Esoterismo, Lendas, Mitos, Parapsicologia, Auto-Ajuda. kiber-sitherc@sapo.pt

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Dez 09

 

            Sybil Leek (1917-1982), foi uma inglesa considerada bruxa, astróloga e estudiosa do paranormal. Escreveu mais de sessenta livros, sobre o ocultismo e assuntos esotéricos. Foi apelidada da “bruxa mais famosa da Grã-Bretanha” pela BBC.
            Sybil alegou ter uma longa história familiar de bruxaria que remonta ao século XVI. A sua família sempre se desempenhou em encorajá-la a seguir esse ofício.    Ela aprendeu muito com o seu pai sobre a natureza, dos animais e do poder das ervas. E até mesmo discutia filosofias orientais com a sua avó, onde lhe ensinou astrologia, por decorar biscoitos e bolos com símbolos astrológicos, que pedia à pequenita Sybil para colocá-los em ordem e descrever o que cada símbolo significava.
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            A família de Sybil foi palco de algumas personagens muito eruditas. H.G. Wells, Sybil e seu pai costumava tomar longos passeios a discutir todas as questões sobre metafísica. Outro amigo da família foi Aleister Crowley. Aleister foi um visitante regular da casa da família, e costumava ler a poesia de Sybil. Ela o conheceu quando tinha nove anos. Foi Aleister que incentivou Sybil para começar a escrever poesia. Sybil escreveu um pequeno volume de poemas quando ainda era adolescente. Também Aleister a instruiu sobre o uso de certas palavras mágicas usadas pelas suas qualidades de vibração quando utilizado em magia.
 
            Em sua casa na Nova Floresta “New Forest” a sua mãe e um grupo de amigos reuniam-se regularmente para o chá, chamaram o seu grupo o “Clube de Pentagrama”. Quando ela tinha quinze anos e durante uma das viagens regulares para o sul da França, Sybil foi iniciada num coven francês, baseado em George du Loup nas colinas acima de Nice. De acordo com a Sybil, foi iniciada para substituir uma tia idosa russa que tinha sido Alta Sacerdotisa.
 
            Durante a Segunda Guerra Mundial, Sybil juntou-se à Cruz Vermelha e trabalhou como enfermeira num hospital militar perto de Southampton. Mais tarde, ela foi enviada para ajudar os feridos em Anzio Beach.
            Depois da guerra, Sybil retomou a Hampshire e viveu numa pequena aldeia chamada Burley, situada no coração da Floresta Nova. Viveu com os ciganos e aprendeu muitos com eles, sobre os seus segredos místicos, sobre porções e ervas mágicas. Quando chegou o momento dela se retirar, e seguir em frente da sua carreira de divulgador da religião “Wicca, eles honraram a estadia e a despedida dela. Fizeram dela uma “irmã de sangue”. Isso foi feito através do corte de seu pulso e misturaram o seu sangue com o dos líderes ciganos.
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            Enquanto vivia em Burley, começou a dedicar-se ao artesanato antigo e a fazer promoção da Velha Religião “Wicca”. Voltou a casar e teve dois filhos: Stephan e Julian.
            A sua fama na pequena aldeia tornou-se notória. O interesse popular cresceu e Sybil começou a ser incomodada pelos repórteres e turistas curiosos. Começou a ter dificuldade em sair à rua por causa dos jornalistas, foi tal a confusão, que o proprietário da casa se recusou a renovar o seu contracto e Sybil foi obrigada a fechar a loja e sair. 
 
            Em Abril de 1964, Sybil foi convidada para aparecer na televisão nos Estados Unidos, onde foi para Nova Iorque. Um parapsicólogo convidou-a para se juntar a ele nas investigações de fenómenos psíquicos e assombrações, fizeram vários programas de rádio e televisão.
            Depois mudou-se para Los Angeles onde se encontrou com o Dr. Israel Regardie, uma autoridade na Kabala e Ritual Mágico. E passou grande parte do seu tempo juntos discutindo e praticando os Golden Dawn rituais em conjunto.
            Foi na defesa de suas crenças, que Sybil por vezes entrou em conflito, e dizem que até brigou com outras bruxas, porque desaprovava a nudez em rituais, uma exigência em algumas tradições, e a sua voz, foi fortemente contra o uso de drogas. Mas ela estava em desacordo com a maioria das outras bruxas, pois que acreditava nas “maldições”. Também foi uma das primeiras bruxas modernas que assumiu defender as causas ambientais.
 
            Sybil Leek tornou-se conhecida pela sua modesta postura: usava uma capa, vestidos soltos e uma gralha de estimação chamado Mr. Hotfoot, que se empoleirava em seus ombros. Ela sempre usava um colar de cristal que alegou ter sido passada para ela a partir de uma avó psíquica russa.
            Sybil afirmava ser capaz de rastrear ancestrais de sua mãe de vota para as bruxas do sul da Irlanda em 1134, e a ascendência do pai para os ocultistas perto de Royalty na Rússia czarista.
            Sybil Leek morreu em sua casa em Melbourne, Florida, em 26 de Outubro de 1982. Foi uma das maiores ocultistas do nosso tempo, e na verdade, muito contribuiu para a divulgação do esoterismo. Aqui fica a minha sincera e justa homenagem.  
 
PROF. KIBER SITHERC

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publicado por professorkibersitherc às 00:38
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