Esoterismo, Lendas, Mitos, Parapsicologia, Auto-Ajuda. kiber-sitherc@sapo.pt

30
Mar 14

mos.jpg image by djustino

 
As palavras que atribuirmos à nossa experiência, torna-se enfaticamente a nossa experiência, essa é a essência do Vocabulário Transformacional. Devemos escolher conscientemente as palavras que usamos para descrever os nossos estados emocionais porém, se não estarmos atentos, Poderemos sofrer um Penalidade de Criar uma dor maior do que é justificado ou atribuído.
Há uma palavra que é Autêntica uma espada de dois gumes, que serve tanto para ajudar como para embaraçar, PODERÁ ser usada para um eficaz e corte frontal, como servirá para um golpe matreiro. Kopmeyer, vê nela como uma palavra mágica. Louise Hay, aconselha Prudência na Utilização dessa palavra. Parece ser uma palavra inofensiva, e pequenina trivial na linguagem nossa, mas Não deixa de ser tão importante, por vezes passa no nosso vocabulário despercebido, mas ela consegue mudar a nossa emoção tanto para o mal como para o bem. Aí encontra-se o seu poder que limita ou abre novos horizontes. Essa palavra chama-se: "MAS"
Na nossa gramática a palavra mas é uma conjunção coordenativa adversativa que Estabelece uma oposição ou restrição.
Se há palavras armadilhas que poderão ser, essa é uma delas. Você PODERÁ não avançar nos seus projectos e desejos se a põe à frente dos bois.
"Eu tenho um projecto que vai dar certo, mas ... não tenho dinheiro, não sei como realizá-lo ";" Vou conseguir todos os meus desejos, mas ... eu vivo neste meio pequeno, é difícil conseguir "," Eu concordo contigo, mas ... tu não tens razão alguma ". Vejamos o discurso de um político: "Se votarem na minha candidatura, cumprirei todas as minhas promessas, mas ... virão tempos muito difíceis ". O "mas pronunciado aí anula todo o seu discurso, todo o sentido é alterado.
Não admira que tudo aquilo que tinha planeado tenha Sido rejeitado. Os Esforços foram seus inúteis de Certos, todos os seus planos foram por água abaixo, dessa maneira foi fácil desistir de muitos projectos, todavia, usando a conjunção "mas" à frente suas Aspirações das, negou ou contraditou-se quanto aos seus desígnios. Porque "o" mas ao ser projectado nos seus desígnios metamorfoseou o negativo em positivo.
Suponhamos que Esteja melancólico, como coisas tenham-lhe corrido mal e não seu desânimo tenha dito: "Parece que todo o mundo me caiu em cima, todas as portas se fecharam, mas ... Ainda estou vivo, ainda há estrelas no céu "," Perdi uma batalha, mas ... Ainda não perdi a guerra ". Aí o "mas é uma palavra que faz maravilhas.
Quando o infortúnio lhe bater à porta, e lamentar-se desesperadamente. Lembre-se sempre de acrescentar uma conjunção mágica: "Perdi o meu emprego, mas ... vou arranjar outro melhor ";" Perdi a minha casa, mas ... vou lutar por outra ";" O meu namorado deixou-me, mas ... tenho muito amor para dar ". Lembre-se de usar sempre esta pequenina palavra, quando entrar no desespero, porque ela acrescentada, faz uma transição do negativo para o positivo, da catástrofe para a esperança. Quando pronuncia aí o "mas", há um entravé desesperadas nas palavras, como se tivesse anulado todo o negativo que tivesse dito.
Substitua as palavras não condicional pelo presente. Em vez de dizer: "Eu Deveria de mudar de alimentação", diga: "Eu estou a mudar de alimentação". Em vez de dizer: "Eu gostaria de ser mais activa", diga: "Eu gosto de ser mais activa". A dita acção No presente fica mais concreta e mais forte.
Evite tentar uma palavra, porque implica Esforço. Em vez de dizer: "Vou tentar mudar a minha vida"; Deverá dizer: "Estou a mudar a minha vida".
 
PROF. Kiber SITHERC
 
 
 
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publicado por professorkibersitherc às 22:13

11
Dez 09

 

 
            Sempre associei à queima de eucaliptos um cheiro agradável, uma lembrança feliz da minha meninice. A minha mãe mais a minha avó, buscavam essa lenha para aquecer o forno, durante essa azáfama, nós crianças procurávamos tirar às escondidas alguma massa do alguidar de barro para fazermos pequeninos pãezinhos. Ao falar dessa associação agradável, alguém me contou da triste associação que ela fazia. Esse cheiro para ela não era só desagradável, como era terrível, porque o associava a um incêndio que destruiu a sua casa.
            Ora, a vida está cheia de associações: bacalhau assado com alho, arroz doce com canela, leite com chocolate; praia e óculos de sol, campo e flores, piquenique e formigas, desporto e fato de treino, etc. Só por curiosidade, cito um pormenor, durante um jantar uns senhores ficaram indignados, por um jovem pedir uma coca-cola para beber com o bacalhau em vez do tradicional vinho tinto.
            Porque é que os caçadores defendem e praticam a caça, e outros a criticam e a abominam? Porque os primeiros a associam essa prática ao desporto, convívio, divertimento, alimento, prazer, etc. Enquanto os segundos associam essa prática à barbaridade, selvajaria, etc.    
            Há dois tipos de associações, as colectivas e as individuais. Um exemplo de associação colectiva: os antigos gregos associam a serpente à medicina, se alguém sonha-se com uma serpente seria um presságio de cura, por sua vez os judeus associavam a serpente ao diabo, que significava, intriga e traição. A associação individual resulta das nossas experiências, desde da infância ao longo da vida.
Porém, tanto fazemos associações negativas como positivas. Por isso, criamos associações falsas em nossos sistemas nervosos quanto ao que criará dor ou prazer, felicidade ou mal-estar em nossas vidas. Os nossos destinos foram moldados de forma significativa através de poderosas associações, por vezes, desconhecemos com precisão quando ocorreram essa programação que nos condicionou.
            No número anterior, vimos que através da dor e do prazer, nós podemos criar associações para nos libertar e mudar a nossa vida. Estas associações são criadas pelo nosso cérebro, por isso são chamadas de neuroassociações. É possível ao examinar a sua vida recordar experiências que formaram essas neuroassociações que o levaram a aquilo que é hoje. 
            Porque muitos adolescentes começam a fumar? Porque associam o consumo do tabaco a desenvolvimento pessoal. Todos os métodos para deixar esse vício se tornam infrutíferos, enquanto não criar no seu cérebro associações contrárias às que criou anteriormente. Se começar a associar ao tabaco: doença, imundície, mau cheiro, droga, vício, fraqueza, etc. os resultados poderão ser positivos.
            Se o trabalho para si é frustrante foi porque criou várias associações que o desmotivaram. O trabalho poderá ser interessante se criarmos associações positivas, tais como: distracção, dinheiro, exercício, saúde, vitalidade, etc.    
            Para obtermos a mudança o resultado poderá ser excelente quando agrupamos muitas associações agradáveis. Vejamos o exemplo para um jovem se motivar no estudo, ao associar todas as associações possíveis ou imagináveis: sucesso, poder, independência, fortuna, etc.
Com o conhecimento e prática das neuroassociações podemos mudar definitivamente, deixar facilmente os vícios e não voltar a ter recaídas. Ao associarmos os nossos desejos, consolidaremos facilmente os nossos objectivos.
 
PROF. KIBER SITHERC
 
 

 

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publicado por professorkibersitherc às 21:12

 

           Há um poder extraordinário e infinito que tem sido subestimado de uma maneira errada pelo Ocidente. Esse poder chama-se: imaginação. No Oriente, a imaginação é tida como uma disciplina, útil na vida e no quotidiano. Distinto no Ocidente, que se tornou sinónimo de devaneio, delírio e de alucinação.

            É através da imaginação que a mente exerce o infinito do seu poder. Pascal escreveu “que a imaginação estabeleceu no homem uma segunda natureza”. O grande imperador Napoleão disse que era a imaginação que governava os homens.
            Émile Coué, o célebre, francês terapêutico da auto-sugestão, escreveu: “Quando os seus desejos e a sua imaginação estão em conflito, a sua imaginação invariavelmente ganha a batalha”. Por exemplo: você caminhará sem dificuldade por uma prancha colocada no chão. Suponhamos que a mesma prancha esteja colocada a uma altura de dez metros, entre duas muralhas. Você, provavelmente, não arriscaria de andar sobre ela! O medo de cair, seria mais forte do que o seu desejo de andar sobre a prancha. A ideia dominante, a de cair, acabaria por vencer. O poder da imaginação acabaria por prevalecer. Para caminharmos na prancha, precisaríamos de acreditar na nossa própria destreza e no êxito. Se não tivermos essa confiança, falharemos por maior que seja a nossa habilidade.
            Através da imaginação a mente exerce o controlo sobre o corpo. A imaginação humana pode mostrar-se destrutiva e prejudicial, porque o corpo responde sempre à imaginação. Há anos que os terapeutas, através da hipnose, exploram o poder da imaginação humana.
Hoje, não resta qualquer dúvida da imaginação influenciar o nosso corpo. Há casos conhecidos de mulheres que ao julgarem que estão grávidas, deixam de ter períodos, os seios aumentam de volume e começam a engordar, mesmo não havendo qualquer feto em gestação. A imaginação também poderá influenciar o processo de digestão. O sistema imunológico do organismo pode ser controlado usando-se também a imaginação.
Quando a imaginação é usada positivamente ela consegue prodígios. Todos nós usamos a imaginação, mas nem todos temos conhecimento dos seus efeitos extraordinários. Hoje a imaginação é usada para obter mais rendimento no desporto, o desportista na sua concentração imagina que atira bolas ao cesto; o ginasta imagina que faz todos os exercícios com perícia; o nadador imagina-se que faz os exercícios de natação na piscina. Quando eles depois executam esses exercícios no mundo real, conseguem com mais confiança e facilidade. O mesmo exemplo poderá ser usado para várias situações em geral. Se quiser aprender a fazer esqui, observe atentamente os bons profissionais, então, imagine-se que executa todos esses movimentos. Depois execute esse desporto no mundo real.
Se gostaria de ser uma pessoa desinibida e mais confiante, observe alguém que conheça que possui essa característica, modele as atitudes que gostaria de adoptar, as palavras, os gestos, as expressões. Então, imagine diante do espelho que está usando todas essas características desinibidoras, depois pratique no mundo real.
Você poderá usar um, ou vários modelos de pessoas que admira, buscando características interessantes dessas pessoas. Na Psicologia, esse processo chama-se: modelagem. Todos nós temos a capacidade de imitar, isto é, de modelar alguém nos seus traços positivos. Se a imaginação é uma expressão que não lhe agrada, poderá substitui-la pela visualização. 
 
PROF. KIBER SITHERC  

 

 

 

 

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publicado por professorkibersitherc às 20:05

 

            Segundo a Bíblia, Deus criou o mundo pela palavra, como dizem as Escrituras Sagradas, falou e logo tudo se fez. Os Antigos davam muita importância a determinadas palavras que as consideravam mágicas, pois acreditavam que elas tinham poderes quando as pronunciavam. Muito antes dos escritos judaicos serem escritos, já os antigos egípcios possuíam um grande número de formulações, que intimidavam para obterem protecção e favores dos deuses.
            Ora, como sabemos, os cinco sentidos convergem uma série de sensações para o cérebro. Todos recebemos os seguintes estímulos: visuais, auditivos, cinestésicos, olfactivos e gustativos, e todos são interpretados pelos órgãos sensoriais em sensações internas. Depois, são rotulados em várias classificações. O ser humano criou rótulos, para se expressar pela “palavra”.
São as palavras que usamos em forma de rótulos que exercem um efeito extraordinário e profundo sobre a nossa experiência e realidade. As palavras que atribuímos à nossa experiência tornam-se nossa experiência. As palavras são rótulos que usamos para descrever sensações. Por isso, devemos ser muito cautelosos na atribuição dos rótulos que aplicamos a uma coisa, porque, criamos uma emoção correspondente.           
            Na precipitação de tomar decisões rápidas, muitas vezes não usamos todas as palavras disponíveis para encontrar a descrição mais exacta e apropriada, muitas vezes, usamos as palavras como “atalhos”, mas com frequência esses atalhos também provocam um atalho emocional. Dessa maneira, a escolha desse vocabulário descabido enfraquece a nossa experiência de vida.
            Você pode reduzir a sua intensidade emocional em áreas que talvez nunca tenha imaginado. Por exemplo. Em vez de dizer: “Estou a morrer de fome”, ou “Estou com uma fome de lobo”; deverá dizer: “Estou com apetite”. Rapidamente poderá baixar a intensidade da sua fome insaciável.
            Para melhor compreensão do poder da palavra, apresentarei um caso de uma paciente que me consultou há muitos anos. Ela encontrava-se num estado emocional muito debilitado, pois tinha recentemente traído o seu marido. Confessou-me: “Sinto-me suja. Cometi adultério. Eu dei uma facada no meu matrimónio”. Disse-lhe que essas palavras eram de uma intensidade muito negativa e ao serem proferidas mais a culpavam, porém, ela tinha as suas razões para ter cometido essa acção, deveria substituir essas palavras por “um relacionamento extraconjugal”. No mesmo instante começou a meditar nessas palavras e depois concluiu: “Isto resulta, estou a ficar muito mais aliviada”. E gracejando acrescentou: “Acho que era capaz meter-me noutra”.
            A aplicação de um novo rótulo às suas palavras será suficiente para romper um padrão negativo e mudar de facto a sua experiência. A nova palavra ao ser pronunciada terá um impacto de baixar a sua intensidade emocional. Lembre-se, somos moldados por nossa linguagem. Todos podemos ter as mesmas sensações, mas a maneira pela qual rotulamos, atribuímos aí a nossa experiência. Quatro pessoas poderão ter a mesma experiência desagradável, mas uma sente ódio, outra sente irritação, a terceira sente aborrecimento e a última sente apenas indiferença.
            Se as palavras que usa habitualmente, cria em si estados que o enfraquecem, livre-se delas, e substitua por outras que o fortalecem. Alguns exemplos. Substitua as palavras, irritado para estimulado, zangado para desapontado, esquecimento para distracção, confuso para curioso. Para romper o seu padrão mental negativo, procure novas palavras e assim abaixará a sua intensidade emocional.
 
PROF. KIBER SITHERC

 

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publicado por professorkibersitherc às 19:47

30
Nov 09

  

          Já reparou num praticante de ioga, como ele se movimenta? Com elasticidade dobra o corpo, com as suas mãos e pés maleáveis, consegue-se contornar como se ele fosse um boneco de borracha. Você quando era bebé também fazia algo semelhante, dobrava-se com facilidade e conseguia aproximar o pé com um dedinho à boca.  

            A isso se chama: flexibilidade, com o tempo a maioria das pessoas, perdem essa mobilidade, tornam-se mais rígidas nos seus movimentos e também duras nos seus hábitos.
            Ser flexível é estar disposto a dobrar-se perante uma situação que escapa ao controle imediato. Perante um forte vendaval, a flexibilidade do salgueiro o fará curvar-se com o vento, será poupado pelo temporal; o mesmo não acontecerá com uma árvore rígida como o sobreiro que poderá ser arrancado.  
            A teimosia, é uma forma rígida de uma personalidade, que não pretende ver o ponto de vista dos outros, é de uma mentalidade estreita, fanática, política ou religiosa, são essas formas de intolerância que levam à mesquinhez e que limitam os nossos próprios horizontes. 
            As pessoas que são intransigentes, que têm estilos de vida rígidos, fazem lembrar os regimes políticos totalitários. Substituem a liberdade e a criatividade em favor da segurança e do dogmatismo. Acham que só podem ter um ponto de vista, de uma atitude, de uma filosofia de vida ou de um só pensamento válido.
            Lembre-se que você não é uma entidade estática, como certas árvores que nascem na estreiteza do solo, atrofiadas pelas rochas em que ficam enraizadas e dali não podem fugir. Nós somos dinâmicos como as aves, capazes de mudar de ramo em ramo, de redescobrir e de transformar-se.
            Você ao exigir objectivos rígidos, está a agir de uma maneira que enfraquece as suas hipóteses de conseguir o que quer na vida. Ficará ansioso e frustrado das coisas que não acontecerem como desejaria, porque não foi flexível aos desejos esperados.
            Quando as pessoas são flexíveis desfrutam de diversas alternativas para lidar com uma mesma situação. Experimente novas formas de actuar, poderá descobrir aquilo que terá a possibilidade de atingir. Se vir que a sua maneira de actuar não funciona, então experimente outro método. Se aquilo que está a fazer não o leva a sítio nenhum, tente fazer outra coisa diferente, faça algo que você nunca fez antes. Amplie os seus objectivos, estude novos métodos, aprenda algo diferente, informe-se sobre novos assuntos, não fique estagnado como as águas de um pântano.
 Deverá procurar a situação que deseja e se não consegue encontrá-la, deverá criá-la, verá que na sua mente criativa não lhe faltarão recursos.
A flexibilidade é mesmo isso: adaptar-se conforme as situações, não esquecendo o seu objectivo final.
Não se acomode agindo sempre pelo mesmo sistema. Se fizer sempre as coisas da mesma maneira, é natural que obtenha sempre os mesmos resultados. Para quebrar esse círculo vicioso, terá que fazer as coisas diferentes e dessa maneira irá obter resultados totalmente opostos daqueles que obtinha.
Se evitar que os seus desejos se transformem em deveres e exigências inflexíveis e rígidas, poderá encontrar a tranquilidade e permanecerá mentalmente saudável. Mas se persistir em transformar os seus desejos em deveres rígidos e absolutos, então estará sempre à mercê de sofrer perturbações emocionais, e restringe as capacidades, porque haverá pouca possibilidade de escolha para atingir os seus objectivos.  
 
PROF. KIBER SITHERC 

 

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publicado por professorkibersitherc às 17:11

26
Nov 09

 

 

        A presença de cor nas roupas influencia o estado emocional da pessoa, promovendo um melhor desempenho na execução das actividades diárias. As cores possuem uma linguagem própria.  

        Tonalidades fortes realçam suas propriedades; as claras são joviais e envolventes; e as mais escuras sugerem isolamento e indiferença.  
        Optar por cores que sejam opostas a determinado estado emocional negativo é um importante recurso na cromoterapia de auto-ajuda. Na tristeza, procure usarcores alegres (tons de amarelo e laranja); no mau humor, vista roupas que sugiram calma e introspecção (azul ou índigo); na indisposição, roupas de cores estimulantes (vermelho ou laranja).  
        Conhecer as sensações que cada cor de roupa proporciona a quem a estiverusando, bem como àqueles que estão à sua volta, favorece na escolha da roupa ideal para o seu dia, promovendo o bem-estar interior e uma boa interactividade com o ambiente.  
        Vale lembrar que as cores da roupa não se sobrepõem às qualidades da pessoa. Usar uma cor que não seja favorável à comunicação, por exemplo, não significa que alguém perderá a sua capacidade de expressão. As cores contribuem para o estado interior, mas não anulam a individualidade.
        Vejamos as propriedades das cores nas roupas.
 
 
VERMELHO
 
        As roupas vermelhas são indicadas para indispostas, desmotivadas e para quem precisa enfrentar exaustivas actividades.
        Vestir roupas vermelhas em determinadas ocasiões sociais põe a pessoa em evidência, tornando-a atraente e sedutora. As pessoas ansiosas ou que se irritam com facilidade devem evitar essa cor.
 
 
        LARANJA
 
        As roupas laranjas sugerem encorajamento e bravura, sendo ideal para os momentos em que é preciso enfrentar grandes desafios, para quando a pessoa estivar se sentindo amedrontada ou deprimida. Elas auxiliam na expressão verbal e corporal, despertando o optimismo e a auto-estima. Nos momentos de tensão, que podem ocasionar discussões, não é recomendado vestir o laranja.
 
 
        AMARELO
 
        As roupas amarelas são leves e joviais. Favorecem a comunicação e transmitem alegria. São ideais para os momentos de descontracção e festividade.
        Pessoas inseguras e que precisam transmitir confiabilidade não devem vestir o amarelo. 
 
 
 
VERDE
 
        As roupas verdes sugerem equilíbrio, ponderação e bom senso, permitindo uma ampla análise da situação. Proporciona serenidade no pensar, evitando o pré-julgamento e as decisões precipitadas.
        São excelentes para a prática de actividades que exijam precisão. Seu uso é recomendado para quem se encontra agitado, nervoso e stressado. As pessoas indecisas devem evitar vestir o verde.
 
 
        AZUL
 
        As roupas azuis trazem calma, tranquilidade e serenidade são os principais atributos da cor azul. Roupas com essa cor são indicadas para aliviar as tensões diárias e os desgastes emocionais. Usar azul sugere uma atmosfera que facilita a aproximação entre as pessoas.
 
 
        ÍNDIGO
       
        As roupas de tonalidade azul-escura são desaconselhadas para quem apresenta tendências depressivas.
 
 
        VIOLETA
 
        As roupas violetas aumentam o poder de concentração, despertam o interesse e suavizam as preocupações, proporcionando paz e elevação. Favorecem no posicionamento perante as pessoas, sendo indicadas para exercer uma função de comando, tomar importantes decisões e manter o controlo de uma situação.
        Desaconselhadas para as ocasiões alegres, descontraídas e festivas.
 
 
        CASTANHO
 
        As roupas de cor castanhas transmitem firmeza, segurança e maturidade. São excelentes para os negócios. Auxiliam a pessoa a ser mais directa e objectiva, transmitindo seus pontos de vista com mais consistência. Não são recomendadas para os contactos afectivos, como o namoro, nem para momentos de descontracção com os amigos.
 
 
        BRANCO
 
        Vestir-se de branco sugere transparência e serenidade nos contactos interpessoais. Os trajes são leves, conspirando pela paz e harmonia entre as pessoas.
        São indicados para quem se encontra em ambientes tumultuados. Não há inconveniente em se vestir de branco.
 
 
 
        PRETO
 
        As roupas pretas suavizam os traços excessivos do corpo, sendo ideal para as pessoas obesas. Sérias e imponentes, promovem uma certa distância entre as pessoas. Por um lado, isso facilita imposição de respeito; por outro, compromete a integração entre aqueles que compartilham de um mesmo ambiente, induzindo ao isolamento.
        Não são recomendadas para a comunicação. Pessoas tristes, deprimidas e com baixa estima, devem evitar se vestir de preto.
 
 PROF. KIBER SITHERC
 
 
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publicado por professorkibersitherc às 12:49

25
Nov 09

 

 

 

              Na minha infância, conheci uma família aparentemente normal. Devido à minha mudança de ixei de os ver. Mais tarde, quando perguntei por aquela, disseram-me laconicamente: “Já morreram todos”. Fiquei estupefacto e voltei a perguntar: “Foi de acidente!?” Fiquei a saber que não tinham morrido de acidente, a morte os tinha levado um de cada vez. Tinham dois filhos mais jovens que eu, e os próprios pais eram novos. Mais tarde encontrei a explicação. O casal fazia muitas referências à morte, achavam que ela sempre estava próxima, eram tristes e melancólicos, e essas mensagens foram transmitidas aos filhos.

 

Todos nós recebemos mensagens, desde que fomos fecundados no ventre das nossas mães. Sabe-se que a mulher grávida no período de gestação, poderá incutir no feto através de determinadas músicas, que mais tarde ele poderá aprender facilmente tornando-se num autêntico prodígio.
Há vários tipos de mensagens, todas elas são determinantes, ficam gravadas no cérebro e determinam o futuro da pessoa, mas as mais catastróficas são as de morte, todas elas fazem referência à extinção e destruição do ser humano.
Vejamos algumas mensagens de morte:
“Se não tens cuidado vais acabar mal”; “Se eu não cuida-se de ti, já tinhas morrido”; “A vida são dois dias”; “Temos que trabalhar para viver”.
Quando as mães tudo fizeram para tentarem abortar, transmitiram uma mensagem de morte, que mais tarde causará grandes perturbações no futuro, essa mesma rejeição poderá causar o suicídio, a mensagem transmite que a criança não é desejada, que poderá no futuro refugiar-se nas drogas e no álcool.
A mensagem que a vida só está ligada ao trabalho, mata muitos indivíduos quando se aposentam, foi ligado no cérebro a mensagem que tinham que trabalhar para viver, aprenderam que só o trabalho fazia parte da vida, por isso, passado pouco tempo morrem. O trabalho é essencial para nós, mas o mais importante é a felicidade. É fundamental criar entretenimentos, diversões e distracções.
É importante criarmos passatempos para não ficarmos inactivos para não abreviarmos a morte. Nos maduros anos podemos tirar partido da situação, aproveitar o tempo que desejámos fazer e nunca pudemos.
Sabe-se que as pessoas que prolongam mais a existência, são as que têm mais esperança de viver. E as que se limitam nos anos, morrem mais cedo. Tudo isso se deve ás mensagens que condicionou a sua mente. É a nossa mente que limita os nossos horizontes, quando ficamos estagnados no nosso círculo mental.
Se você está grávida e espera um filho saudável, então fale com ele ou com ela. Diga o quanto o ama, imagine que o abraça. Transmite-lhe mensagens positivas: “Quero que sejas feliz”; “Eu gosto muito de ti meu filho”; “Tu és muito importante para mim”.
A educação da criança não começa no berço, mas sim no ventre materno. E é nessa altura que deverá transmitir-lhe mensagens positivas pois serão como sementes que germinarão no futuro do seu cérebro.
Se tem consciência das mensagens negativas que recebeu na sua infância, não valerá a pena culpar os seus progenitores. Use outras mensagens que sejam positivas e de vida para impregnar o seu cérebro. Tais como: “Eu sou maravilhosa e sinto-me bem comigo própria, por isso, eu vivo a alegria”; “Tenho vida, saúde e felicidade”.
Quando repetimos as novas mensagens de vida, então, anularemos as velhas cassetes que impregnaram no nosso cérebro na infância.
 
 PROF. KIBER SITHERC
 
 

Mensagens Pictures, Images and Photos

kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 22:17

21
Nov 09

  

 

            Todos nós usamos metáforas, por vezes inconscientemente devido à força do hábito. As metáforas são símbolos, por isso, são mais intensas do que as palavras. Ora vejamos: “Estou na fossa”, em vez “Estou com problemas”; “Não vejo saída”, em vez “Não vejo solução”.
            Também as expressões positivas são mais intensificadas: “A vida é bela”, comparando com a expressão: “A vida é um mar de rosas”, ou “A vida é agradável” com “A vida é uma taça de cerejas”.
Cristo, foi o grande mestre das metáforas, por isso, os seus ensinamentos atraíam as multidões. Expressões como “semeador” comparando com missionário, ou “pescador de homens”, foram tão intensificadas, que mesmo ao fim de dois mil anos não perderam a sua actualidade. É essa a grande força da metáfora, que mesmo usando expressões desusadas, como “não por a carroça à frente dos bois” fazem parte sempre da nossa contemporaneidade.
            Um dos meios mais poderosos das metáforas é das comparações, pois elas permitem fazer um número ilimitado de associações mentais. Quando não enxergamos algo, usando uma parábola, ou uma ilustração em forma de metáfora, dessa maneira é mais fácil a compreensão.
            As mensagens metafóricas que usamos e que foram impregnadas no cérebro determinam os nossos pensamentos, os nossos actos e também o nosso destino. Lembre-se que quando as usa elas exercem um grande poder sobre a sua vida. Na verdade, a maioria das pessoas nunca seleccionou conscientemente as metáforas que poderão ser positivas e fortalecedoras.
            As metáforas que usa habitualmente foram recolhidas em seu redor, através de familiares, professores, amigos, colegas de trabalho e possivelmente foi incutido através dos livros que influenciou culturalmente.
            As metáforas positivas fortalecem-nos, pela sua ampliação e enriquecimento da experiência da vida. As metáforas negativas, não deixam de ser expressivas, mas enfraquecem-nos e intensificam a dor.
            A nossa mudança também passa pelas metáforas que usamos habitualmente. Todas elas fazem parte das regras, ideias e convicções que adoptámos, por isso, ao quebrá-las, mudando de metáforas, interrompemos esse velho paradigma.
            Se pensa e acredita que a sua vida é uma batalha sem fim, que o mundo está cheio de feras que o querem devorar, que não poderá dar tréguas aos seus inimigos. Pense numa metáfora mais fortalecedora que o possa sentir-se feliz. Verá que o fará progredir mais na vida e evitará muitos dissabores.
            Conheci um vendedor, que ao competir com outros concorrentes dizia que se encontrava numa guerra, não demorou muito a sentir-se deprimido. Mudou de táctica, alterou a sua metáfora para um jogo diplomático com os seus adversários, então a sorte sorriu-lhe, vendeu mais, e eles começaram a respeitá-lo e admirá-lo.
            Se você não progride, é porque usa metáforas agressivas que o bloqueiam nas suas metas. É muito vulgar certas pessoas se queixarem: “Eu sou um “trouxa”, “Eu estou na mó debaixo” e “Sou uma escrava”. Use metáforas positivas para descrever os seus sentimentos que os intensifique ao máximo.
            A maneira como se sente intensifica tudo. Você é um “trouxa” ou é uma “estrela”? É o “Sol” ou é uma “vela apagada”? Está na “sombra” ou está na “ribalta”?
Pense e medite: qual será uma metáfora melhor?
 
 PROF. KIBER SITHERC
 

kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 10:30

16
Nov 09

 

 
            As pessoas muito negativas atraem todo o tipo de má sorte. Desde a pouca sorte no amor, passando pelos problemas financeiros, até às doenças e acidentes.
            As pessoas muito sensíveis são sujeitas a todas as influências exteriores. Queixam-se que os vizinhos invejosos os prejudicam, e acreditam que os mesmos lhes lançam mau-olhado. Pior ainda quando sofrem de toda a espécie de azares, magia e feitiçaria.
            Contou-me uma vez um feiticeiro africano, que em África, onde vivia, tinha poderes extraordinários, mas que aqui na Europa achava que os seus poderes estavam atenuados. Pois ele considerava que lhe tinham feito mal. Então, respondi-lhe laconicamente: “O poder do feiticeiro está na sua crença”.
            Gostaria de usar um sistema que protege-se de todas as influências negativas? Que o tornasse imune a todas as feitiçarias? Um método simples e prático, que pudesse utilizar no seu quotidiano.
 
            Eis o meu método do círculo dourado, ele tem ajudado muitas pessoas em todas as situações na vida. É um método simples que exige apenas concentração.
            Procure repousar comodamente numa cama ou num sofá. Imagine uma tela de cinema, visualize um círculo dourado que roda sobre si próprio. Essa imagem chama-se “desassociada” porque você vê-a no seu exterior, ou seja, fora de si próprio. Procure aproximar a tela de si próprio, procure ouvir o som, poderá ser o de uma ventoinha em movimento. Transporte o círculo em movimento para dentro de si. A imagem torna-se “associada”, porque é mais profunda e está dentro de si. Eis que circula sobre a sua cabeça, lentamente, vai descendo sobre o seu corpo.
             Como se tivesse um telecomando, você é senhor da situação, pois controla todos os movimentos do círculo dourado através do seu pensamento. Basta uma ordem sua, e o círculo vai descendo pelo seu corpo até aos pés, depois volta a subir, quando dá ordens ele pára, mas sempre em movimento rotativo.
            Enquanto o seu corpo está dentro do círculo dourado, você irá visualizar em forma de setas as influências negativas dos seus inimigos. Elas, ao serem lançadas pelos seus adversários, são expelidas perante a força magnética do círculo dourado. A visualização depende da imaginação individual; as setas poderão voltar para o seu ponto de partida, podem-se despedaçar em mil fragmentos, ou derreterem-se perante o imponente círculo protector.
 
            Os resultados podem ser mais eficazes, ou seja, mais entranhados no cérebro, se o método do círculo dourado for usado pela primeira vez sob hipnose. Os seus pensamentos na visualização podem-se tornar com a prática, energéticos. Lembre-se que os pensamentos são ondas de energia e a energia é a matéria condensada.
            Para obter bons resultados deverá fazer esses exercícios várias vezes por dia; depois bastam duas vezes, ao acordar e ao deitar. Faça a seguinte programação mental: “1, 2, 3, círculo dourado”. Essa será a sua chave para obter a visualização do círculo dourado. Quantas mais vezes o fizer, maior a nitidez do círculo dourado será.
 
            Você vai a uma entrevista de emprego e está nervoso, vai tratar de um assunto delicado e está ansioso, sente-se esmagado e impotente perante os seus adversários, acredita que determinadas pessoas absorvem a sua energia vital, ou podem prejudicá-lo à distância. Então, use o círculo dourado para obter confiança e protecção. Basta concentrar-se e pensar na palavra-chave, eis que surgirá a visualização do círculo dourado que o protegerá durante todo o dia.
 
           PROF. KIBER SITHERC28ao4.gif
kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 22:47

13
Nov 09

 

            Esta modalidade de hipnose não se trata somente de um conjunto de técnicas, mas de um novo modelo de comunicação com fins persuasivos. Trata-se de como “embalar” a informação de uma forma sugestiva para que seja irreversível ao ouvinte.
           Erickson era um hábil comunicador. A hipnose Ericksoniana, baseada na sua habilidade na arte da comunicação oral e não oral, era extraordinária. Frequentemente, recebia casos “impossíveis”, recomendado por outros psiquiatras e psicólogos. Conhecido como o pai da hipnose moderna, Erickson considerava a hipnose uma mudança de atenção da pessoa. Este estado pode ocorrer de forma espontânea ou conduzida por um perito da hipnose.
            Erickson sustentava que a melhor maneira de induzir este estado era através de uma conversa aparentemente normal. Durante a conversa, semeava mensagens, ideias e conceitos dirigidos à mente subconsciente de seus pacientes, para que ele mesmo encontrasse a solução de seu problema. Portanto, na terapia estratégica, não existe uma divisão rígida entre a comunicação consciente e inconsciente. Milton Erickson insistia que devemos ter mais confiança na mente subconsciente. A maioria de nossas acções é controlada a um nível inconsciente.
            Por exemplo, para realizar a tarefa de mudar o corpo de um lugar para outro, costumamos utilizar mais de 200 músculos. Alguns destes músculos devem estar tensos enquanto outros devem estar relaxados. Deve haver uma sincronia entre todos esses músculos para poder caminhar. Aos três meses, o bebé começa a controlar a cabeça e este é o princípio da aprendizagem do caminhar. Seis meses depois, pode sustentar a cabeça erecta e sentar-se de forma autónoma. Aos nove meses, aprende a engatinhar e com dez meses já pode ficar de pé e começar a deslocar-se, segurando nos objectos.
            A criança, ainda lenta e não muito esperta, dá seus primeiros passos, mas se cai. Alguns músculos dos joelhos precisam ser fortalecidos para aguentar o peso do corpo. Além disso, a criança deve aprender a tarefa mais difícil: a sincronia para movimentar o seu peso de maneira harmoniosa. Este equilíbrio dinâmico é uma tarefa árdua baseada num processo de aprendizagem de tentar e errar. Na realidade, caminhar é uma espécie de queda controlada.
            Nem todos os bebés são iguais. Alguns apreendem a caminhar antes que outros. Em geral, as crianças aprendem a caminhar entre os 9 e 18 meses. Mas, agora como adultos, ninguém tem consciência de como caminha. O esforço infantil se transformou numa aprendizagem inconsciente. O que aconteceria se tentasse controlar os seus passos? Poderia dar passos normalmente? É obvio que os seus passos se tornariam lentos e deselegantes.
            Este exemplo resume a hipnose Ericksoniana. Milton H. Erickson costumava pedir às pessoas que tivessem mais confiança em sua mente subconsciente. A mente profunda é um depósito de todos os recursos, recordações e aprendizagens da pessoa. Erickson ajudava as pessoas a encontrarem a solução de seus problemas, realizando, às vezes, tarefas diferentes e aparentemente sem sentido. Mas a pessoa, ao realizar as tarefas, tinha uma experiência emocional que servia para superar o seu problema.
 
PROF. KIBER SITHERC
 
kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 16:46


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