Esoterismo, Lendas, Mitos, Parapsicologia, Auto-Ajuda. kiber-sitherc@sapo.pt

20
Jan 11

 

            Em primeiro lugar, sobretudo se tratar de um principiante, este deverá tratar de orientar o mapa ou plano, tendo em conta a declinação magnética, que varia de um lugar para o outro, e de uma época de oito graus Oeste.

 

            Antes de mais, é preciso tomar todas as precauções necessárias para a neutralização. Esfregando ligeiramente o plano ou mapa com enxofre sublimado eliminar-se-ão as emanações parasitas que poderiam existir devido às impressões digitais e outras impressões superficiais.

 

            É também imprescindível prestar muita atenção: evitar a sugestão e manter-nos passivos. Por outro lado, há que conservar o pêndulo por cima de uma zona neutra, por exemplo uma folha de papel preto que tenha sido neutralizada do mesmo modo que o mapa.

 

            Descrevemos seguidamente um curioso exercício que permite procurar água, carvão, um determinado mineral, etc.

 

            Pega-se num testemunho adequado e recorre-se ao mapa com o pêndulo, cruzando-o, tal como na radiestesia sensorial: isto é, de Leste para Oeste e vice-versa, e de Norte para o Sul magnético. No precioso momento em que se cortem os dois planos, o pêndulo reagirá com um aumento de peso seguido de uma rotação.

 

            Assinalando assim muitos pontos e unindo-os com uma recta, obtém-se uma primeira indicação em relação à situação do objecto que se procura. Com o pêndulo ou o indicador da mão esquerda passa-se sobre o desenho, paralelamente à primeira linha obtida. Ao chegar em frente ao objecto o pêndulo voltará a reagir.

 

            Se repetirmos a operação pelo outro lado da primeira encontrada, experimentamos outra reacção em perpendicularidade. Unidos os dois pontos encontrados com uma linha, a intersecção desta com a primeira linha Norte-Sul localizará o objecto sobre o desenho.

 

            Vê-se claramente que é mais fácil encontrar o primeiro plano, ou seja, o plano Norte-Sul magnético e o alinhamento do objecto, porque a reacção se manifesta sempre de maneira mais forte nesse sentido. Em contrapartida, as reacções obtidas do plano perpendicular Leste-Oeste descobrem-se com mais dificuldade.

 

            Para esta operação é preferível passar por cima do mapa com um lápis ou um ponteiro orientador e conservar imóvel o pêndulo na mão direita, fora do mapa. O pêndulo reagirá no momento exacto em que o ponteiro passar sobre o local procurado, quer se trata de uma fonte, de uma jazida de carvão ou de qualquer outro mineral.

 

            Depois de procurar a profundidade a que se encontra a fonte ou a jazida o sentido da corrente de água encontra-se tal como sobre o terreno.

 

            É preciso orientarmo-nos mentalmente; colocar o orientador na mão esquerda, quer contra a corrente, quer a favor dela, obtendo-se um balanço, uma oscilação do pêndulo no sentido de descida da água e uma ou várias rotações no sentido ascendente.   

 

            Quando é muito extenso o espaço sobre o qual se tem de efectuar a investigação, recomenda-se o trabalho sobre um mapa em escala reduzida; depois ampliar-se essa escala à medida que se anunciem os resultados.

 

            Deve-se seguir um processo de eliminação, pondo de parte as áreas ou regiões onde não se manifesta qualquer reacção.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 17:00

14
Jan 11

 

            A radiestesia é eficaz em caso de pessoas desaparecidas com a ajuda do pêndulo.  

 

            Para procurar um desaparecido, de quem não se possua qualquer dado quanto ao local onde se encontra, convirá começar as investigações sobre um planisfério em pequena escala, para depois se aumentar progressivamente a escala do mapa.

 

            Para a busca de seres desaparecidos é prudente comprovar o resultado do trabalho, recorrendo ao local encontrado quer o plano de vibrações do indivíduo procurado, quer as suas iniciais, quer qualquer outra característica que se tenha revelado previamente sobre um testemunho.

 

            Também é preciso comprovar as grutas, cavidade, cavernas abandonadas e outros locais ocos que, se encontram em mapas e planos, assim como as emanações nocivas.

 

            Normalmente utiliza-se a ponta do ponteiro ou do lápis, e em caso de necessidade, pode-se pegar num testemunho, para se distinguir de que classe de gruta ou de onda nociva se trata.

            É preciso não esquecer, o desvio que pode ocasionar erros de muitos quilómetros no terreno. Há que eliminá-lo por um acto de vontade, exercitando-nos a aumentar a rapidez dos reflexos.

 

            Quando se conhecem perfeitamente os lugares a explorar, pode-se prescindir dos mapas ou dos planos, desenhando-se mentalmente. Isso prova que nos encontramos diante de fenómenos metapsíquicos.

 

            Um tele-radiestesista com certa experiencia pode encontrar sobre a fotografia de uma pessoa, ou de qualquer ser, tudo o que se encontraria se eles estivessem presentes. A fotografia pode até ser substituída por um testemunho, desde que este seja impregnado de emanações da pessoa ou do ser a examinar. Os referidos testemunhos podem ser cabelos, unhas, lenços, roupa interior usada, ou qualquer escrito da pessoa em questão.

 

            Deve-se ter presente que o nome de uma pessoa escrito por alguém que a conheça a fundo pode bastar como testemunho para a investigação. E, se conhece bem a pessoa a investigar, isto é, o seu aspecto exterior, não é preciso testemunho algum; poder-se-ão efectuar as investigações pensando nela e formando nela a sua imagem.

 

            Para saber se uma pessoa está viva ou não, o professor Mertens recomenda o seguinte procedimento: Pega-se na sua fotografia, regula-se o pêndulo sobre ela, deixando-o girar como um movimento para a direita, de preferência. Ao mesmo tempo, toma-se mentalmente aquilo em que radiestesia se chama a sua radiação geral.

 

            Passa-se em seguida o indicador da mão esquerda por cima do coração, quer sobre a placa anatómica, quer, se conhecer bem a anatomia humana, sobre uma lâmina mental em que esteja o coração da pessoa em questão (o dedo pode ser substituído, se desejar, por um ponteiro orientador, um lápis ou qualquer outro objecto de ponta).

 

            Procuram-se então mentalmente os latejos do coração. O pêndulo segue exactamente esses latejos. Em caso de morte, o pêndulo detém-se bruscamente e recusa todo e qualquer movimento. Se gira ao contrário ou persiste no movimento inicial, há insuficiência cardíaca. Deve-se sempre proceder como nas investigações sobre planos, anteriormente descritos. Do mesmo modo se podem descobrir feridas e outras anomalias, para o que a lâmina anatómica servirá de guia.

 

            Deve-se passar o pêndulo sobre os diversos órgãos: coração, fígado, pulmão, etc. A persistência da rotação inicial é indicadora de um órgão em bom estado. Em contrapartida a oscilação do pêndulo indicará que o órgão sofre de uma anomalia, e a inversão do sentido de rotação, que está gravemente afectado.

 

            O hábito ajuda muito. Por outro lado, a lâmina anatómica não é indispensável a quem conhece bem a anatomia humana ou animal.

 

            Advertimos, por outro lado, que tudo o que aqui se aplica às investigações humanas é válido igualmente em relação aos animais.

 

            A natureza e o género da enfermidade só podem ser encontrados por pessoas que possuam suficientes conhecimentos médicos, quer por meio de testemunhos adequados, quer mentalmente, imaginando-se as características principais das enfermidades. Em qualquer caso, é preciso agir com prudência.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

 

kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 21:01

03
Jan 11

 

            Sob o reinado de Luís XIII, a corte francesa convocou o casal, Martine de Berterau e seu marido Jean de Chastelet, Barão de Beausoleil, famosos radiestesistas da época, para trabalhar no Serviço das Minas de Sua Majestade. Procederam a uma série de trabalhos e de investigação cujo resultado foi espantosamente convincente. Vinte anos de experiências foram por eles consignados numa nota intitulada: “Verdadeira declaração feita ao Rei e aos senhores do seu Conselho, dos ricos e inestimáveis tesouros, recentemente descobertos no Reino”.

 

            O casal conseguira detectar mais de cento e cinquenta minas, assim como um número considerável de fontes e de pontos de água.

 

            Em 1634, Beausoleil foi nomeado inspector-geral das minas do Reino. O decreto especificava: “Encontraste e descobriste inúmeras minas de ouro e de prata, chumbo e outros minerais, e mesmo pedras preciosas, das quais pode provir grande utilidade de Sua Majestade”.

 

            O estado comprometera-se a reembolsar ao casal que se tinha arruinado ao financiarem eles próprios as suas prospecções. A fim de poupar as finanças reais, foram entregues à Inquisição.

 

            Em Rennes, foram acusados pelo presbítero provincial de estarem praticando bruxaria, pois "nenhum descobrimento abaixo da terra pode ser feito sem a ajuda do demónio".

 

            Martine e seu marido Jean de Chastelet, o Barão de Beausoleil, eram engenheiros de minas, contratado por um arquiduque, dois imperadores e um papa a redescobrir minas há muito perdidas e encontrar novas.

 

             Em 1642, tanto o Barão a Baronesa, e mais dois filhos, foram presos e lançados em duas das prisões mais notórias na França.

 

            Richelieu fez acusar o casal de feitiçaria e, de pacto com o demónio. Os Beausoleil foram presos e encarcerados por ordem régia. Faleceram ambos, na prisão, de miséria e de desgosto.

 

                Ainda, segundo Moine, entre os serviços que os Beausoleil haviam prestado ao Estado, Martine de Bertereau havia relacionado o trabalho enviado ao cardeal Richelieu  cristal nos Pirenéus; ferro e chumbo argenífero em Foix; carvão no Ródano; antimónio, zinco e enxofre no Condado de Alais; turquesas em Quency; rubis e opalas na região de Le Puy; mármore na Normandia e na Bretanha. Entre várias e notáveis descobertas do casal, encontra-se uma fonte de água mineral em Château-Thierre, na qual, posteriormente, foi colocada uma lápide comemorativa.

 

            Esses e outros trabalhos dos Beausoleil começaram a despertar em toda a Europa uma grande curiosidade e assim, no século XVII, têm início as pesquisas e as controvérsias sobre a natureza dos fenómenos da Radiestesia.

 

            Martine de Bertereau deixou numerosos escritos sobre mineralogia, cujas pistas foram seguidas por alguns amadores, especialmente jesuítas. Em 1657 o padre Gaspard Schott, que antes condenava o emprego da varinha, revisou sua posição e publicou um livro reconhecendo as virtudes desse instrumento “nas mãos de homens piedosos e honestos”. Foi ele também que revelou o emprego dos testemunhos: uma espécie de símbolo ou mesmo uma amostra do que se quer prospectar e que serve para concentrar a atenção do radiestesista. Para alguns seu valor é subjectivo, para outros é necessário e indispensável para se estabelecer a sintonia com o objecto prospectado ou com o indivíduo investigado.

 

PROF. KIBER SITHERC 

 

kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 23:20

21
Dez 10

 

            A psico-radiestesia é uma forma psicológica de estudar e avaliar uma pessoa: sobre o seu carácter e personalidade. É uma das singularidades fantásticas da radiestesia, que exige muito treino para se chegar a resultados surpreendentes.

 

            Para se investigar um carácter, uma faculdade, um temperamento, é preciso proceder do seguinte modo:

 

            Com a mão esquerda, ou simplesmente com o indicador esquerdo, regista-se o cérebro da pessoa em questão, quer sobre a projecção desse cérebro que consiste numa figura imaginária que o psico-radiestesista projecta diante dos seus olhos.

 

            Ao mesmo tempo, verá desfilar no seu cérebro o quadro previsto para esse efeito, e que apenas lhe serve como auxiliar da memória.

 

            Mentalmente verá a representação imaginada de um ser fortemente dotado de uma determinada faculdade intelectual, carácter e temperamento e, tudo isso como diante dele se desenrolasse rapidamente uma fascinante película cinematográfica.

 

            O pêndulo reagirá por uma rotação directa ou indirecta no momento preciso em que a representação da referida faculdade, carácter, aptidão, passar diante da sua vista.

 

            Observa-se que a rotação é sempre precedida de um aumento da sensação de peso do pêndulo, e que as rotações directas ou indirectas, positivas (bom) ou negativas (mau) permitem, além disso, fazer uma pré-selecção, se for necessário.

 

            Se o carácter for instável ou lunático, o pêndulo indica-o por uma série de rotações que alternam entre positivas e negativas. As referidas rotações serão tanto mais marcadas quanto mais potente for a faculdade intelectual, mais enérgico o carácter, mais forte o temperamento. Se desejar medir ou avaliar com mais precisão a vontade, inteligência, memória, sensibilidade, valor, egoísmo, etc. podem utilizar-se a régua graduada ou um transferidor graduado de 0 a 180º.

 

            Neste caso será necessário tomar previamente uma base convencional de avaliação, por exemplo, segurando o pêndulo sobre a fotografia, lâmina anatómica, (com a mão direita ou esquerda se for canhoto), formula-se mentalmente o desejo de se ser sensível à influência da pessoa ali representada.

 

            Acto contínuo, sempre com o pêndulo em condições, formular-se-á a pergunta mental sobre o que se deseja saber. Recorde-se que, no decurso da experiência, à nossa esquerda teremos a correspondente “palavra testemunho”, que tocaremos com o “ponteiro orientado” ou com o indicador da mão esquerda (ou direita, se for canhoto).

 

            Supondo que a “palavra testemunho” seja INTELIGÊNCIA a interpretação mental será: Tem inteligência essa pessoa?

            Seguidamente concentraremos toda a nossa atenção nesse pensamento, enquanto observamos, tranquilos e na maior passividade aquilo que o pêndulo manifesta.

 

            Quando o pêndulo descrever rotações negativas, a pessoa analisada não é inteligente; mas se as rotações são positivas a referida pessoa possui inteligência.

 

            Depois iremos tocando sucessivamente com o indicador ou o “ponteiro orientador” nas diferentes “palavras-testemunho” que nos interessem. Ao mesmo tempo, iremos formulando as respectivas interpretações mentais, seguindo o mesmo processo utilizado anteriormente com a “palavra-testemunho” INTELIGÊNCIA.

 

            O pêndulo irá demonstrando pouco a pouco as diferentes reacções, que se anotarão até completar o estudo psico-radiestésico da pessoa em questão. Tanto basta como exame explorativo; mas se pretender diagnosticar com mais exactidão é preciso utilizar o transferidor, tomando previamente uma base convencional de avaliação, embora também se costume utilizar a régua graduada para este mesmo diagnóstico.

 

            Como exemplo prático, se utilizarmos a régua, tomaremos dez a vinte centímetros para 100%, o máximo da vontade da inteligência, valor, etc. Para o transferidor podem tomar-se 180º para esse máximo.

 

            Se passarmos com o indicador esquerdo ou, o ponteiro seguro como antena com a mão esquerda por cima da régua ou do transferidor, revemos o pêndulo regulador mudar bruscamente de movimento. No caso de o fazermos por exemplo, sobro o quinto centímetro da régua, ou a 90º do transferidor, podemos deduzir que a força de vontade, inteligência, valor, é de 50% e, assim sucessivamente.

 

            Há que deixar o pêndulo manifestar-se tranquilamente, sem nos impacientarmos se a sua proposta não for muito rápida. Também se pode e, isso será mais simples, contar o número de oscilações do pêndulo ou o número das suas rotações, conforme o tenhamos deixado oscilar ou girar.

 

            O número assim encontrado indicar-nos-á imediatamente a percentagem procurada, partindo-se sempre, é claro, de uma base convencional… Por processo idêntico pode-se saber igualmente se uma pessoa sofre ou não moralmente. Nesse caso é no coração que o psico-radiestesista deve fazer a pergunta correspondente.  

 

            Levanta-se o dedo ou o “ponteiro indicador” transportando sobre a mão esquerda (ou direita, se for canhoto) e coloca-se em cima do coração (fotografia ou lâmina anatómica). Quando a rotação se inicia para a esquerda (negativa), assim persiste, existe decerto defeito físico e pena moral. Recordemos que em psico-radiestesia, embora sem forçar a rota, há que trabalhar sem nervosismo e tomar todas as precauções, se desejarmos que o êxito nos acompanhe.

 

            Não se confunda a psico-radiestesia com o espiritismo, pois seria o erro mais grave que se poderia cometer. É sabido que certos indivíduos de profissão pouco confessável. Utilizam o pêndulo com fins diferentes do da sã radiestesia. Mas vale mais ignorá-los.

 

            O trabalho do psico-radiestesista, diz Viladeval, é delicado sob todos os aspectos e requer uma grande exactidão, prudência e moralidade, para ser levado a cabo, sem se esquecer que em todos se seus trabalhos deverá reinar o mais estrito segredo profissional.

 

            Não se deve esquecer que a psico-radiestesia, tal como a entendemos, é extremamente ampla. Efectivamente, é frequente ser solicitado um estudo psicológico, ao escolher-se, por exemplo, um empregado de confiança para um cargo de responsabilidade, para averiguar se dois noivos poderão chegar a uma perfeita união, ao iniciar-se um estudo de determinada carreira na formação de uma sociedade.

 

            Tornar-se evidente, portanto, a grande responsabilidade em que incorre todo o psico-radiestesia, ao expressar a sua opinião sobre um exame por ele efectuado, pois não há dúvida que ao fazê-lo, pode influir decisivamente sobre o futuro de uma ou várias pessoas. A missão de quantos trabalham honestamente no vasto campo da radiestesia não é senão a de abrir caminhos ignorados, trabalhar sem egoísmo e servir a humanidade.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 21:37


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