Esoterismo, Lendas, Mitos, Parapsicologia, Auto-Ajuda. kiber-sitherc@sapo.pt

16
Out 10

 

            A Aldeia do Peso está localizada na margem direita do Rio  Zêzere, a pouco mais de 15 km da Covilhã, pela En 513. O pároco Manuel Fernandes, que redigiu as Memórias Paroquiais de Peso, no ano de 1758, descreve-a como "situada em um pequeno alto, abas ou braço da Serra da Estrela, fronteira ao Rio Zêzere que junto a ela corre: dela não se descobre povoação alguma, mais que a aldeia do Pezinho, anexa a esta, em pequena distância...". Andavam então anexos à paróquia, não só o Pesinho, mas também os Vales e a Coutada.

 

            Com uma população a rondar os 1000 habitantes a Freguesia do Peso, está situada a cerca de 15 km da Sede do Concelho. Não há dados concretos sobre a origem do seu nome. Segundo Pinho Leal" a palavra peso vem do substantivo latino - pondo - o que é susceptível de ser ponderado. Também se chamava peso à balança e havia uma certa medida que se chamava arratel, há também em Espanha a moeda chamada peso".

 

            A Lenda popular é como tantas outras, diferente e imaginativa, conta-se que, "um dia um almocreve cruzou o rio de saco às costas, na travessia perdeu alguma mercadoria, não se dando conta do facto, quando chegou à outra margem, terá dito, ó que Pesinho! Já antes teria dito, ó que peso! E assim chegando ao conhecimento popular puseram os nomes de Peso à margem direita do rio, Pesinho à margem esquerda", mas também há conhecimento que já lhe chamaram Peso daquém e Peso dalém.

 

                        A Freguesia tem indústria de confecção, plásticos, serração de madeiras, panificação, serralharia civil, construção civil, distribuição de produtos alimentares, pequeno comércio e agricultura. Também fazem mantas e passadeiras de orelos. Tem de Património Edificado: a Igreja Matriz, Capela do Divino Espírito Santo, Casario Tradicional, Fonte do Mergulho, do Chafarizito e Ribeiro da Canada, Capela do Sr. dos Paços, Capela do Mártir Sº Sebastião, Santuário de Nª Sr.ª de La Salette, Capela da mesma Santa tem um mercado mensal no segundo domingo de cada mês.

 

                        Fazem as festas de Nossa Senhora de La Salette no segundo domingo de Setembro, Divino Espírito Santo cinco semanas após a Quaresma, Santa Bebiana, a 2 de Dezembro e Encomendação das Almas, na Quaresma, com a Procissão do encontro na Quinta Feira Santa e a venda do Ramo no Domingo Gordo. Em termos de cultura, desporto e solidariedades social, tem: Associação da Juventude do Peso e Centro de Dia do Peso. Igreja Matriz -Orago, Santa Maria Magdalena.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

 

 

 

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publicado por professorkibersitherc às 13:23

05
Jul 10

 

                Esta lenda é originária de Barrancos, Baixo Alentejo. 

            Constava que nos subterrâneos do Castelo de Noudar vivia uma triste moura que se passeava à sombra dos freixos dos rios (Ardila e Múrtega), mas que ao menor sinal suspeito transformava-se em serpente e desaparecia por qualquer buraco.


            A lenda explica que o encantamento vem dum desgosto infindável. Um irmão da moura apunhalara uma grande amiga dela que o repudiara por querer baptizar-se e desejar casar com um cristão. O mouro, com os seus guerreiros, matara todos os moradores do Castelo de Fornilhos (monte próximo de Barrancos) onde vivia a jovem vítima que, no último momento da sua vida conseguira ser baptizada.


            Assombrado e arrependido, o criminoso correra a enforcar-se e a irmã tomou encantamento por artes mágicas, refugiando-se em misteriosos subterrâneos do Castelo de Noudar.


            Nas intervenções arqueológicas realizadas em Noudar não se encontraram ainda os subterrâneos, mas unicamente um túnel, provavelmente de buscadores de tesouros, infatigáveis destruidores, apesar dos medos de possíveis encontros com moura-serpente.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

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publicado por professorkibersitherc às 16:13

 

                No seu longo percurso desde terras de Espanha, o rio Guadiana aproxima-se de Mértola e Beja. É entre estas duas localidades, a 6 quilómetros de Serpa, dentro do perímetro do Parque Natural do Vale do Guadiana, que a natureza nos proporciona um dos seus mais belos espectáculos.

 

            O pulo do lobo deu origem a muitas lendas de contrabandistas que ali faziam a sua passagem do contrabando para Espanha

            A Cascata do Pulo do Lobo é uma cascata fluvial, formada pelas águas do rio Guadiana, a montante da cidade de Mértola, tem águas claras e cristalinas que se precipitam de uma queda de mais de 100 metros de altura perdendo-se num mar de espuma pelo meio de uma garganta rochosa de donde desaguam depois para dar lugar a um lago de águas serenas. As margens neste local apresentam-se altas e pedregosas, e tão apertadas que deram origem a uma lenda espectacular em que afirmam os antigos que um lobo em caça as transpõe de um salto.

           

            Um percurso a pé (não há acesso para carros) pelos deslumbrantes cenários que a presença das águas deixa adivinhar leva o visitante a paisagens abertas e solarengas, num passeio sempre acompanhado pelo murmúrio do rio.

 

             Um passeio revigorante, que sem dúvida merece o esforço da caminhada, e para o qual se aconselha o uso de roupa confortável e pedir indicações prévias no Posto de Turismo de Serpa.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

Mapa: Serpa  (c) Filipe Moreira / Semantix Todos os direitos reservados

 

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publicado por professorkibersitherc às 12:47

04
Jul 10

 

                Esta lenda de moura encantada é de origem de Mértola, Baixo Alentejo.

            Contam os antigos que nas proximidades de Mértola vinha um homem do amanho do campo, de enxada ao ombro, quando ao passar pelo sítio da Mortilhera viu uma cobra que da cintura para cima tinha corpo de mulher. A cobra, que era uma moura encantada, meteu conversa com o homem, e o homem cheio de medo, deu-lhe conversa, enquanto suava e limpava o suor com o lenço.

 

            A moura foi perguntando ao homem como lhe corria a vida, que tal as colheitas, se a seara era dele ou se tinha patrão, e muitas outras coisas com as quais talvez viesse a entreter-se nos longos serões que de Inverno era obrigada a passar sozinha debaixo da terra. Quando acabou de saber tudo o que a interessava, a moura estendeu ao homem um capacho com figos secos, que estava a seu lado, dizendo-lhe que tirasse quantos quisesse.

 

            O homem, que durante todo o tempo da conversa suara frio, de medo e nervos, tirou meia dúzia de figos e meteu-os na algibeira do colete. Despediu-se da cobra com alguns salamaleques e partiu aliviado e desejoso de se ver bem longe dali.

 

            Ao chegar a casa contou à mulher o que lhe acontecera e por fim, quando ia a tirar os figos do bolso do colete, encontrou no lugar deles seis moedas de ouro. A mulher desatou logo a ralhar com ele:

 

            - Ó homem, pois então a moura dá-te figos que são ouro e tu só trazes isto?! Valha-te Deus, que estás mas é a ficar taralhouco! Vai mas é buscar o resto, antes que a cobra volte à cova, vai depressa, ouviste?!

 

            O homem, que não sabia bem se havia de temer mais o bicho ou a mulher, lá foi, dizendo mal à sua vida. E quando passou pela cobra, disse-lhe, para que ela não desconfiasse:  

            - Adeus, senhora moura! Vou outra vez ao campo, que me esqueci de uma coisa!

            Mas a moura sabia tudo:

            - Não vais, não! Não te esqueceste de nada, o que tu querias era mais figos, mas já não há! Olha, leva daqui qualquer coisa que te sirva.

 

            E estendeu ao homem o seu açafate da costura, donde ele sacou uma tesourinha com cabos de ouro e pedras preciosas. Partiu e a moura ficou a dizer-lhe adeus com um estranho sorriso.

 

            A caminho de casa, o homem, que ia distraído com os seus pensamentos, escorregou à beira de uma ladeira, caiu, espetou a tesoura no peito e morreu.

 

            Assim acontece quando os encontros com mouras não são mantidos em segredo!

 

PROF. KIBER SITHERC

 

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publicado por professorkibersitherc às 21:38

09
Mai 10

 

                Esta lenda é originária de Gouviães, concelho de Tarouca

 

            No lugar de Santeirais, há uns calhaus em cima uns dos outros.

            As pedras estão dispostas de tal maneira que parecem cadeiras de braços

 

            Por detrás deste calhau, a que chamam Calhau das Mouras, há outro que está todo cravado com ferraduras de cavalo. Diz-se que aí vive uma serpente encantada. De tempos a tempos, na manhã de S. João, põe panos maravilhosamente bordados a “assoalhar”. Quem sonhar 3 vezes e lá for à meia-noite a serpente quebra-lhe o “encanto”, e pode trazer a riqueza que ela guarda.

 

            Numa manhã de São João, um lavrador olhou para os calhaus e viu tudo cá fora a “assoalhar”. Correu para lá, mas quando chegou já não viu nada. Virou costas para se vir embora e ouviu três assobios: dizem que era a serpente a chamá-lo. Teve medo e afastou-se o mais depressa que lhe foi possível. Nunca mais tornou a ver nada.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

 

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publicado por professorkibersitherc às 22:54

           

 

            Esta lenda é originária de Cambra, concelho de Vouzela.

            A imagem de Santa Combinha apareceu no meio de um monte, num sítio designado por "Ladeira da Santa".

 

            Muito em segredo, algumas pessoas de Cambra, ali iam e carregavam com a imagem para a Igreja. Depois de várias tentativas, foram baldados todos os esforços para levarem até ao fim os seus intentos.

 

            Mal a colocavam no altar, fugia novamente para o lugar onde aparecera. Por isso, foi necessário construir-lhe a capela naquele lugar, de modo a que ali ficasse para sempre.

Naturalmente que o povo assim o quis e religiosamente lhe construiu a capela.

 

            É daquele mirante de paisagem extraordinária que Santa Combinha (protectora das ovelhas), recebe no seu seio os suplicantes devotos. No dia 20 de Julho, fazem-lhe a festa, que é muito concorrida por forasteiros que vêm de todos os lados.

 

            É da tradição que nesse dia da festa, os lavradores com mais bem-estar económico abrissem as portas das suas adegas a amigos e conhecidos, contribuindo assim para aumentar a alegria dos forasteiros.

 

PROF. KIBER SITHERC 

 

Capela da Santa Combinha

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publicado por professorkibersitherc às 22:19

29
Abr 10

 

                A construção do castelo de Penha Garcia (concelho de Idanha-a-Nova), deve-se a D. Sancho I, embora existam vestígios que remontam ao período romano e outros muito anteriores. Do período pré-histórico há conhecimento de vários testemunhos tais como castros, antas e diversos utensílios.

 

             Em 1256, o rei D. Afonso III concede foral a Penha Garcia. Nos princípios do século XIV a vila é doada aos Templários. Desta passa para a Ordem de Cristo e no século XVI volta à posse do rei. Na Igreja Matriz, reconstruída recentemente, existem vestígios da anterior igreja que em 1515 já aparecia em desenhos da época. No seu interior uma raríssima imagem gótica, em pedra de Ançã, da Senhora do Leite, com uma inscrição que a permite datar: 1469.

 

             Em Penha Garcia persistem alguns velhos costumes e tradições: o madeiro do Natal, o fabrico do pão caseiro, as fogueiras de S. João, a matança do porco, as janeiras, as alvíssaras e a encomendação das almas...

 

            Conta a lenda que D. Garcia, alcaide do Castelo de Penha Garcia, raptou numa noite tempestuosa, D. Branca, figura de rara beleza filha do poderoso Governador de Monsanto.


            Passados meses de perseguição implacável, D. Garcia acaba por ser apanhado nas encostas da serrania pelos homens ao serviço do Governador.

 

             Na época, aventuras deste género eram punidas com a pena capital. No entanto, comovido pelas insistentes lágrimas da filha, foi a D. Garcia poupada a vida e em sua substituição condenado à perda do braço esquerdo, como penhor de justiça.


            A lendária figura do decepado continua ainda hoje vigiando e olhando do alto das torres, o morro sobranceiro de Monsanto.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

 

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publicado por professorkibersitherc às 19:57

 

                A Ermida de Nossa Senhora do Almortão situa-se nos campos de Idanha-a-Nova e tem um estilo simples e harmonioso. Em 1229 D. Sancho II, no foral dado a Idanha-a-Velha mencionava a SANTCTAM MARIAM ALMORTAM, quando demarcava os limites da Egitânia. A capela-mor e o altar são revestidos de azulejos do séc. XVIII. O alpendre é formado por três arcos de granito.

 

            Como diz a lenda, esta capela foi construída porque um dia de madrugada uns pastores atravessavam o campo pelo sítio «Água Murta» e notaram que havia algo de estranho atrás das murteiras grandes. Ao se aproximarem viram uma linda imagem da Virgem.

 

            Ficaram parados de joelhos a rezar e decidiram levar a imagem para a Igreja de Monsanto, mas pouco depois ela desapareceu sendo encontrada novamente no lugar da aparição no murtão.

 

            Face ao sucedido os habitantes da vila, respeitando a vontade da Senhora, construíram a capela no local da aparição.

 

            Uma das mais importantes romarias do Concelho de Idanha-a-Nova é a Festa da Nossa Senhora do Almortão, que se realiza anualmente na terceira segunda-feira após a Páscoa.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

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publicado por professorkibersitherc às 19:13

28
Abr 10

 

 

                Povoação detentora de alguns vestígios Romanos e que, segundo José Hormigo, até 1505 se chamava Esporão. Foi rebaptizada por Ladoeiro devido aos inúmeros charcos e lodeiros que abundavam na região. O repovoamento conhecido por Ladoeiro faz-se à volta do ano de 1541 (no Reinado D. João III), onde foi sede de concelho com Câmara e Justiça próprias e entrou em decadência, a partir do séc. XVIII, devido aos ataques ferozes do exército durante a Guerra da Restauração, agudizado pelo facto de não possuir nem castelo nem muralhas.

 

            Actualmente, é das freguesias mais prósperas do concelho de Idanha-A-Nova, caracterizada por um considerável dinamismo económico que se deve sobretudo, da actividade agro-pecuária e da Indústria transformadora. São particularmente conhecidas as suas plantações de tabaco e tomate, fontes de rendimento e trabalho para as gentes locais e terras vizinhas.

 

            Ao percorrermos as ruas, são várias as habitações com portadas Manuelinas e outras de adobe com janelas caiadas. O cruzeiro, a Igreja Matriz e a Fonte Grande (com as armas de D. Sebastião de 1571) são locais de encontro para uma amena conversa ao cair do dia.

 

            Nas sextas-feiras de quaresma até Domingo de passos, realiza-se a tradicional Procissão dos Homens, onde apenas estes podem participar e a 15 de Agosto uma grande festa em homenagem a Santo Isidoro e Santíssimo Sacramento que atrai inúmeros visitantes de outros concelhos e da vizinha Espanha.

           

            A Capela de Santa Catarina situa-se no lugar de Antinha perto do Ladoeiro no concelho de Idanha-a-Nova. Esta capela guarda uma imagem de Santa Catarina de Sena muito antiga, inspiradora de forte devoção. É um pequeno e harmonioso templo datado de 1872. 

            Ora a lenda de Santa Catarina é originária da seguinte freguesia:

 

            Andava um honrado lavrador a amanhar a terra com uma junta de vacas no sítio da Antinha, conta-se que um dos animais morreu repentinamente.


            Aflito e desgostoso com a perda de tão útil como necessário animal pôs-se o lavrador a chorar a sua pouca sorte, pois, acabava de perder o "ganha-pão" da sua numerosa e necessitada família e implorava, por isso, o auxílio divino. Apareceu-lhe, então, Santa Catarina que devolveu a vida ao animal e lhe ordenou para ir ao povoado contar o sucedido e dizer do seu desejo que naquele preciso local fosse erguida uma capela em sua honra, mas com o alpendre voltado a poente.


            Acudiram os habitantes a satisfazer prontamente o pedido mas virando o alpendre a nascente como era costume na época, pensando que o lavrador vidente se havia equivocado.


            No dia seguinte, porta e alpendre estavam caídas no chão. Refizeram a obra deixando na mesma o alpendre dirigido a nascente e de novo ele voltou a ruir. Convenceram-se, então, os habitantes de que o lavrador não se havia enganado e executam a obra segundo as indicações recebidas.


            E ainda hoje podemos apreciar a capela com a porta e o alpendre voltados a poente e, estamos certos, a fé dos ladoeirenses jamais deixará cair por terra este pequeno templo que tanto carinho e estima infundem ao povo do Ladoeiro.

 

PROF. KIBER SITHERC

 

Feira do Ladoeiro em tempos idos

 

A capela de Santa Catarina

 

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publicado por professorkibersitherc às 23:40

06
Abr 10

 

                Sobre o topónimo "Vizela", existe uma lenda curiosa que pretende explicar a sua origem: a Lenda da Terra dos Cravos. Conta-se, que perto de Paços de Ferreira, numa zona bastante deserta, existia um belo jardim onde viviam duas flores.

 

            Certo dia, a flor mais velha chamou a mais jovem pois tinha algo para lhe contar: iam transferir para o jardim uma nova plantação de cravos. A flor mais velha estava muito feliz, porque todos os cravos que conhecera se haviam apaixonado por ela, e acabaram por morrer de amor, o que a fortaleceu e a rejuvenesceu.

 

            Quando estes chegaram, como era de costume, o príncipe Cravo dirigiu-se à flor mais velha para lhe apresentar os seus cumprimentos e à flor mais nova para lhe prometer protecção e ajuda. Esta simplesmente respondeu que se ele estava disposto a satisfazer os desejos dela e a vê-la feliz, os cravos deveriam partir imediatamente, pois se caso não o fizessem, a flor mais antiga os mataria.

 

            E de facto assim aconteceu, desejosa de vingança por o príncipe dos cravos ter preferido a flor mais nova, a flor mais velha começou a exalar um perfume estranho e pouco a pouco, os cravos começaram a tombar mortos. Contudo, o Sol veio em socorro dos cravos e mata a flor mais velha.

 

             O príncipe dos Cravos pede então para ser colocado mais próximo da flor mais nova: "vis ela" e a partir desse dia, chamou-se a essa terra, onde floresceu um belo jardim a que chamaram "Terra de Vis-a-ela". A origem do topónimo seria assim explicada pela tradição popular, repleta de fantasia.


            A verdadeira origem do topónimo está, segundo alguns autores, no rio com o mesmo nome, designado primitivamente de Avizela. Segundo outros historiadores, o primitivo nome desta terra terá sido Avicella, diminutivo de Ave.

 

PROF. KIBER SITHERC

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publicado por professorkibersitherc às 17:14

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