Esoterismo, Lendas, Mitos, Parapsicologia, Auto-Ajuda. kiber-sitherc@sapo.pt

11
Nov 09

 

 

 

 

            As primeiras tentativas de se concentrar o próprio pensamento em determinada imagem, a fim de o projectar sobre uma placa fotográfica, datam de 1896. A 27 de Maio de 1896, o comandante Darget fixou em chapa sensibilizada a imagem muito nítida de uma garrafa, na qual pensara com tanta intensidade, que lhe acarretou forte dor de cabeça. Esta experiência foi repetida a 5 de Junho do mesmo ano, com pleno êxito.
 
            Ted Serios (1920 - 2006), foi um sensitivo de Chicago, que ganhou notoriedade nos anos 60 a produzir “fotografias do pensamento” sobre filmes de máquinas Polaroid. Ele alegava que os seus prodígios eram gerados por poderes psíquicos.
            A faculdade de Ted Serios foi reconhecida e apoiada pela confirmação do Dr. Jule Eisenbud (1908 - !999), psiquiatra radicado em Denver, autor do livro (O mundo de Ted Serios: “Fotografia do Pensamento”, estudos de uma mente extraordinária), publicado em 1967, no qual ele argumentava a respeito da veracidade dos feitos de Serios.
            Muitas das “fotografias do pensamento” de Serios foram produzidas enquanto o sensitivo estava sob o efeito de bebidas alcoólicas. As imagens geradas por ele apareciam na película margeadas por áreas escuras, Serios eventualmente produzia as fotos usando um pequeno aparelho por ele desenvolvido, “uma pequena secção de um tubo, adaptado para receber um pedaço de filme fotográfico” que colocava diante de sua testa.
            A “escotografia” fotografia do pensamento é rara. Para que este fenómeno ocorra, é necessário é necessário a presença de uma pessoa que possua o poder paranormal de fixar imagens, factos passados ou futuros em filmes fotográficos.
 
            Por mais incrível que pareça torna-se mais fácil fotografar fantasmas. Têm aparecido um grande manancial de fotos paranormais que se consideram de entendidas já falecidas. Mas, cuidado…            Hoje é muito fácil, forjar essas fotos com programas de computador “Photoshop”, e distribuí-las na Internet como se fossem verdadeiramente fenómenos paranormais.
            Nas máquinas Polaroid, a foto é revelada instantaneamente, fica muito mais difícil de ser falsificada.
            Pode haver falhas na máquina fotográfica. Sobreposição de imagens; quando você bate uma foto e o filme não roda dentro da máquina, a segunda foto sai sobreposta a primeira.
            Pode ser devido a uma abertura lenta do obturador da câmara fotográfica, com o erro no obturador, geram sombras, borrões que também podem ser confundidos com estranhas criaturas.
            Quando se tira uma foto contra a luz, poderá aparecer após a revelação: estrelas, esferas, discos voadores, etc.
            As falhas no negativo ou no papel fotográfico podem produzir fotos estranhas e inesperadas o que pode facilmente ser confundido com um fenómeno sobrenatural.
            Ante de chegar a uma conclusão precipitada, é recomendável verificar o negativo do filme, que poderá ser a prova da veracidade da foto.
 
            Os nossos olhos não conseguem enxergar todas as cores do espectro da luz. Não conseguimos, por exemplo, visualizar as cores ultravioleta e nem o infravermelhos se o auxílio de um equipamento especial. Para as lentes de uma máquina fotográfica isto não é problema, pois o conjunto de lentes da máquina favorece a decomposição do espectro da luz reflectida este é o segredo: os espíritos são compostos basicamente de matérias translúcidas, ectoplasmas (matéria visível) e partículas minúsculas que “reflectem as cores ultravioletas e infravermelhas”, por este motivo eles podem ser fotografados.
            De posse de sua máquina digital você já pode procurar manifestações sobrenaturais ou casas suspeitas de serem assombradas.
 PROF. KIBER SITHERC
 

          Uma mulher de nome sra. Andrews visitava o túmulo de sua filha em um cemitério em Queensland, Austrália em 1946 ou 1947. A sua filha Joyce havia morrido cerca de um ano antes, em 1945, com a idade de 17 anos. Quando tirou a foto do túmulo de Joyce, a sra. Andrews não notou nada fora do normal no local. Mas, quando o filme foi revelado, ela ficou  atónita ao ver a imagem de uma criança sentada alegremente no túmulo de sua filha. O fantasma da criança parece saber da presença da sra. Andrews, pois olhava diretamente para a câmera.

          Será possível uma dupla exposição? A sra. Andrews disse que não havia nenhuma criança ali perto quando tirou a foto, e sequer reconhece essa criança - ela jamais poderia ter tirado a foto desse bebê. Ela disse que não acreditava que o bebê em questão pudesse ser sua filha quando pequena.

          Investigando o caso, o pesquisado paranormal australiano Tony Healy, visitou o cemitério no fim dos anos 90. Perto do túmulo de Joyce havia os túmulos de duas crianças.

 

 

          A senhora Mabel Chinnery havia ido visitar o túmulo de sua mãe, um dia, em 1959. Ela havia trazido a sua câmera fotográfica para fotografar a sepultura e os arredores. Após ter tirado algumas fotos do túmulo, ela tirou uma foto, de brincadeira, do marido, que a estava esperando sozinho no carro. Ou melhor, ele parecia sozinho. Quando a fotografia foi revelada, o casal ficou mais do que surpreso ao notar uma segunda presença na imagem, uma figura de óculos, sentada no banco de trás do carro. A senhora Chinnery imediatamente reconheceu o rosto de sua mãe, a pessoa a quem tinham visitado o túmulo, naquele mesmo dia! Um expert em fotografia analisou a foto e garantiu que a imagem da mulher não era decorrente de dupla exposição nem de reflexo. Na verdade, ele apostou a própria reputação em nome da veracidade dessa fotografia.

 

 

 

          Esta famosa foto foi tirada em 1966, pelo Rev. Ralph Hardy, um sacerdote aposentado de White Rock, Colúmbia Britânica.  A intenção dele era apenas fotografar a bela escada espiral, conhecida como “escadaria tulipa”, da Queen’s House, em Greenwich, Inglaterra. Inesperadamente a foto revelou não apenas a escada, mas também uma estranha presença: uma figura fantasmagórica que parece se inclinar sobre o corrimão, segurando-o com as duas mãos. Especialistas, incluindo alguns da Kodak, examinaram o negativo original da fotografia e concluíram que não foi adulterado/falsificado. É dito que inexplicáveis figuras foram vistas na mesma ocasião, nas proximidades da escada, e também passos inexplicáveis foram ouvidos.

 

 

A mais famosa fotografia de fantasma jamais tirada. (”O Hall de Raynham”). É dito que o fantasma é de Lady Dorothy Townshend,  esposa de Charles Townshend, Segundo Visconde de Raynham, residentes de Raynham Hall em Norfolk, Inglaterra, no início dos anos 1700. Diz a lenda que Dorothy, antes de casar com Charles, foi amante de Lord Wharton. Charles, é claro, suspeitou da infidelidade da esposa. Apesar dos registros oficiais afirmarem que ela morreu e foi enterrada em 1726, suspeita-se que o funeral foi um embuste e que na verdade Charles trancou sua mulher em um canto remoto da casa até o dia que ela morreu, muitos anos depois.

Diz-se que o fantasma da Dama Marrom assombra não só as escadarias, como também outras partes da casa. A foto foi tirada em Setembro de 1936, por Captain Provand e Indre Shira, que eram dois fotógrafos contratados pela revista Country Life. Assim que a fotografia foi revelada, o fantasma da Dama Marrom foi visto pela primeira vez. Mesmo com o fantasma na escada, a revista Country Life publicou a polémica foto, em 16 de Dezembro de 1936. Desde então, o fantasma ainda é visto, ocasionalmente.

 

 

 

Esta foto da Abadia de Combermere foi tirada em 1891, por Sybell Corbert.  A figura de um homem pode ser vista na cadeira maior, à esquerda. É possível ver claramente a cabeça, o colarinho e o braço direito. Tal aparição é considerada como sendo do Lord Combermere.

Lord Combermere foi um comandante da Cavalaria Britânica, nos anos 1800. Destacou-se em diversas campanhas militares. A Abadia de Combermere está localizada em Cheshire, Inglaterra, e fui fundada por monges beneditinos em 1133. O Lorde foi também governador de Barbados, e está conectado a outro mistério envolvendo esta ilha.

Pois bem. Combermere morreu em 1891, quando foi atropelado e morto por uma carruagem puxada por cavalos. No momento que Sybell Corbert tirou a foto acima, o funeral do Lorde estava acontecendo a algumas milhas dali. A exposição da foto, segundo Corbert se lembraria, levou cerca de 1 hora.   Alguns disseram que durante esse tempo algum criado teria entrado no recinto e sentando-se na cadeira, criando então o efeito da imagem transparente que se vê na fotografia. Entretanto esta explicação foi refutada pelos membros da criadagem, já que todos estavam no funeral naquele momento.

 

 

 

Uma das fotos mais famosas e intrigantes de fantasmas.   Foi tirada em 1919 e publicada pela primeira vez em 1975 por Sir Victor Goddard, um oficial aposentado da R.A.F. A fotografia é do grupo que fazia parte do esquadrão de Goddard, que serviu na Primeira Guerra Mundial ao bordo do HMS Daedalus. Como pode ser visto no destaque, a foto mostra uma face fantasmagórico extra no grupo. É dito que seja o rosto de Freddy Jackson, um mecânico aéreo morto dois dias antes por uma hélice de avião. O funeral dele aconteceu no dia que esta foto foi tirada. Os membros do esquadrão reconheceram facilmente ser o rosto de Jackson. Alguns acreditam que ele não tenha se dado conta que morreu, e que por isso resolveu ir participar da foto do grupo.

 

  

 

Esta é a foto que mudou a minha opinião sobre fantasmas“, disse Terry Ike Clanton, que mantém o website TombstoneArizona.com. Clanton é actor, músico e um cowboy poeta. Clanton tirou essa foto de seu amigo, no cemitério Boothill. A fotografia foi tirada em preto-e-branco propositadamente, pois queriam um efeito de época, como se a foto tivesse sido tirada no Velho Oeste dos anos 1800. Entretanto, quando a fotografia foi revelada, em uma loja local, Clanton ficou assustado com o que viu: entre os túmulos, logo a direita do seu amigo, há uma imagem do que parece ser um homem com um chapéu preto. Pela altura o homem ou parece não ter pernas, ou estar de joelhos, ou estar saindo do chão.

Clanton garante que não havia mais ninguém na área quando tirou a foto, e ele acredita que a pequena figura esteja portando uma faca. Clanton chama a atenção para mais um detalhe na imagem. Se repararmos na direcção da sombra do amigo, ela está posicionada na direita do “fantasma”. A figura fantasmagórica deveria ter uma sombra parecida (se não fosse um “fantasma”), e no entanto, não tem…

 

 

James Courtney e Michael Meehan, eram membros da tripulação do SS Watertown, e estavam limpando o tanque de carga desse navio petroleiro enquanto ele saía do canal do Panamá em direcção à cidade de Nova York, em Dezembro de 1924. Através de um acidente muito estranho, os dois homens foram dominados por vapores de gás e mortos. Conforme o costume da época, os marinheiros foram sepultados no mar, na costa do México, em 4 de Dezembro.

Mas, essa não seria a última vez que os companheiros dos dois marinheiros os veriam… No dia seguinte, antes do pôr-do-sol, um imediato reportou ter visto as faces de dois homens nas ondas à bombordo do navio. Eles permaneceram na água por 10 segundos, e então desapareceram. Por vários dias depois, as faces fantasmagóricas dos marinheiros foram claramente vistas pelos outros membros da tripulação, na água ao redor do navio.

Ao chegarem em Nova Orleans, o capitão do navio, Keith Tracy, reportou os estranhos eventos aos seus empregadores, da Cities Service Company, que recomendaram que ele fotografasse as misteriosas faces. E foi o que o capitão fez. Na viagem seguinte, assim que os rostos apareceram novamente na água, ele tirou 6 fotos, e guardou a câmara e o filme no cofre do navio. Quando o filme foi revelado, cinco das fotos não mostraram nada além da espuma da água. Mas a sexta mostra os rostos dos marinheiros mortos. Os negativos foram analisados por uma agência de investigação. Após mudanças na tripulação do navio, as faces nunca mais foram vistas…

 

 

Em 19 de Novembro de 1995, o Wem Town Hall, uma antiga construção, em Shropshire, Inglaterra, queimou por completo. Muitas pessoas se juntaram ao redor do edifício, construído em 1905, para vê-lo ser consumido pelas chamas. Tony O’Rahilly, um morador local foi um desses curiosos e tirou fotos do espectáculo com lentes de telefoto de 200mm, do outro lado da rua.  Uma dessas fotografias mostra algo que parece ser uma pequena, e parcialmente transparente, menina parada na porta. Nem O’ Rahilly, nem nenhuma outra testemunha do incêndio disse ter visto a menina no local naquele momento.

O’Rahilly levou os negativos da foto para serem analisados por um especialista na Association for the Scientific Study of Anomalous Phenomena, que então repassou o caso para ser estudado pelo Dr. Vernon Harrison, um expert em fotografia, antigo presidente da Royal Photographic Society. Harrison examinou cuidadosamente tanto a foto impressa como seu negativo e concluiu que não havia adulteração/falsificação. A foto era genuína.

Mas quem é a menina? O local do edifício (Wem), havia sido, em tempos antigos, um vilarejo pacífico que foi devastado pelo fogo. Em 1677, os registos históricos afirmam, o fogo destruiu muitas das casas de madeira da cidade. Diz a lenda que uma menina, Jane Churm, acidentalmente incendiou um teto de palha com uma vela. Muitos acreditam que o fantasma dela assombra essa área, e que ela foi vista em outras ocasiões.

 

 

 

Esta foto foi tirada durante uma investigação no cemitério de Bachelor’s Grove, próximo a Chicago, pela Ghost Research Society (GRS). Em 10 de Agosto de 1991, vários membros do GRS estavam no cemitério, um pequeno e abandonado cemitério nos limites de Rubio Woods Forest Preserve, próximo ao subúrbio de Midlothian, Illinois. Com a reputação de ser um dos cemitérios mais assombrados dos EUA, o Bachelor’s Grove já foi o local de mais de 100 diferentes testemunhos de fenómenos estranhos, incluindo visões e barulhos inexplicáveis, e até bolas de luz.

Mari Huff, uma integrante da GRS, estava tirando fotos preto-e-branco com uma câmara infravermelha onde o grupo havia observado algumas anomalias em seus aparelhos de “caça-fantasmas”. O cemitério estava completamente vazio, a não ser pela equipe da GRS. Quando as fotos foram reveladas, uma imagem emergiu: uma moça, sozinha, sentada em uma lápide. Algumas partes do seu corpo parecem estar transparentes, e o vestido que usa parece fora de moda.

 

 

Esta fotografia foi tirada em 1963 pelo Reverendo K. F. Lord na igreja de Newby, em North Yorkshire, Inglaterra. A foto é controversa porque é boa demais. O rosto coberto e a forma como olha directamente para a câmara fazem com que pareça posado – uma dupla exposição bem-feita. Mesmo assim, supostamente, a foto foi analisada por especialistas em fotografia que disseram que a imagem não é fruto de dupla exposição. O Reverendo Lord disse que nada podia ser visto a olho nu quando tirou a foto do altar. Mas, quando o filme foi revelado, uma estranha figura encapuzada estava lá.

A igreja foi construída em 1870, e desde então, nunca havia tido nenhum relato de aparição, assombração ou qualquer outro fenómeno estranho no local. Algumas pessoas, que analisaram cuidadosamente as proporções dos objectos na foto, calcularam que o espectro deveria ter cerca de 2,75m!

 

 

A foto é de Denise Russel. A senhora no centro da fotografia é a avó dela. Esta senhora viveu até a idade de 94 anos, quando sua mente começou a enfraquecer e ela teve quer ser colocada em um asilo especial. No fim da primeira semana, houve um piquenique para os residentes e seus familiares. A mãe e a irmã de Denise foram.   A irmã tirou duas fotos naquele dia, e esta é uma delas.   Foi tirada num domingo, 17 de Agosto de 1997, e a família pensa que o homem atrás da avó na foto é o avô, que faleceu em 14 de Agosto de 1984.

Ninguém havia notado o homem da foto até o Natal de 2000, (a avó já tinha falecido também), enquanto olhavam pelas fotos de família. A irmã de Denise achou que essa era uma óptima foto da avó delas, e resolveu que faria uma outra cópia para a mãe, e ainda ninguém havia notado a anomalia. Quando Denise chegou na casa dos pais para a festa de Natal, naquele dia, a sua irmã lhe mostrou a foto novamente e disse: “com quem você acha que esse homem que está atrás da vovó se parece?” Ficaram estarrecidas. Era o avô 

 

 

 

Observe a animação acima. As duas fotos foram tiradas em 1988, no Hotel Vierjahreszeiten em Maurach, Áustria. Vários turistas haviam se reunido para um jantar de despedida no hotel, e decidiram tirar uma foto do grupo. Um dos participantes, o Sr. Todd, armou sua câmara Canon na mesa do lado e apontou-a para o grupo. Ele programou o timer da câmara e correu para a mesa. A câmara deu o clique, mas o flash não disparou. Então Todd preparou a câmara para uma segunda foto. Desta vez o flash disparou.

O filme foi posteriormente revelado, e ninguém havia notado nada até que um dos participantes do jantar (e da foto!) notou que havia uma cabeça extra, meio borrada no meio do grupo, que apareceu na primeira foto (a que o flash não funcionou). Ninguém reconheceu a mulher fantasmagórica, e ninguém sabe dizer como a imagem dela apareceu na foto. Além de estar um pouco fora de foco, a cabeça dela é um pouco desproporcional comparada a dos outros integrantes da fotografia.

A foto foi examinada pela Royal Photographic Society, pelo departamento de fotografia da Universidade de Leicester e pela Society for Psychical Research (Sociedade de Pesquisa Psíquica), e todos afirmaram que a imagem na foto não é decorrente de dupla exposição.

 

 

A igreja Sefton é uma estrutura antiga, iniciada no século 12 e finalizada no início do século 16, localizada em Merseyside, Inglaterra, logo ao norte de Liverpool. Esta fotografia foi tirada dentro da igreja, em setembro de 1999. De acordo com o livro de Brad Steiger, Real Ghosts, Restless Spirits and Haunted Places, quando esta foto foi tirada, só havia um único fotógrafo, além do que bateu a fotografia, no recinto. Nenhuns dos dois lembram de ter visto uma outra pessoa ou sequer um fantasma no local, naquele momento. Pelo facto da figura estar toda de preto, especula-se que a aparição possa ser de um padre ou sacerdote.

 

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publicado por professorkibersitherc às 18:34

06
Nov 09

               

 

           O cumberlandismo é um sistema de adivinhação curiosíssimo. O nome provém de Stuart Cumberland, talvez o primeiro que o descobriu, estudou e praticou em exibições públicas de ilusionismo. Ao contrário do que afirma grande número de prestidigitadores, para os quais não é mais do que simples transmissão ou leitura do pensamento, o cumberlandismo é um sistema de adivinhação por contacto, ou seja como for, uma falsa telepatia teatral. Falsa, mas não enganadora, pois aqueles que a praticam fazem-no conscientemente e sem ocultar ao público que se trata de um estratagema, de um fenómeno de natureza psicomotriz, mediante o qual conseguimos aperceber-nos dos movimentos totalmente inconscientes de outra pessoa.  

 
            Segundo Henri Durville, famoso autor metapsíquico, o fenómeno pode explicar-se da seguinte maneira: “Imagine-se que se trata de localizar um objecto que alguém escondeu no bolso do casaco do segundo espectador da quinta fila. O ilusionista pegará na mão do seu guia, se possível uma adolescente, e dir-lhe-á em voz alta:
            - Por favor, menina, concentre-se agora no que vamos fazer. Pense unicamente no objecto que escondeu e concentre o seu pensamento no local onde o colocou. Pronta? Vamos a isso.
            Dito isto, o ilusionista começa a avançar lentamente, sempre que não houver resistência, o que indica que se encontra no caminho certo. Continua a andar, nas pontas dos pés sem soltar a mão da sua ajudante circunstancial, que continua junto dele. Ao andar, o ilusionista balança suavemente o corpo, com suma lentidão. De repente, ao chegar à quinta fila, pára, com certa hesitação. Tenta seguir para diante, mas inconscientemente, a mão que segura entre as suas opõe-lhe certa resistência, pormenor esse que lhe serve de indicação; chegou finalmente ao sítio. Ora bem, estando na quinta fila, lugar onde se encontra o portador do objecto, o ilusionista põe em prática a sua capacidade teatral, exige atenção e, quando o consegue, já em silêncio, o mesmo procedimento e a mesma contracção inconsciente servem-lhe para compreender que o objecto que procura se encontra no bolso correspondente. Assim, ao passar adiante dos espectadores daquela fila, o ilusionista, como que assaltado por um pensamento repentino e ante a estupefacção do espectador o objecto anteriormente nele escondido”.
 
            Como conseguiu? De uma maneira simples muito simples. O cumberlandismo, sempre espectacular e destituído de truques, baseia a sua técnica nos movimentos suaves, inconscientes e, portanto, involuntários que correspondem à testemunha, de cuja mão se vale o experimentador para chegar a conhecer a realidade. Trata-se, é evidente, de uma manifestação de falsa telepatia. Em certos casos, contudo, o falso predomina sobre o telepático, pois neles se conta a cumplicidade de um espectador, que graças aos discretos gestos das mãos, à posição do pé ou à forma de fumar um cigarro, indica ao ilusionista a direcção a seguir, a fila onde se encontra a pessoa portadora do objecto e inclusivamente o assento que ocupa.
 
            Na realidade, todo o acto psíquico verdadeiro possui uma carga inconsciente exteriorizada por meio de manifestações quase imperceptíveis que podem ser captadas, no entanto, e de um modo também inconsciente, por um psicólogo, o que demonstra a assombrosa hiperestesia de que é capaz a maioria das pessoas. Qualquer reflexo fisiológico pode ser apercebido por outra pessoa, se houver um contacto corporal. Por este meio tão simples chega-se a conhecer o pensamento alheio. O tal fenómeno também se chama cumberlandismo.
 
            O cumberlandismo é algo que se aprende. Com a prática, você poderá tornar-se num óptimo perito. Apresentarei um exercício muito simples. Arranje alguém para colaborar consigo, torna-se mais fácil, uma jovem adolescente. Diga para se colocar no meio de dois vasos, móveis, ou outros objectos que dê para esconder algo. Esconda-se ou vire-se de costas e diga para ela esconder um determinado objecto. Depois, olhe intensamente para ela. Diga para ela pensar onde está o objecto escondido. Diga que vai captar por telepatia onde ela o escondeu. Ao olhar intensamente para ela e para toda a sua fisiologia ela própria inconscientemente lhe vai indicar de que lado se encontra o objecto escondido, no lado esquerdo ou no lado direito. Os pés em geral podem apontar para o sítio certo, apesar do corpo se inclinar no sentido inverso, olhando fixamente nos olhos, ela poderá julgar que está tentando captar a mente dela, o que na verdade você captará é o seu olhar, e o olhar dará inconscientemente a indicação do lado onde se encontra o objecto. Com a prática poderá acertar sem margem de erro, ou seja 100%.  

PROF. KIBER SITHERC

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publicado por professorkibersitherc às 23:57

20
Out 09

 

 

 
            O ser humano é um animal pensante e essa característica distinguiu-o dos outros animais. Toda a nossa evolução se deu graças a essa faculdade de pensar e de armazenar os conhecimentos adquiridos.
            Apesar dessa faculdade de pensar, e de toda a primazia intelectual e conforto material, o ser humano perece de sede, ainda não conseguiu alcançar a felicidade. É certo que ele próprio tem vasculhado esse caminho, mas flutuando por atalhos.
            O grande problema do ser humano está no seu próprio pensamento, o seu maior inimigo está dentro dele. Somos os criadores dos nossos pensamentos que nos libertam ou nos escravizam. Eles não resultam das circunstâncias; vêm do nosso interior, não do exterior. O que pensamos interpreta e determina o que vemos, embora muitas vezes nos pareça o contrário. 
            Para que o leitor entenda melhor, que é o pensamento que determina e não a circunstância; vejamos o seguinte exemplo: suponhamos que lhe transmitem a notícia dum amigo que tenha morrido há um mês, é natural que fique emocionado e triste. O acontecimento ocorreu há muitos dias, no entanto, quando pensa nele fica triste. Não foi o acontecimento em si que fez sentir-se triste. Afinal ocorreu o falecimento há um mês e você nem sequer tinha conhecimento. Foram os seus pensamentos que criaram o sentimento de consternação. A ocorrência foi real, mas não teve qualquer impacto sobre si até lhe poder dar vida através do pensamento.
            Outro exemplo: suponhamos que vai conduzindo em direcção a casa, pela rádio ouve uma notícia dum incêndio no seu bairro, então começa a pensar: “Será que o incêndio foi na minha casa?” Pelo caminho pensa que os filhos ficaram sozinhos em casa, que eles têm o hábito de brincarem com os fósforos, vêm-lhe ao pensamento as notícias de incêndios relacionados com crianças. Então fica aflito e acelera para chegar o mais depressa possível. Quando chega a casa, fica aliviado o incêndio aconteceu muito longe da sua habitação.  
            Foi a sua emoção mais uma vez criada pelos pensamentos que teve sobre a ocorrência e não pelo acontecimento em si. Quando você tem um pensamento e acredita que ele é autêntico, sente uma resposta emocional correspondente a esse pensamento. Os seus pensamentos dão sempre origem às emoções que sente.
            Você poderá não dar por isso, porque pensar e divagar é tão natural como respirar e dormir.
            Os pensamentos não são reais eles passam pela sua cabeça durante o dia aos milhares, e só alguns são detidos, porque lhe deu importância e algum valor, dessa maneira o pensamento fica enraizado na sua mente e é natural que germine.
 Os pensamentos são como sementes; se eles encontrarem uma terra propícia para germinarem aí darão fruto. Têm uma grande força magnética para atrair a sorte; assim como a destruição com a sua onda energética. É você que lhe dá vida quando o processa na sua mente, dando-lhe desse modo uma interpretação e atribuindo-lhe significado e importância.
            É o pensamento que vai vasculhar toda a memória do pó do passado, que o fará sofrer por algo que já se extinguiu; também é o pensamento que o fará preocupar-se em relação ao futuro. É impossível sentir medo, sem antes ter pensado no medo, sentir raiva, sem antes ter tido pensamentos de ódio. Ter consciência e compreender que é o pensamento que determina o seu estado de espírito, que o pensamento é apenas uma capacidade de analisar e não uma realidade, será fácil dos afastar para longe de si.
 

Prof. Kiber Sitherc

kiber-sitherc@sapo.pt
publicado por professorkibersitherc às 00:08

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