 01:05

07
Abr 10

 

                Queluz é um lugar importante da província da Estremadura, pertencente à freguesia de Belas, concelho de Sintra, distrito de Lisboa.

            Está situado num lugar baixo, cercado de vários outeiros de pouca elevação, mas em sítio ameno, fértil e saudável.

 

            O palácio de Queluz foi incontestavelmente uma das mais importantes e sumptuosas residências que a realeza possuía em todo o reino. Data do meado do século XVII o primitivo edifício que pertenceu aos marqueses de Castelo Rodrigo. Nessa época, Queluz não passava pobre aldeia, sem a mínima importância, e só mais tarde, quando aquela propriedade se instituiu como residência real, é que a povoação se engrandeceu.

 

            Durante muitos anos, contou-se de pai para filho, a velha lenda dos caçadores que andando nas vastas matas então existentes, se perderam no intenso arvoredo e em dado momento avistaram uma luz e para ela se encaminharam, interrogando:

            - Que luz é aquela?!

            - Que luz?

            Segundo esta lenda, foi assim que nasceu o nome de Queluz.

 

            Queluz é uma povoação com uma origem antiga. Podemos comprová-lo através de um passeio pela cidade. O palácio e toda a zona envolvente comprovam essa origem clássica, mas existem outros factos que também podem ser apresentados como prova.

 

            David Lopes defende que termo Queluz tem a sua origem nos termos árabes quê ou câ que significam vale estreito ou leito de rio e lûz ou llûz que significa amendoeira. Portanto, significa vale da amendoeira.

 

            No entanto esta não é a única teoria, existindo algumas lendas sobre a origem da localidade e a razão do nome Queluz. Outra defende que o nome da cidade tem origem no termo Aqui luz que é uma referência ao deus lusitano Lu ou luz. Outros defendem que o nome de queluz se deve à montanha da luz, hoje Monte Abraão, onde era feita a adoração do Sol.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

 

 

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publicado por professorkibersitherc às 13:18

26
Fev 10

 

            Após a conquista de Santarém, o rei D. Afonso Henriques impôs um cerco a Lisboa, que se estendeu por três meses. Embora o Castelo de Sintra tenha se entregue voluntariamente após a queda de Lisboa, reza a lenda que, nessa ocasião, receoso de um ataque de surpresa às suas forças, por parte dos mouros de Sintra, o soberano incumbiu D. Gil, um cavaleiro templário, que formasse um grupo com vinte homens da mais estrita confiança, para secretamente ali irem observar o movimento inimigo, prevenindo-se ao mesmo tempo de um deslocamento dos mouros de Lisboa, via Cascais, pelo rio Tejo até Sintra.
 
            Os cruzados colocaram-se a caminho sigilosamente. Para evitar serem avistados, viajaram de noite, ocultando-se de dia, pelo caminho de Torres Vedras até Santa Cruz, pela costa até Colares, buscando ainda evitar Albernoz, um temido chefe mouro de Colares, que possuía fama de matador de cristãos. Entre Colares e o Penedo, Nossa Senhora apareceu aos receosos cavaleiros e lhes disse: "Não tenhais medo porque ides vinte mas ides mil, mil ides porque ides vinte." Desse modo, cheios de coragem porque a Senhora estava com eles, ao final de cinco dias de percurso confrontaram o inimigo, derrotando-o e conquistando o Castelo dos Mouros. Em homenagem a este feito foi erguida a Capela de Nossa Senhora de Melides ("mil ides").
 
PROF. KIBER SITHERC
 
 
 
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publicado por professorkibersitherc às 17:12

 

            Diz a lenda que uma formosa Condessa alemã, após ter sofrido o desgosto de ver morto o seu marido e porque receasse para si e para os seus três filhos igual sorte, embarcou com a família em dois precários navios e abordou as praias desta região. Subindo rio acima, desembarcou numa das margens e seduzida pela pujante vegetação, pelas belezas naturais e clima temperado, resolveu fixar-se no local e buscar o sossego que tanto necessitava.

            Sabendo que aquelas terras pertenciam ao Mouro Zeilão, senhor de Lisboa, a Condessa de Compa, pediu-lhe para habitar aquelas terras, tendo o Mouro autorizado, mediante o pagamento de um tributo de cem pesos de ouro ou trezentos de prata.

            Não tendo a Condessa de Compa o dinheiro necessário, deu-lhe um penhor de três colares de ouro, com a condição de, não sendo resgatados em três anos, estes ficariam a pertença do Mouro Zeilão.

            Após este acordo, tratou a Condessa de edificar o seu Castelo, ao qual em memória do penhor chamou Colir, tendo-se desenvolvido mais tarde, junto a ele a povoação a que se chamaria Colares.
 
PROF. KIBER SITHERC
 
 
 

 

 

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publicado por professorkibersitherc às 14:46

28
Jan 10

           

            No Palácio Nacional de Sintra existe uma sala cujo tecto está pintado com diversos desenhos de pegas. 


            Diz-se que o rei e a rainha que lá viviam nessa época fizeram casar mais de um cento de mulheres, entrando na conta as que ele próprio casou também, seguindo tão bons exemplos. Não havia uma ligação ilícita, nem um adultério conhecido. A corte era uma escola. D. Filipa, pregando ao peito o seu véu de esposa casta, com os olhos levantados ao céu, não perdoava. Terrível, na sua mansidão, trazia o marido sobre espinhos.

            Certo dia, segundo reza a lenda, em Sintra, o rei distraiu-se, e furtivamente pregava um beijo na face de uma das aias, quando apareceu logo, acusadora e grave, sem uma palavra, mas com um ar medonho, a rainha casta e loura.
 D. João, atrapalhado, vacilando, tentou desculpar-se:
            - Foi por bem!
            A rainha saiu e afastou-se majestosamente. Não mostrou ciúmes. Apenas sentia o seu orgulho ferido.

            Rapidamente a notícia se espalhou pelo palácio, e toda a criadagem andava com a frase "Foi por bem" na boca. Chateado com a situação, o rei decidiu tomar uma iniciativa, mandou construir uma sala para a criadagem. Todos ficaram radiantes e contando os dias que faltavam para a sala estar pronta.

            Finalmente chegou o dia, iam conhecer a sala. Qual não foi o espanto de todos ao verem que o tecto de tal sala estava todo pintado com pegas, que tinham escrito no bico "Pour Bien". (traduza-se por bem).
 
PROF. KIBER SITHERC
 
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publicado por professorkibersitherc às 00:17

25
Jan 10

 

            Diz a tradição, que nos tempos de domínio árabe morou naquele sítio, no alto da Penha, um moço árabe, que tinha grande predomínio com todas as famílias cristãs que habitavam a serra.

            Esse moço árabe andava em rixa velha com o alcaide do castelo de Sintra, resultando dessa discórdia este vir desafiá-lo a um duelo. Deste duelo resultou a morte do moço árabe que ficou estendido no chão. Logo foi tido em conta por toda a gente como mártir, ao qual levantaram um túmulo e depois uma capelinha de oração.

            Esta pequena ermida com o tempo ruiu, sendo em 1500 substituída por outra, edificada pelo padre Gaspar Preto, sob a invocação de Nossa Senhora de Monserrate, tendo vindo de Roma a imagem da Virgem, feita de alabastro.
 
PROF. KIBER SITHERC
 
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publicado por professorkibersitherc às 23:32

 

            Conta-se que no reinado de D. João III, na terra de Almoínhos-Velhos, havia uma pastora muda, que tinha o costume de levar as suas ovelhas a pastar ao cimo da serra. Certo dia, uma das suas ovelhas fugiu, deixando a jovem pastorinha desesperada em busca da tal ovelha.

            Após longas buscas, observou ao longe uma senhora que trazia consigo a sua ovelha. A pastorinha agradeceu muito da maneira que pode, visto que esta não conseguia falar. A senhora, aproveitando a ocasião, pediu à pastorinha que lhe desse um pouco de pão. A pastora explicou-lhe, gestualmente, que esse ano tinha sido mau e havia muita fome. A senhora deu-lhe então um conselho:


            - Quando chegares a casa chama pela tua mãe e procura pão.
            A pastorinha tentou-lhe explicar que isso era impossível, pois para além de ter a certeza de não haver pão em sua casa, ela não podia chamar pela sua mãe, pois era muda. Mas a senhora tanto insistiu que a pastora decidiu fazer o que esta lhe dizia.
            Ao chegar a casa chamou por sua mãe e a sua voz fez-se ouvir em toda a sua casa.
            Contou a história a sua mãe e apressou-se em procurar o pão. E qual não foi o espanto das duas quando dentro de uma arca encontraram pão que chegou para a aldeia inteira.

            No dia seguinte, como prova de agradecimento, toda a aldeia subiu à serra e precisamente no sítio onde a pastorinha tinha encontrado a senhora, estava agora uma gruta com a imagem de Nossa Senhora.

            Esse local passou a ser sagrado e mais tarde foi aí construída uma capela, conhecida por capela de Nossa Senhora da Peninha.
 
PROF. KIBER SITHERC
 

 

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publicado por professorkibersitherc às 23:01


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