Esoterismo, Lendas, Mitos, Parapsicologia, Auto-Ajuda. kiber-sitherc@sapo.pt

29
Jun 10

 

                Se um papão o assustar num sonho, é porque está a fazer mal, não só aos que o rodeiam mas também a si próprio.

 

            Denota a sua ignorância, a sua fraqueza de carácter, chegando por vezes a ser cruel. Tenta encontrar uma justificação para os seus actos e para essa atitude agressiva, mas não a descobre porque ela não existe.

 

             É igualmente possível que esteja a intrometer-se em assuntos que se encontram muto acima das suas possibilidades, podendo inclusive perder o que mais gosta.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

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publicado por professorkibersitherc às 00:20

28
Jun 10

 

                O simbolismo do papel está relacionado com o que nele estiver escrito; mas se estiver em branco, é preciso analisar o que fazemos com ele no sonho.

 

            Ver voar folhas de papel indica que as nossas ilusões ou os nossos propósitos carecem de solidez e que o mais provável é não se materializarem, que a oportunidade de os realizar se nos escape.

 

            Se nos virmos atrás de um montão de papéis, que se acumulam na nossa secretária, existe alguma preocupação quotidiana e urgente que nos consome e que ultrapassa a nossa capacidade.

 

            Se recebermos uma folha de papel e não conseguirmos entender o seu significado, pressupõe o anúncio de que certo assunto por resolver nos vai trazer complicações.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

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publicado por professorkibersitherc às 23:44

 

                Um dente, um polegar e uma lasca de dedo extraídos do corpo de Galileu Galilei (1564-1642) foram expostos em Junho de 2010 em Florença, depois de serem descobertos por acaso no ano passado por um coleccionador de arte.


            Esses pedaços, mais outro dedo e uma vértebra, foram cortados do cadáver de Galileu por cientistas e historiadores durante uma cerimónia de sepultamento ocorrida 95 anos depois desse renomado cientista do Renascimento.


            "Os leigos e maçons presentes à cerimónia acharam que deveriam ter alguma lembrança do corpo de Galileu", disse Paolo Galluzzi, director do Museu Galileu, de Florença, em entrevista à Reuters.


            "Eles acharam que ter um pedaço do homem seria uma homenagem à sua tradição. A ideia de ter relíquias da ciência é muito semelhante, é um espelho das relíquias da religião", disse ele.


            Esses restos mortais, junto com dois telescópios, uma bússola e vários outros instrumentos projectados por Galileu, são a principal atracção do público, no Museu Galileu, que reabriu em 2010 após dois anos de obras.


            Dedos que pertenceram ao cientista italiano Galileu estão exposição em museu de Florença


            Enquanto um dedo e a vértebra foram conservados em Florença e Pádua desde 1737, o dente e os outros dedos passaram de coleccionador para coleccionador, até sumirem em 1905.


            Alberto Bruschi, renomado coleccionador florentino de arte, sem querer os adquiriu com outras relíquias religiosas num leilão em Outubro de 2009. Foram vendidos como artefactos desconhecidos, contidos em uma arca de madeira do século 17.


            Quando Bruschi e a sua filha notaram que havia um busto de Galileu sobre a arca, e leram um livro de Galluzzi documentando a manipulação do corpo antes do sepultamento, entraram em contacto com o museu. Exames e estudos confirmaram que se trata dos restos perdidos de Galileu.


            Por seus estudos em física, matemática e especialmente astronomia, Galileu é considerado um dos pais da ciência moderna. Durante 95 anos após a sua morte, autoridades eclesiais proibiram que ele fosse sepultado em solo consagrado, porque as suas descobertas contrariavam os ensinamentos da Igreja na época -- de que o Sol girava em torno da Terra, e não o contrário, como Galileu sabia.


            O seu corpo hoje repousa na igreja de Santa Croce, em Florença, na tumba em frente à de Michelangelo. "Meu desejo é de que em algum estágio esses dedos e dente serão colocados com ele no seu túmulo", disse Bruschi. "Dessa forma, se um dia ele se erguer da tumba, estará inteiro."

 

PROF. KIBER SITHERC

 

 

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publicado por professorkibersitherc às 23:09

 

                Esta superstição existe desde os tempos do império romano, porque o sal era uma espécie de ouro para os romanos já que era com ele que se preservavam os alimentos. Logo, derramá-lo significava desperdiçar algo bastante valioso. Curiosamente, os soldados eram pagos com sal, daí a origem da palavra salário, em latim salarium.


            Má sorte, se isto lhe ocorre ao segurar o saleiro, a não ser que se apresse a pegar uma pitada e jogá-la acima do ombro esquerdo directamente na cara do diabo. Porquê este é o local onde o demónio aguarda paciente para que nossa natureza pecadora renuncie a alma para sempre.


            O sal jogado não tem outro fim que o de cegar temporariamente, para que o espírito tenha tempo de voltar a ficar afiançado pela boa sorte. Desde a Grécia antiga, o sal teve um grande poder simbólico: procede da Mãe Terra, do mar; as lágrimas e a saliva são salgadas, e conserva, condimenta e enriquece os alimentos. Por isso, o filósofo grego Platão (427-347 a.C.) afirmava que o sal era “uma graça especial dos deuses”.

 

            O homem pré-histórico obtinha a sua dose de sal graças à carne crua de suas caças. Foi a passagem para a agricultura e para uma alimentação à base de grãos que introduziram a necessidade de complemento. O sal teve grande impacto também na história das civilizações: graças ao seu poder de conservar os alimentos facilitou a sobrevivência e a mobilidade das populações. Antes da Idade Média, pescadores holandeses já sabiam salgar o arenque para armazená-lo, tornando o peixe acessível longe do mar e durante o ano inteiro. O bacalhau salgado também é anterior à Idade Média. 

                                                                          

            No artigo “Na Bahia Colonial”, Taunay descreve o entusiasmo do viajante Pyrard de Laval na Bahia, em 1610. “É impossível terem-se carnes mais gordas, mais tenras e de melhor sabor. (...) Salgam as carnes, cortam-na em pedaços bastante largos, mas pouco espessos (...). Quando estão bem salgadas, tiram-nas sem lavar, pondo-as a secar ao sol; quando bem secas, podem conservar-se por muito tempo.”

 

            Os indígenas brasileiros não conheciam o sal. Era das carnes da caça que vinha a porção de que necessitavam. Os seus temperos eram as pimentas vermelhas (piripiri), e o seu método de conservação era o moqueio – defumação lenta sobre braseiro de folhas e gravetos. O sal foi introduzido no Brasil pelos portugueses e seu emprego como conservante influiu decisivamente na ocupação do território brasileiro. O charque, ou carne-seca, foi a base da alimentação dos boiadeiros do Nordeste, que avançaram pelo interior em direcção ao sul, em busca de terras para a pecuária, e dos bandeirantes paulistas, que tomaram o rumo noroeste, em busca de novas riquezas.

 

            O sal está presente em rituais religiosos de diversas épocas e civilizações. Foi usado por gregos, romanos, asiáticos e árabes. Mas talvez nenhuma tradição lhe tenha dado tanto destaque quanto a judaico-cristã. O Antigo Testamento menciona o sal com frequência, ora no contexto da vida prática, ora simbolicamente. Sal significa, por exemplo, pureza e fidelidade. No Novo testamento, a menção ao sal torna-se mais metafórica. Jesus diz a seus apóstolos - “Vós sois o sal da terra”.  

 

            Até o início da industrialização e em diferentes civilizações, o sal na mesa significou prestígio, orgulho, segurança e amizade. A expressão romana para exprimir ser infiel a uma amizade era “trair a promessa e o sal”. Desde aqueles tempos a ausência de um saleiro sobre a mesa representava um presságio, tanto quanto o sal derramado. Ao pintar a sua famosa “Santa Ceia” Leonardo da Vinci tratou de colocar diante de Judas um saleiro derramado.

 

            Abolido por Lutero no ritual de baptismo da religião protestante ainda no século 16, o uso do sal perdurou no baptizado católico até 1973, simbolizando a expulsão do demónio e o sinal de sabedoria sobre o recém-nascido. Ainda hoje, as batatas e ovos cozidos servidos no Pessach, a Páscoa judaica, são regados com água salgada, que simboliza as lágrimas derramadas pelos judeus na travessia do deserto, durante a fuga do Egipto.

 

            Nas crenças populares, ele é um ingrediente obrigatório para afastar demónios e feiticeiras. No Brasil, senão uma prática, o banho de sal grosso é uma expressão comum para designar protecção contra o mau-olhado. Recipientes com sal e uma cabeça de alho podem ser vistos com frequência não apenas em casas, mas também em lojas e escritórios. A final, que las hay, las hay...  

 

            Acredita-se que foi a Igreja que tomou emprestado esse uso para os seus rituais, sobretudo os de exorcismo, e não o contrário. A explicação de um demonólogo francês do século 16 para os poderes anti-diabólicos do sal: “ele é a marca da eternidade e da pureza, porque jamais apodrece ou se corrompe. E tudo o que o diabo procura é a corrupção e a dissolução das criaturas, tanto quanto Deus busca a criação. Daí a obrigação, pela lei de Deus, de colocar sal na mesa do santuário...”

 

            Povos antigos atribuíram ao sal poderes afrodisíacos e acreditavam que a sua carência reduzia a potência sexual dos homens. Uma gravura satírica francesa do século 16 mostra mulheres de diversas classes sociais numa actividade insólita: debruçadas sobre os maridos sem calças, que esperneiam, aprisionados em barris, elas esfregam com sal, vigorosamente, suas partes íntimas.  

 

            Existe um grande número de superstições em torno do sal. Eis algumas:  

 

            - O saleiro passado de mão em mão a outra pessoa da mesa traz má sorte. No Brasil, recomenda-se que ele não seja levantado da superfície da mesa. Nos Estados Unidos, existe o ditado “passe-me sal, passe-me sofrimento”.

 

            - Espalhar sal afugenta os vampiros.

 

            - Usar um sachê de sal pendurado no pescoço afasta os maus espíritos.

 

            - Derrubar sal traz má sorte, a menos que se jogue uma pitada por cima do ombro direito.

 

            - Para afastar os maus espíritos, joga-se sal por cima do ombro esquerdo.

 

            - Cada grão de sal derrubado equivale a uma lágrima. Para evitá-las, leva-se imediatamente o sal derrubado para uma panela no fogo. Isso bastará para secar as lágrimas.

 

            - Emprestar ou pedir emprestado sal ou pimenta destrói a amizade. É melhor oferecê-los e aceitá-los como um presente.

 

            - No Médio Oriente acredita-se que quando duas pessoas comem sal juntas, formam um vínculo. Por isso, usa-se sal para selar um contrato.

 

            - No Havai, a pessoa que volta de um funeral polvilha sal sobre si mesma, para garantir que os maus espíritos que rondassem o defunto não a acompanhem em casa.

 

            - No Japão, espalha-se sal no palco antes da apresentação para evitar que maus espíritos joguem pragas sobre os actores.

 

            - Em muitos países espalha-se sal no umbral da porta de uma casa nova para impedir a entrada de maus espíritos.

 

            - Deixar um copo de vidro cheio de sal grosso no canto da sala, traz sorte.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

"Santa Ceia" de Leonardo da Vinci

kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 21:41

 

                Os paraísos que aparecem nos nossos sonhos, quase sempre com o aspecto de um jardim, indicam habitualmente o desejo de conseguirmos uma vida fácil e tranquila sem termos de fazer grandes esforços para isso.

 

            São sinal de imaturidade: tendemos à indolência e a deixar-nos levar pela fantasia. Também pode acontecer que um sonho deste tipo se relacione com um período de particular felicidade no campo amoroso.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

 

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publicado por professorkibersitherc às 17:33

 

                Reflecte a impossibilidade de assumir certos compromissos para com a sociedade ou consigo próprio e para com as pessoas mais próximas.

 

            A falta de confiança na sua própria força leva-o a deixar de actuar e a sentir-se progressivamente paralisado.

 

            A perda de vontade e de capacidade autocrítica e regeneradora provoca, em muitos indivíduos, este tipo de imagens oníricas nas quais se vêm como vítimas de uma paralisia física de qualquer índole.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

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publicado por professorkibersitherc às 16:45

 

                A presença de Mercúrio no Caranguejo (Câncer) traz importantes modificações ao clima habitual. Todas as disposições intelectuais dos nativos serão exaltadas, num sentido conforme às tendências próprias do signo.

 

            Quer dizer que, em vez de se deixar levar quase passivamente pela sua emotividade e continuar receptivo, o “Caranguejo” vai tornar-se activo e reter a ideia que se apresenta para dela tirar, por dedução e raciocínio, todo o conteúdo. Estas reflexões podem ir até à exploração e valorização do seu próprio subconsciente.

 

            Com aspectos positivos revela hipersensibilidade receptiva; conservadorismo e tradicionalista, apegado ao lar e aos trabalhos domésticos. Carinhoso e maternal.

 

            Com aspectos negativos revela perdido em subjectivismos abissais. Inconstante, facilmente influenciável. Erotismo. Emotivo e sentimentalidade, problemas de expressão.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

 

kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 14:23

 

                A Lua no Caranguejo (Câncer) acentua todos os valores ligados à fecundação, ao nascimento, portanto aos valores maternais, femininos, sensíveis e também plásticos.

 

            Dá imaginação, sensibilidade, lirismo, poesia e, também, fecundidade e produtividade.

 

            Ela tende, no entanto, a acentuar o lado infantil do nativo, retendo-o ligado ao passado, à mãe, à noção de segurança do ninho, e mesmo da segurança fetal. Se há rotura com o passado, por outras causas ou por outras influências, o nativo tornar-se-á vagabundo, errante, levando uma existência desorganizada.

 

            Com aspectos positivos, esta situação astral estimula a vida familiar. Indica sentimentos fortes. Têm saudades do tempo em que estavam entregues aos cuidados maternos e inspiram a reencontrar-se numa situação semelhante. São muito apegados à família, amam intensamente os filhos e desejam estar ligados ao parceiro por sentimentos fortes. Procuram o conforto do lar, são simples e caseiros.

 

             Têm grande necessidade de protecção, quando se sentem tensos, não precisam de uma cura para os nervos, mas apenas de passar uns dias sossegados em casa. Também exalta o campo sentimental aumenta o sentido de humor e das relações sociais e favorece os trabalhos artísticos e literários.

 

            Com aspectos negativos, costuma ser a causa de repentinas alterações do aparelho digestivo, da tendência para recusar trabalhos esgotantes, da aparição da indolência e do pessimismo.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

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publicado por professorkibersitherc às 12:57

27
Jun 10

 

                O passaporte, tal como outra documentação, é uma garantia da nossa identidade, representa a parte de nós que é visível pelos outros, a nossa personalidade pública.

 

             Sonhar que o renova revela uma fase de mudança na sua mentalidade: está a adquirir novos valores e costumes e a sua imagem perante os outros tem de adaptar-se a essa nova circunstância.

 

            Se o perder e o voltar a encontrar, o sonho prediz, provavelmente, uma mudança de residência ou de local de trabalho, favorável aos seus interesses.

 

            Em compensação, perder o passaporte e ter de renunciar a uma viagem, devido a esse extravio, denota um momento de desorientação profunda, uma falta de motivação para empreender acções e mudar de atitudes.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 22:12

 

                Se sonhar com um bando de pássaros que voa alto no céu, isso é indício de que vai dispor de boas oportunidades para alcançar os seus objectivos, sempre que saiba centrar os seus esforços de forma concreta.

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            Tem certa tendência para tentar abranger demasiadas coisas ao mesmo tempo, o que prejudica as suas possibilidades de triunfar no que se propõe.

 

            Um pássaro poderá ser interpretado como uma ideia, ou um pensamento. Se voar da esquerda para a direita, trata-se de uma ideia útil para a construção do futuro. Graças a uma ideia a sua vida avançará no bom sentido.

 

            Se o pássaro voar da direita para a esquerda é porque uma ideia prejudicará o curso das coisas, retardando um projecto ou arruinando-o por completo.

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            Ver um ou vários pássaros aprisionados numa gaiola, revela que sente aprisionado nas suas ideias e estilo de vida. Seja mais criativo e original, liberte os pássaros aprisionados pela sua mente.

 Vôo da águia

            Outro tipo de sonho consiste em ver um pássaro específico, com todo o tipo de pormenores e, inclusivamente, sonhar que nós próprios temos o aspecto de um pássaro; neste caso, as características do mesmo (cor, forma, tipo de penas…) serão as chaves para interpretar o simbolismo da imagem onírica, tendo em conta que o pássaro alude sempre aos nossos desejos de liberdade, de ultrapassarmos as circunstâncias adversas.  

 

PROF. KIBER SITHERC

 

 

 

kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 11:36

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