Esoterismo, Lendas, Mitos, Parapsicologia, Auto-Ajuda. kiber-sitherc@sapo.pt

26
Out 10

 

            O polvo Paul, famoso pelos palpites certeiros distribuídos ao longo da Copa do Mundo de 2010, morreu nesta terça-feira, dia 26. O cefalópode estava “aposentado” das funções desde o Mundial, e teve a sua morte anunciada pelos funcionários do aquário onde vivia, na cidade alemã de Oberhausen.

 

            “A administração e a equipe do Oberhausen Sea Life Center ficaram arrasadas ao descobrir que o polvo Paul, que alcançou a fama mundial durante a última Copa do Mundo, morreu na última noite”, afirmou o estabelecimento em comunicado oficial.

 

            Durante a Copa, Paul foi testado como “oráculo” para apontar resultados de jogos. Em suas previsões, recebia em seu aquário duas caixas de comida, contendo bandeiras de países de se confrontariam.

 

            Curiosamente, Paul acertou o vencedor das oito partidas em que foi colocado à prova: Alemanha x Austrália, Alemanha x Sérvia, Gana x Alemanha, Alemanha x Inglaterra, Argentina x Alemanha, Alemanha x Espanha, Uruguai x Alemanha e Holanda x Espanha. Entre os acertos, estavam as derrotas alemãs para sérvios e espanhóis.

 

            Nascido por volta de Janeiro de 2008, Paul teria dado os seus primeiros palpites na Eurocopa do mesmo ano. Esperava-se que o animal não vivesse até a próxima edição do torneio europeu.

 

            Com fama mundial, Paul teve sua “nacionalidade” disputada por ingleses e italianos. A Inglaterra inclusive nomeou o molusco como um dos embaixadores de sua candidatura a sede da Copa do Mundo de 2018.

 

            A quantidade de mensagens não surpreende se lembrarmos da popularidade do polvo durante o período da Copa do Mundo, quando o "molusco vidente" teve uma taxa de 100% de acertos e se tornou uma verdadeira celebridade.

 

            O polvo virou aplicativo para Iphone, foi convidado para participar de filmes, nomeado cidadão ilustre de uma cidade espanhola e o zoológico alemão que o abrigava chegou a receber ofertas millionárias pelo passe do polvo. E, claro, frequentou quase que diariamente a lista dos assuntos mais comentados no Twitter.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

 

 

          

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publicado por professorkibersitherc às 23:08
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12
Jul 10

 

                A grande atração que dominou as manchetes dos principais jornais desportivos do mundo e das televisões,  na reta final do Mundial da África do Sul foi um molusco com cerca de dois anos que vive no aquário marinho de Oberhausen, na Alemanha. O polvo Paul ganhou fama por seus dotes, digamos, de “vidente”: ele se consagrou mundialmente acertando palpites de partidas da seleção bávara na Copa.

 

            Antes dos jogos, foram depositados no aquário duas caixas com comida (denominada amêijoa, um molusco com concha) e, em cada uma delas, era colocada a bandeira dos países que se enfrentam na partida. A saga de palpites cravados de Paul começou com a vitória da Alemanha sobre a Austrália. Depois, o molusco “apostou” na Sérvia diante dos alemães – e os sérvios surpreenderam ao vencer por 1 a 0. Nos duelos seguintes, o polvo previu vitórias da Alemanha sobre Gana (no último jogo da primeira fase), Inglaterra (nas oitavas de final) e Argentina (quartas) – e acertou todos os resultados. Até que, na semifinal, Paul “traiu” sua pátria e cravou que a Espanha derrotaria os tricampeões mundiais. Não deu outra: a “Fúria” bateu a Alemanha por 1 a 0 e despachou os germânicos do Mundial.

 

            Na disputa do terceiro lugar contra o Uruguai, Paul demorou minutos para se decidir, mas foi na Alemanha. Resultado: os bávaros venceram por 3 a 2, em jogo equilibrado. Por fim, na decisão, Paul cravou Espanha campeã. Acertou mais uma vez, confirmando o aproveitamento de 100% no Mundial.

 

            Há dois anos, na Eurocopa de 2008, o polvo já havia tido um excelente desempenho em suas previsões: acertou quase todos os resultados de jogos da Alemanha, à exceção da final diante dos espanhóis – ele apostou nos germânicos, mas deu “Fúria”. Nada, no entanto, que abale o prestígio de Paul e diminua sua fama mundial, ampliada com as transmissões ao vivo de suas façanhas por algumas emissoras de televisão da Europa.

 

            Tradicionalmente, o polvo fazia previsões apenas sobre as partidas dos alemães. Porém, abriu excessão e realizou uma profecia sobre a decisão do Mundial, onde indicou a Espanha como campeã da Copa do Mundo de 2010.

Com o título inédito dos espanhóis, o polvo Paul se manteve 100% no aproveitamento das previsões, não dando margens à dúvidas sobre o valor de suas profecias.

            Polvo Paul crava título espanhol e termina como único invicto da Copa do Mundo.

 

            O polvo-profeta acertou o vencedor das sete partidas de seu país de origem, Alemanha, inclusive a derrota para Sérvia e Espanha. No domingo era desafio final, acertar o resultado da decisão, que não incluia os alemães. E Paul não decepcionou. Cravou o título da Fúria.

 

            Em La Paz, o presidente da Bolívia, Evo Morales, felicitou no domingo a Espanha pela conquista de seu primeiro título mundial de futebol e disse que os bruxos indígenas ficariam sem trabalho diante das previsões do polvo Paul.

            Morales fez as declarações ao sair da embaixada da Espanha, onde assistiu à final com o embaixador Ramón Santos.

            "Felicidades embaixador, à selecção da Espanha, a seu director técnico e a todo o povo espanhol por seu primeiro título mundial", declarou o líder boliviano.

            Também disse que estava muito "surpreso" com os acertos do polvo e brincou ao afirmar que estava preocupado, já que os yatiris, adivinhos indígenas que fazem previsões com folhas de coca, ficariam sem trabalho diante da efectividade de Paul.

 

            O ex-atacante Romário, também brincou com as previsões do polvo Paul, que acertou todos os seus palpites na Copa do Mundo da África do Sul, e pediu o bicho para a presidência do Brasil, cujas eleições serão no mês de Outubro.

            "Galera, os moluscos na presidência. Depois do Lula (brincadeirinha com todo respeito é claro) agora o Polvo. Já é?", postou o campeão mundial de 94 na rede social Twitter no sábado, véspera da final. Romário ainda brincou, sugerindo perguntar ao polvo quais serão os próximos números da cena.

 

            O polvo Paul ganhou uma réplica da Taça Fifa na segunda-feira, 12 de Julho, depois do campeonato, no aquário Sea Life, em Oberhausen, na Alemanha, onde vive, depois do sucesso conquistado na Copa do Mundo. Paul, conhecido por lá como polvo-oráculo, ganhou destaque no mundo inteiro por ter acertado todos os palpites neste Mundial. Ele "previu" as vitórias da Alemanha sobre Austrália, Gana, Inglaterra, Argentina e Uruguai, as derrotas da Alemanha para Sérvia e Espanha e a vitória da Espanha sobre a Holanda na final. Paul apostava no vencedor ao escolher entre duas caixas com comida, decoradas com as bandeiras das selecções.

 

            O molusco ganhou destaque ao acertar oito palpites neste mundial, incluindo a Espanha como campeã e a Alemanha ficando com a terceira colocação no último sábado.

            Paul aproveitou essa Copa para se redimir de um erro do passado. Em 2008, apontou a Alemanha campeã diante da Espanha na Eurocopa e o resultado foi o inverso.

 

            Apesar da brilhante actuação como vidente, é provável que o talento de Paul não dure muito. O molusco tem dois anos e meio de vida e sua estimativa é de três anos, ou seja, Paul deve viver apenas mais seis meses, segundo seus criadores.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

Polvo Paul e taça - 301x401 Foto: AFP

O Polvo Paul ganhou um troféu

 

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publicado por professorkibersitherc às 16:16
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            O crocodilo australiano Harry e o urso panda tailandês, Lin Ping, também elegeram  a Espanha como vencedora da final do Campeonato do Mundo.

 

            Depois do sucesso do polvo Paul, outros animais arriscam a carreira de oráculos. Agora, é um crocodilo australiano e um bebé panda tailandês que prevêem o resultado da final do campeonato do Mundo da África do Sul, concordando com o molusco alemão.

 

            A avaliar pelo peso, os 700 quilos do crocodilo Harry impõem muito mais respeito do que 700 gramas do polvo Paul. Residente na cidade de Darwin, Harry foi rápido e demorou menos de um minuto para sair da água e comer um frango que estava pendurado sob uma bandeira espanhola, deixando de lado o que estava com o pavilhão holandês.

 

            O dono do parque de crocodilos, Mick Burns, disse que, após ver o sucesso de Paul pelo mundo, decidiu testar os "poderes" de seus répteis. Poderes à parte, provada ficou a maior agressividade de Harry, que se irritou com a dificuldade em tirar o frango da corda antes de o devorar. “O jogo será disputado e intenso, mas a Espanha vencerá por 1 a 0”, vaticinou Mick Burns.

 

            Num jardim zoológico de Chiang Mai, na Tailândia, um urso panda bebé, o Lin Ping, preferiu beber o leite posto num pote com a bandeira da Espanha, deixando o da Holanda de lado.

 

             Mas nem todos os animais apostaram na vitória da Espanha. Houve alguns apostadores, embora sem sucesso, pelo lado da Holanda: um chimpanzé e um Porco, no Zoo de Talin, na Estónia, e um Periquito, de Singapura.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

 

 

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22
Fev 10

 

            A sauromancia é a adivinhação pelo lagarto.
            Na Antiguidade, era usada na Grécia e na Sicília, onde o lagarto simbolizava Apolo.
 
            Collin de Plancy, no seu Dictionnaire Infernal, relata que os habitantes da Sibéria Oriental tomam o lagarto por um espião do deus dos mortos: é pois um presságio de morte para aquele que o viu, a menos que o apanhe e o corte em bocados, porque desse modo, Gaeth, o deus dos finados, não será avisado.
             Triste sorte para os lagartos da Sibéria!
 
PROF. KIBER SITHERC
 
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21
Fev 10

 

            A Hepatomancia, também designada por Hepatoscopia, é a adivinhação pelo fígado. Centro das emoções, como a alegria ou a cólera, regulador da saúde, este órgão desempenhou um papel capital na mancia mesopotâmica. Entre os babilónios era considerada uma arte divinatória superior. Era chamado Kabittu, que quer dizer “o pesado”, o “que pesa”, ao mesmo tempo pela sua massa e pelos presságios que supostamente abrangeria.
 
            A adivinhação pelas entranhas e em particular pelo fígado, originou a expansão desta mancia através da costa mediterrânica. Segundo Contenau, os textos mais antigos de hepatomancia caldaica datam aproximadamente do segundo milénio antes da nossa era.
                O exame adivinhatório do fígado não se limitava somente ao mundo ocidental antigo; esta prática existia no Peru, Indonésia, na África Negra, em Birmânia, onde encontrámos o costume mântico de sacrificar um animal para examinar o seu fígado.
 
            Os etruscos consideravam as faces do fígado, a parte relativa ao consultante e os seus interesses, e a parte interior relativo aos seus inimigos. Os adivinhos observavam as fissuras, os lóbulos e as eminências do órgão.
 
            Os gregos utilizavam um vocabulário anatómico cujo significado não se há conservado. Pelo contrário, os babilónios nos têm deixado textos que nos permitem compreender a interpretação.
 
            Para facilitar as consultas, os observadores do fígado tinham definido com grande minúcia todas as partes deste órgão, assim como as glândulas e canais adjacentes. A cor de cada parte devia ser minuciosamente estudada, tal como a sua densidade e viscosidade. Era preciso, depois de uma primeira observação, deixar secar o fígado; em seguida, quando já só restasse uma massa acastanhada, avaliar o peso das partes. Cortado em bocados, era necessário depois juntá-las e formar figuras simbólicas, que por sua vez eram estudadas de diferentes maneiras. Destas múltiplas interpretações, o adivinho mais qualificado devia extrair as previsões, responder às perguntas do consultante, por vezes indicar-lhe somente um remédio.
 
            Parece que os fígados mais utilizados eram os de carneiro. Não está no entanto excluída a hipótese de que tenham sido empregues fígados humanos, depois do sacrifício de prisioneiros estrangeiros, sobretudo entre os assírios.
 
PROF. KIBER SITHERC 

 

 

 

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10
Jan 10

 

            Desde os primeiros registos mitológicos, a serpente aparece como um símbolo de energia e consciência imortais, subornadas na esfera do tempo. Representa o ciclo de morte e renascimento, imagem da totalidade da vida o que reflecte aliás na sua presença em provocar tanto fascinação quanto horror. Nas grandes religiões pré-cristãs ela era emblema solar, mas também associada ao culto lunar mais antigo ligado à Grande Mãe. Pois o poder de abandonar de tempos em tempos a sua pele, ganhando uma nova a iguala a lua que se desfaz regularmente de sua sombra, periodismo esse que rege a fertilidade feminina, a colheita e o cultivo da terra.

            Os mitos da Serpente Solar Ahi Budhnya e do deus do fogo Agni estão registados no Vedas Indianos. Essa ambiguidade lhe deu o carácter de mediadora dos deuses e do conhecimento (Eva e a Serpente), tornando-se agente oracular, intérprete divina por excelência.
 
            Na Grécia, os mistérios Elêusis, rituais secretos de Deméter, deusa cretense da agricultura – a Grande Deusa, incluíam representações de serpentes. A Serpente está também associada ao eterno retorno, o ciclo de mortes e renascimentos, e na Grécia ela aparece também como o símbolo do arco-íris, que vai reaparecer nas tribos aborígenes australianas, culturas africanas e ameríndias.

            Na Índia nos dias actuais a serpente é um animal sagrado. Porém, o mais forte símbolo da serpente é o que aparece no caduceu de Hermes deus da cura e que se perpetua nos dias actuais no símbolo da medicina.
 
            Apesar de ser um réptil assustador para a maioria das pessoas. Não se sabe bem porquê, mas o ser humano sempre teve um fascínio extraordinário pelas serpentes, prestando-lhe culto e um certo respeito por algo misterioso.
 
            A ofiomancia é a adivinhação pelas serpentes. Essa mancia é de obrigam grega. Para esse efeito, utilizavam-se pequenas cobras, em número par, que se colocavam num terreno descoberto.
            A arte consistia em estudar os seus movimentos, a maneira como se alimentava e o seu reagrupamento durante a sua reptação.
 
PROF. KIBER SITHERC
 

 

 

 

 

 

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22
Dez 09

 

 

                 É a adivinhação pelos peixes.

            Esta arte divinatória é muito antiga, sendo praticada pelos antigos gregos e romanos.
            Uma delas era bem ecológica, consistia na observação dos peixes: a sua deslocação no rio, o seu número e as suas cores.
            Plínio costumava consultar este oráculo. Fazia a pergunta, depois tocava uma flauta três vezes. Então observava, o movimento dos peixes.
            Se os peixes se agrupam imóveis em cardume, eles não queriam responder. Se eles se dispersavam a resposta era favorável.
            Se eles comiam o alimento, era favorável, mas se eles se recusavam era negativo.
            Se eles apareciam à superfície em número de par era positivo, se fosse impar a resposta era desfavorável.
 
            O outro método consistia em sacrificar ritualmente um peixe, a fim de extrair as previsões. Lia-se o futuro através da inspecção das vísceras e tripas do peixe.
            Em Lícia existiam dois oráculos ictiomânticos, um em Sirra, através das entranhas dos peixes do mar; o outro em Limira, através das vísceras dos peixes de água doce.
 
PROF. KIBER SITHERC

 

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publicado por professorkibersitherc às 01:28
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21
Dez 09

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            A cinomancia é a adivinhação pelos cães. Sempre se atribuiu aos cães uma notável faculdade premonitória, assim como o poder de detectar a presença de demónios e de fantasmas.
            Um cão que se coloca entre dois amantes enlaçados, anuncia uma violenta discussão, talvez mesmo uma ruptura.
            Se um cão vadio lhe cortar o passo terá um encontro amoroso.
             Se um cão preto e branco lhe cortar o caminho no primeiro dia da semana, terá uma importante promoção na sua carreira.
            Um cão que uiva em frente de uma porta escancarada, é um sinal de luto.
            Um cão desconhecido que venha cavar uma cova profunda em frente da janela, indica uma ameaça de doença.
 
            A cinomancia, era de utilização corrente na antiga babilónia. Eis o que afirmam as tabuinhas caldeias.
            Se um cão se detiver em frente de um homem, um obstáculo deterá este.
            Se um cão se detiver do seu lado: protecção do deus sobre esse homem.
            Se um cão se deitar sobre a sua cama: cólera do deus contra o homem.
            Se um cão se deitar na sua cadeira: a sua mulher segui-lo-á na desgraça.
            Se os cães uivarem nas encruzilhadas: mau presságio, aproxima-se um inimigo.
            Se cadelas ladrarem às portas: a angústia e a peste, reinarão no país.
            Se cães se juntarem e uivarem: queda da cidade e destruição.
            Se cães uivarem nas ruas: a fome assolará a cidade.
 
            Após milhares de anos depois da redacção desse texto, em algumas províncias ainda persiste essa crença, nem o tempo, nem o islamismo, conseguiram apagar a cinomancia.
 
PROF. KIBER SITHERC
 
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publicado por professorkibersitherc às 21:16
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                A adivinhação pelas lebres chama-se: lagomancia.
            Era praticada sobretudo pelos Hebreus da Antiguidade. Estes consideravam que ver uma lebre era mau presságio. Por isso, a prática era a seguinte: fazia-se uma pergunta a um adivinho que, em seguida, ia passear para um sítio onde as lebres fossem abundantes; se, quando da sua passagem, uma lebre atravessava o caminho, a resposta era desfavorável, negativa. 
  
            Uma lebre que segue o traçado de uma estrada é um presságio de incêndio ou de acidente mortal.
            Uma lebre preta é habitualmente considerada benéfica, ao passo que encontrar bruscamente uma lebre branca anuncia uma semana de contrariedades.
            O encontro de uma lebre é um sinal bastante funesto, sobretudo para marinheiros e os jovens esposos.
 
PROF. KIBER SITHERC
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publicado por professorkibersitherc às 19:43
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A adivinhação pela cabra chama-se algomancia.

É uma mancia muito simples, usada pelos antigos pastores na Europa.

Deitam-se algumas gotas de água na orelha de uma cabra, fazendo uma pergunta precisa.

Se o animal se empinar, se agitar imediatamente, a resposta é positiva.

Se ficar indiferente, sem reacção, a resposta é negativa.

Se fugir, a resposta é incerta.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

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publicado por professorkibersitherc às 19:02
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